O Navio Balizador "Comandante Manhães" está subordinado ao Serviço de Sinalização Náutica do Nordeste (SSN-3) e tem a missão de apoiá-lo nas tarefas de implementação, operação, manutenção, instalação ou desativação e fiscalização de sinais de auxílio à navegação de responsabilidade do SSN-3, a fim de contribuir para a segurança da navegação na área do 3º Distrito Naval. Além das referidas fainas nos sinais náuticos, ainda presta apoio nas manutenções da Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo.
O Navio Balizador Comandante Manhães (H 20) é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Capitão de Corveta Antônio Manhães de Mattos, um destacado oficial hidrógrafo. Foi construído pelo Estaleiro São João A.A., em Manaus-AM, financiado com recursos da SUNAMAM- Superintendência Nacional da Marinha Mercante. Com a falência do Estaleiro São João sua construção foi transferida para os Estaleiros da Amazônia S/A (ESTANAVE), também localizado em Manaus. O Comandante Manhães é o terceiro de uma série de quatro unidades da mesma classe. Teve sua quilha batida em 18 de outubro de 1983. Foi submetido à Mostra de Armamento e incorporado a Armada em 15 de agosto de 1984, pela O.D. n.º 0083 do EMA, em cumprimento à Portaria n.º 0755/84 do MM. A cerimônia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada e realizada no caís da Roadway, em Manaus. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-Tenente Antônio Hermínio da Silva Serpa. Em 2011 sofreu modernização do sistema de propulsão e no sistema de geração de energia de bordo, sendo empregada a técnica de "downsizing" para os novos motores e GDG.
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CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
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1 GPS Furuno GP150 |
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Ecobatímetro Furuno FE 700 |
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