Pular para o conteúdo principal


 

No contínuo esforço para ampliar a capacidade de proteção da Força Naval, a 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) realizou um exercício inédito de interceptação de aeronaves de asas rotativas utilizando aeronaves AF-1 Skyhawk, no dia 25 de maio. A operação teve como objetivo validar procedimentos de detecção, aproximação e acompanhamento de helicópteros de ataque em voo, representados por uma aeronave AH-15A Super Cougar do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2).

Durante o exercício, foram testados perfis de interceptação, com o AF-1 operando em velocidades compatíveis com a aeronave interceptada. O Skyhawk demonstrou efetiva controlabilidade mesmo em baixa velocidade, característica essencial para manter o acompanhamento visual e a consciência situacional durante a aproximação. 

A operação também reafirma a versatilidade da Aviação de Caça Naval, que, além de operar na defesa aérea contra aeronaves de asa fixa, amplia seu escopo de atuação ao incluir ameaças de baixa velocidade e grande manobrabilidade, como os helicópteros de ataque e transporte.

A ameaça representada por helicópteros modernos, equipados com mísseis antinavio ou empregados para transporte de tropas em abordagens táticas, é cada vez mais relevante nos cenários de conflito contemporâneo. Nesse contexto, torna-se fundamental que a Esquadra disponha de meios aptos a detectar e neutralizar vetores de baixa velocidade, alinhando-se aos procedimentos definidos pela OTAN como Slow Mover Intercept (SMI).

 


 

No contínuo esforço para ampliar a capacidade de proteção da Força Naval, a 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) realizou um exercício inédito de interceptação de aeronaves de asas rotativas utilizando aeronaves AF-1 Skyhawk, no dia 25 de maio. A operação teve como objetivo validar procedimentos de detecção, aproximação e acompanhamento de helicópteros de ataque em voo, representados por uma aeronave AH-15A Super Cougar do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2).

Durante o exercício, foram testados perfis de interceptação, com o AF-1 operando em velocidades compatíveis com a aeronave interceptada. O Skyhawk demonstrou efetiva controlabilidade mesmo em baixa velocidade, característica essencial para manter o acompanhamento visual e a consciência situacional durante a aproximação. 

A operação também reafirma a versatilidade da Aviação de Caça Naval, que, além de operar na defesa aérea contra aeronaves de asa fixa, amplia seu escopo de atuação ao incluir ameaças de baixa velocidade e grande manobrabilidade, como os helicópteros de ataque e transporte.

A ameaça representada por helicópteros modernos, equipados com mísseis antinavio ou empregados para transporte de tropas em abordagens táticas, é cada vez mais relevante nos cenários de conflito contemporâneo. Nesse contexto, torna-se fundamental que a Esquadra disponha de meios aptos a detectar e neutralizar vetores de baixa velocidade, alinhando-se aos procedimentos definidos pela OTAN como Slow Mover Intercept (SMI).

 

Share


Em proveito da presença de aeronave AF-1 no Rio Grande do Norte, onde realiza adestramento de tiro real em área de treinamento da Força Aérea Brasileira, a Marinha realizou, por meio do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1), no dia 21 de maio, ações de patrulha marítima e esclarecimento aéreo nas regiões do Atol das Rocas (RN) e do Arquipélago de Fernando de Noronha (PE), reforçando a presença do Poder Naval nos limites das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).

 

Durante a operação, foram conduzidas atividades de inteligência, vigilância, reconhecimento e familiarização com os procedimentos operacionais em Fernando de Noronha, área estratégica para a projeção de poder no Atlântico Sul. O emprego de aeronaves AF-1 Skyhawk demonstrou mais uma vez a capacidade de adaptação e alcance da Aviação Naval, operando com prontidão e mantendo a integração com os demais meios da Esquadra e dos Distritos Navais. 

 

Essas ações, somadas às capacidades dos sensores embarcados e ao preparo das equipagens, ampliam a capacidade dissuasória do Poder Naval e demonstram a contribuição efetiva da Aviação Naval para o controle de áreas marítimas, reafirmando o seu papel essencial na defesa da soberania e dos interesses do Brasil no mar.

 


Em proveito da presença de aeronave AF-1 no Rio Grande do Norte, onde realiza adestramento de tiro real em área de treinamento da Força Aérea Brasileira, a Marinha realizou, por meio do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1), no dia 21 de maio, ações de patrulha marítima e esclarecimento aéreo nas regiões do Atol das Rocas (RN) e do Arquipélago de Fernando de Noronha (PE), reforçando a presença do Poder Naval nos limites das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).

 

Durante a operação, foram conduzidas atividades de inteligência, vigilância, reconhecimento e familiarização com os procedimentos operacionais em Fernando de Noronha, área estratégica para a projeção de poder no Atlântico Sul. O emprego de aeronaves AF-1 Skyhawk demonstrou mais uma vez a capacidade de adaptação e alcance da Aviação Naval, operando com prontidão e mantendo a integração com os demais meios da Esquadra e dos Distritos Navais. 

 

Essas ações, somadas às capacidades dos sensores embarcados e ao preparo das equipagens, ampliam a capacidade dissuasória do Poder Naval e demonstram a contribuição efetiva da Aviação Naval para o controle de áreas marítimas, reafirmando o seu papel essencial na defesa da soberania e dos interesses do Brasil no mar.

 

Share


O 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque conduziu operação de patrulha marítima nos limites das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), dentro da Zona Econômica Exclusiva. A ação teve como principal objetivo a identificação de contatos de interesse e a ampliação da consciência marítima em áreas estratégicas do Atlântico Sul.

A operação contou com a participação de aeronaves AF-1 Skyhawk, na qual a Aviação Naval demonstrou mais uma vez sua versatilidade, executando, com meios de alta velocidade e resposta imediata, missões tipicamente associadas a plataformas de patrulha marítima, como inteligência, vigilância e reconhecimento.

 

Embora os caças AF-1 sejam tradicionalmente associados a missões de ataque e defesa aérea, o exercício evidenciou o grande raio de ação e a capacidade de adaptação dessas aeronaves a uma gama diversa de cenários operacionais. Em caso de necessidade, esses vetores também podem alterar sua postura tática, assumindo posturas coercitivas com o emprego de armamento.

 

Durante a operação, os caças detectaram, identificaram e registraram a movimentação de embarcações de interesse no limite das AJB, confirmando a capacidade da Força Naval de projetar presença e exercer vigilância sobre áreas de alto valor estratégico. O resultado reforça a importância do vetor aéreo de asa fixa no controle de grandes extensões marítimas e na proteção dos recursos presentes na Amazônia Azul.

 

A operação de patrulha marítima integra um esforço contínuo da Marinha do Brasil para exercer soberania, dissuadir atividades hostis e assegurar os interesses nacionais no mar. 

 


 


O 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque conduziu operação de patrulha marítima nos limites das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), dentro da Zona Econômica Exclusiva. A ação teve como principal objetivo a identificação de contatos de interesse e a ampliação da consciência marítima em áreas estratégicas do Atlântico Sul.

A operação contou com a participação de aeronaves AF-1 Skyhawk, na qual a Aviação Naval demonstrou mais uma vez sua versatilidade, executando, com meios de alta velocidade e resposta imediata, missões tipicamente associadas a plataformas de patrulha marítima, como inteligência, vigilância e reconhecimento.

 

Embora os caças AF-1 sejam tradicionalmente associados a missões de ataque e defesa aérea, o exercício evidenciou o grande raio de ação e a capacidade de adaptação dessas aeronaves a uma gama diversa de cenários operacionais. Em caso de necessidade, esses vetores também podem alterar sua postura tática, assumindo posturas coercitivas com o emprego de armamento.

 

Durante a operação, os caças detectaram, identificaram e registraram a movimentação de embarcações de interesse no limite das AJB, confirmando a capacidade da Força Naval de projetar presença e exercer vigilância sobre áreas de alto valor estratégico. O resultado reforça a importância do vetor aéreo de asa fixa no controle de grandes extensões marítimas e na proteção dos recursos presentes na Amazônia Azul.

 

A operação de patrulha marítima integra um esforço contínuo da Marinha do Brasil para exercer soberania, dissuadir atividades hostis e assegurar os interesses nacionais no mar. 

 


 

Share

 

A Marinha do Brasil (MB) realizou a instrumentalização do helicóptero AH-11B Super Lynx, no Comando da Força Aeronaval, em São Pedro da Aldeia (RJ). A atividade foi conduzida pelo 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1), com apoio do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), vinculado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Força Aérea Brasileira (FAB). Participaram da ação engenheiros, pilotos de ensaio e militares especializados das duas Forças.

Ocorrida em fevereiro, a instrumentalização consiste na instalação de sensores, cabos, módulos de aquisição de dados Essa fase é fundamental para a futura operação do AH-11B a bordo da Fragata “Tamandaré”, primeiro navio da nova classe de escoltas da Marinha. As informações obtidas garantirão que pousos e decolagens ocorram com segurança, mesmo sob condições meteorológicas e operacionais desafiadoras.“A chegada das fragatas da Classe ‘Tamandaré’ vai trazer uma nova realidade para a nossa Esquadra, e o helicóptero AH-11B precisa estar pronto para operar com total segurança nesses navios. Esse trabalho com o IPEV é essencial para garantir que as condições de pouso e decolagem sejam bem definidas e seguras. É muito importante ver essa integração entre Marinha e Força Aérea funcionando na prática, com cada profissional contribuindo para que nossas aeronaves operem com eficiência desde o primeiro dia”, explicou o Comandante do EsqdHA-1, Capitão de Fragata Luiz Carlos Aguirre de Souza Filho.Sobre a AeronaveO AH-11B Super Lynx é um helicóptero de esclarecimento e ataque, com capacidade para operar embarcado em diversos navios da Esquadra. Equipado com sensores modernos, radar, FLIR e armamentos como mísseis e metralhadoras, o Super Lynx pode ser empregado em missões, como esclarecimento, guerra antissuperfície, patrulha naval e apoio aéreo aproximado. A atividade reforça o compromisso da MB com o desenvolvimento técnico-profissional dos militares, a modernização dos meios e o contínuo aprimoramento da doutrina de emprego do binômio navio-aeronaves.

 

A Marinha do Brasil (MB) realizou a instrumentalização do helicóptero AH-11B Super Lynx, no Comando da Força Aeronaval, em São Pedro da Aldeia (RJ). A atividade foi conduzida pelo 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1), com apoio do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), vinculado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Força Aérea Brasileira (FAB). Participaram da ação engenheiros, pilotos de ensaio e militares especializados das duas Forças.

Ocorrida em fevereiro, a instrumentalização consiste na instalação de sensores, cabos, módulos de aquisição de dados Essa fase é fundamental para a futura operação do AH-11B a bordo da Fragata “Tamandaré”, primeiro navio da nova classe de escoltas da Marinha. As informações obtidas garantirão que pousos e decolagens ocorram com segurança, mesmo sob condições meteorológicas e operacionais desafiadoras.“A chegada das fragatas da Classe ‘Tamandaré’ vai trazer uma nova realidade para a nossa Esquadra, e o helicóptero AH-11B precisa estar pronto para operar com total segurança nesses navios. Esse trabalho com o IPEV é essencial para garantir que as condições de pouso e decolagem sejam bem definidas e seguras. É muito importante ver essa integração entre Marinha e Força Aérea funcionando na prática, com cada profissional contribuindo para que nossas aeronaves operem com eficiência desde o primeiro dia”, explicou o Comandante do EsqdHA-1, Capitão de Fragata Luiz Carlos Aguirre de Souza Filho.Sobre a AeronaveO AH-11B Super Lynx é um helicóptero de esclarecimento e ataque, com capacidade para operar embarcado em diversos navios da Esquadra. Equipado com sensores modernos, radar, FLIR e armamentos como mísseis e metralhadoras, o Super Lynx pode ser empregado em missões, como esclarecimento, guerra antissuperfície, patrulha naval e apoio aéreo aproximado. A atividade reforça o compromisso da MB com o desenvolvimento técnico-profissional dos militares, a modernização dos meios e o contínuo aprimoramento da doutrina de emprego do binômio navio-aeronaves.

Share

 

Durante o mês de abril, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) deu início ao processo de recebimento da primeira aeronave H125 “Esquilo B3e” que, na Marinha do Brasil (MB), receberá a designação IH-18, nas instalações da Helibrás em Itajuba (MG). A incorporação do novo modelo faz parte do Projeto TH-X, que visa à modernização da frota destinada à instrução de voo na Aviação Naval.

O processo de recebimento é um procedimento técnico e criterioso, que garante que o novo meio atenda plenamente aos requisitos de contrato e às necessidades operacionais da Aviação Naval.

Atualmente, uma equipe composta por pilotos e mecânicos do EsqdHI-1, em conjunto com especialistas do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), conduz uma inspeção que abrange desde a verificação física da aeronave até a checagem de documentação, testes de sistemas e voos técnicos do IH-18.

O Projeto TH-X tem como objetivo substituir os atuais helicópteros IH-6B “Jet Ranger III”, empregados na formação de aviadores navais, por aeronaves mais modernas, seguras e com maior capacidade de instrução. O H125 “Esquilo B3e” foi selecionado por sua robustez, versatilidade e tecnologia embarcada, características que permitirão elevar o padrão de ensino no Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO), além de ampliar as possibilidades de emprego da aeronave em outras missões operacionais.

A chegada da IH-18 inaugura um novo capítulo na formação dos futuros aviadores da Marinha, ao mesmo tempo em que fortalece as capacidades de emprego geral da Aviação Naval, alinhando-se ao compromisso permanente com a modernização e excelência operacional dos meios aeronavais.

 

Durante o mês de abril, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) deu início ao processo de recebimento da primeira aeronave H125 “Esquilo B3e” que, na Marinha do Brasil (MB), receberá a designação IH-18, nas instalações da Helibrás em Itajuba (MG). A incorporação do novo modelo faz parte do Projeto TH-X, que visa à modernização da frota destinada à instrução de voo na Aviação Naval.

O processo de recebimento é um procedimento técnico e criterioso, que garante que o novo meio atenda plenamente aos requisitos de contrato e às necessidades operacionais da Aviação Naval.

Atualmente, uma equipe composta por pilotos e mecânicos do EsqdHI-1, em conjunto com especialistas do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), conduz uma inspeção que abrange desde a verificação física da aeronave até a checagem de documentação, testes de sistemas e voos técnicos do IH-18.

O Projeto TH-X tem como objetivo substituir os atuais helicópteros IH-6B “Jet Ranger III”, empregados na formação de aviadores navais, por aeronaves mais modernas, seguras e com maior capacidade de instrução. O H125 “Esquilo B3e” foi selecionado por sua robustez, versatilidade e tecnologia embarcada, características que permitirão elevar o padrão de ensino no Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO), além de ampliar as possibilidades de emprego da aeronave em outras missões operacionais.

A chegada da IH-18 inaugura um novo capítulo na formação dos futuros aviadores da Marinha, ao mesmo tempo em que fortalece as capacidades de emprego geral da Aviação Naval, alinhando-se ao compromisso permanente com a modernização e excelência operacional dos meios aeronavais.

Share

 

A Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA) comemorou seu 26º Aniversário com uma Cerimônia Militar alusiva à data, no dia 29 de abril. O evento, realizado nas dependências da Organização Militar (OM), reuniu autoridades militares, servidores civis, militares da ativa e da reserva, além de convidados especiais, em uma celebração marcada por reconhecimento, tradição e compromisso com a excelência no atendimento à saúde.

A Diretora da PNSPA, Capitão de Fragata (Md) Ana Luisa de Arêa Leão Alves, destacou em seu discurso a importância da Policlínica Naval para a manutenção da saúde da Família Naval e o empenho contínuo de sua equipe multiprofissional ao longo de mais de duas décadas e meia. “Mais que uma marca no tempo, esta data simboliza a consolidação de um trabalho sério, técnico e humano, e o fortalecimento de um legado de excelência que atravessa gerações”, ressalta a diretora em suas palavras.

Durante a cerimônia, presidida pela CMG (S) Josimary Lima dos Prazeres Lobão, foram entregues diplomas da Ordem dos Cavaleiros de Esculápio, com a finalidade de congregar àqueles que de alguma forma tenham prestado relevantes serviços à PNSPA e/ou à Medicina de Aviação da Marinha, e cultuar os costumes e tradições da Aviação Naval.

 

A Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA) comemorou seu 26º Aniversário com uma Cerimônia Militar alusiva à data, no dia 29 de abril. O evento, realizado nas dependências da Organização Militar (OM), reuniu autoridades militares, servidores civis, militares da ativa e da reserva, além de convidados especiais, em uma celebração marcada por reconhecimento, tradição e compromisso com a excelência no atendimento à saúde.

A Diretora da PNSPA, Capitão de Fragata (Md) Ana Luisa de Arêa Leão Alves, destacou em seu discurso a importância da Policlínica Naval para a manutenção da saúde da Família Naval e o empenho contínuo de sua equipe multiprofissional ao longo de mais de duas décadas e meia. “Mais que uma marca no tempo, esta data simboliza a consolidação de um trabalho sério, técnico e humano, e o fortalecimento de um legado de excelência que atravessa gerações”, ressalta a diretora em suas palavras.

Durante a cerimônia, presidida pela CMG (S) Josimary Lima dos Prazeres Lobão, foram entregues diplomas da Ordem dos Cavaleiros de Esculápio, com a finalidade de congregar àqueles que de alguma forma tenham prestado relevantes serviços à PNSPA e/ou à Medicina de Aviação da Marinha, e cultuar os costumes e tradições da Aviação Naval.

Share

 

O Núcleo de Assistência Social do Comando da Força Aeronaval (NAS/ComForAerNav) realizou, no dia 28 de abril, uma palestra sobre os impactos sociais provenientes dos jogos patológicos. A atividade ocorreu no auditório, e contou com a participação de cerca de 185 militares do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia e OM apoiadas.

A palestra, conduzida pela 2T (RM2-T) Milena Fernandes, psicóloga do NAS, teve um enfoque preventivo, e abordou os efeitos nocivos da compulsão por jogos de azar e apostas on-line na saúde mental dos usuários. Informou sobre as consequências do transtorno que abrangem danos financeiros, sociais e psicológicos, incluindo endividamento, conflitos familiares, ansiedade, depressão e maior risco de suicídio. 

A oficial finalizou o evento pontuando os sinais e sintomas do transtorno e as estratégias de tratamento disponíveis, contribuindo para o aumento da conscientização e mitigação deste problema crescente.

 

O Núcleo de Assistência Social do Comando da Força Aeronaval (NAS/ComForAerNav) realizou, no dia 28 de abril, uma palestra sobre os impactos sociais provenientes dos jogos patológicos. A atividade ocorreu no auditório, e contou com a participação de cerca de 185 militares do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia e OM apoiadas.

A palestra, conduzida pela 2T (RM2-T) Milena Fernandes, psicóloga do NAS, teve um enfoque preventivo, e abordou os efeitos nocivos da compulsão por jogos de azar e apostas on-line na saúde mental dos usuários. Informou sobre as consequências do transtorno que abrangem danos financeiros, sociais e psicológicos, incluindo endividamento, conflitos familiares, ansiedade, depressão e maior risco de suicídio. 

A oficial finalizou o evento pontuando os sinais e sintomas do transtorno e as estratégias de tratamento disponíveis, contribuindo para o aumento da conscientização e mitigação deste problema crescente.

Share

 

No período de 22 a 25 de abril, o 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) realizou, em parceria com o Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), da Força Aérea Brasileira, a instrumentação inicial da aeronave SH-16 Seahawk N-3035. 

A primeira etapa consistiu na identificação dos principais pontos de retirada de sinais analógicos e digitais dos instrumentos da aeronave, viabilizando a coleta de dados fundamentais para futuras campanhas de ensaio em voo. O trabalho marca um avanço importante nos estudos que envolvem o emprego seguro e eficiente do SH-16 a bordo das futuras Fragatas Classe Tamandaré.

A instrumentação representa o primeiro passo de um processo técnico e meticuloso que culminará na confecção do envelope de vento para operações de pouso e decolagem do Seahawk nessas novas plataformas navais. O envelope é essencial para garantir que os limites de operação da aeronave em relação aos ventos relativos sejam conhecidos e respeitados, preservando a segurança de voo e otimizando a capacidade de emprego do vetor embarcado. 
Além do aspecto técnico, o trabalho conjunto entre a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira, por meio da atuação direta dos militares do IPEV, reforça a importância da sinergia entre as Forças Armadas na busca por soluções operacionais de alta complexidade. 

A integração de conhecimentos e capacidades específicas permitiu um avanço concreto em direção à plena operacionalidade das Fragatas Classe Tamandaré com as aeronaves deste Esquadrão, unindo importantes meios navais e aéreos em prol da manutenção da soberania do Brasil.

 

 

No período de 22 a 25 de abril, o 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) realizou, em parceria com o Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), da Força Aérea Brasileira, a instrumentação inicial da aeronave SH-16 Seahawk N-3035. 

A primeira etapa consistiu na identificação dos principais pontos de retirada de sinais analógicos e digitais dos instrumentos da aeronave, viabilizando a coleta de dados fundamentais para futuras campanhas de ensaio em voo. O trabalho marca um avanço importante nos estudos que envolvem o emprego seguro e eficiente do SH-16 a bordo das futuras Fragatas Classe Tamandaré.

A instrumentação representa o primeiro passo de um processo técnico e meticuloso que culminará na confecção do envelope de vento para operações de pouso e decolagem do Seahawk nessas novas plataformas navais. O envelope é essencial para garantir que os limites de operação da aeronave em relação aos ventos relativos sejam conhecidos e respeitados, preservando a segurança de voo e otimizando a capacidade de emprego do vetor embarcado. 
Além do aspecto técnico, o trabalho conjunto entre a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira, por meio da atuação direta dos militares do IPEV, reforça a importância da sinergia entre as Forças Armadas na busca por soluções operacionais de alta complexidade. 

A integração de conhecimentos e capacidades específicas permitiu um avanço concreto em direção à plena operacionalidade das Fragatas Classe Tamandaré com as aeronaves deste Esquadrão, unindo importantes meios navais e aéreos em prol da manutenção da soberania do Brasil.

 

Share

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) realizou, no período de 18 de março a 23 de abril, o Estágio “Juliett”, missão operativa, composta por uma esquadrilha de cinco aeronaves IH-6B, na qual os Oficiais-Alunos tiveram a oportunidade de colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos ao longo do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO) durante o deslocamento aéreo de São Pedro da Aldeia (RJ) à Natal (RN).

Passando pelos aeródromos de Campos-RJ, Vitória-ES, São Mateus-ES, Porto Seguro-BA, Ilhéus-BA, Salvador-BA, Aracaju-SE, Maceió-AL e Natal-RN, os Oficiais-Alunos puderam se familiarizar com as regras de tráfego aéreo, circuitos de aproximação, procedimentos de voo por instrumentos, voo a baixa altura, voo de busca e salvamento e voo de formatura, fundamentais na formação dos Aviadores Navais.

O Estágio “Juliett” é a última etapa da Instrução Prática de Voo do CAAvO. Os alunos passaram pelas diversas fases do curso, iniciado em 1°  de junho de 2024, compreendendo também os estágios de manobras básicas (Alfa), manobras avançadas (Bravo), Navegação por contato (Charlie), voo por instrumentos básico (Delta), rádio-instrumentos (Echo), navegação por instrumentos (Foxtrot), formatura (Golf), emprego de armamento (Hotel) e emprego geral (Índia). 
Ao término do estágio, mais uma vez, o EsqdHI-1 cumpriu sua nobre missão de concluir a parte prática do CAAvO, contribuindo para a formação de uma nova turma de Aviadores Navais para Marinha do Brasil.  

  

 

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) realizou, no período de 18 de março a 23 de abril, o Estágio “Juliett”, missão operativa, composta por uma esquadrilha de cinco aeronaves IH-6B, na qual os Oficiais-Alunos tiveram a oportunidade de colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos ao longo do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAvO) durante o deslocamento aéreo de São Pedro da Aldeia (RJ) à Natal (RN).

Passando pelos aeródromos de Campos-RJ, Vitória-ES, São Mateus-ES, Porto Seguro-BA, Ilhéus-BA, Salvador-BA, Aracaju-SE, Maceió-AL e Natal-RN, os Oficiais-Alunos puderam se familiarizar com as regras de tráfego aéreo, circuitos de aproximação, procedimentos de voo por instrumentos, voo a baixa altura, voo de busca e salvamento e voo de formatura, fundamentais na formação dos Aviadores Navais.

O Estágio “Juliett” é a última etapa da Instrução Prática de Voo do CAAvO. Os alunos passaram pelas diversas fases do curso, iniciado em 1°  de junho de 2024, compreendendo também os estágios de manobras básicas (Alfa), manobras avançadas (Bravo), Navegação por contato (Charlie), voo por instrumentos básico (Delta), rádio-instrumentos (Echo), navegação por instrumentos (Foxtrot), formatura (Golf), emprego de armamento (Hotel) e emprego geral (Índia). 
Ao término do estágio, mais uma vez, o EsqdHI-1 cumpriu sua nobre missão de concluir a parte prática do CAAvO, contribuindo para a formação de uma nova turma de Aviadores Navais para Marinha do Brasil.  

  

 

Share

 

No dia 17 de abril, o Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) promoveu mais uma edição do “Dia do ComCA”, uma iniciativa voltada aos alunos dos cursos de Habilitação a Sargentos (C-HabSG) e de Especialização (C-Espc). 
O evento teve como objetivo proporcionar uma pausa na rotina acadêmica, substituindo as atividades regulares por competições esportivas e um momento de confraternização entre os alunos.

As provas realizadas foram: Natação de Salvamento, Biathlon, Cabo de Guerra e Combat Path. Ao final das disputas, a “Equipe VN” sagrou-se campeã geral dos jogos. A cerimônia de premiação ocorreu durante o tradicional churrasco, que também contou com o sorteio de brindes para os alunos.
Com foco estratégico na “formação de qualidade", o Dia do ComCA reforça a missão da Organização Militar ao integrar atividades físicas e recreativas ao processo formativo. A experiência vivenciada pelos alunos contribui significativamente para o desenvolvimento físico e emocional, promovendo resiliência, espírito de corpo, liderança, disciplina e saúde mental, valores essenciais à formação de militares prontos para os desafios da carreira naval.

    Estiveram presentes no evento, o Comandante do CIAAN, Capitão de Mar e Guerra Fonseca; o Imediato, Capitão de Mar e Guerra  (FN) Thiago; o Suboficial-Mor, SO Queiser; integrantes do Departamento do Corpo de Alunos; além de Oficiais convidados, representantes dos Departamentos Pedagógico e de Instrução.

 

No dia 17 de abril, o Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) promoveu mais uma edição do “Dia do ComCA”, uma iniciativa voltada aos alunos dos cursos de Habilitação a Sargentos (C-HabSG) e de Especialização (C-Espc). 
O evento teve como objetivo proporcionar uma pausa na rotina acadêmica, substituindo as atividades regulares por competições esportivas e um momento de confraternização entre os alunos.

As provas realizadas foram: Natação de Salvamento, Biathlon, Cabo de Guerra e Combat Path. Ao final das disputas, a “Equipe VN” sagrou-se campeã geral dos jogos. A cerimônia de premiação ocorreu durante o tradicional churrasco, que também contou com o sorteio de brindes para os alunos.
Com foco estratégico na “formação de qualidade", o Dia do ComCA reforça a missão da Organização Militar ao integrar atividades físicas e recreativas ao processo formativo. A experiência vivenciada pelos alunos contribui significativamente para o desenvolvimento físico e emocional, promovendo resiliência, espírito de corpo, liderança, disciplina e saúde mental, valores essenciais à formação de militares prontos para os desafios da carreira naval.

    Estiveram presentes no evento, o Comandante do CIAAN, Capitão de Mar e Guerra Fonseca; o Imediato, Capitão de Mar e Guerra  (FN) Thiago; o Suboficial-Mor, SO Queiser; integrantes do Departamento do Corpo de Alunos; além de Oficiais convidados, representantes dos Departamentos Pedagógico e de Instrução.

Share