
A Ilha da Boa Viagem, na ponta da praia do mesmo nome, revela e oculta dois monumentos arquitetônicos do período colonial – a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem e as ruínas do Forte da Boa Viagem –, ambos construídos no século XVII para vigiar e proteger a Baía de Guanabara.
Em 1810, serviu como local de quarentena e, até 1876, abrigou a Escola de Aprendizes-Marinheiros. Em 1937, todo o conjunto da Ilha foi entregue para guarda e conservação aos Escoteiros do Mar, orientados pelo Almirante Benjamim Sodré, considerado, até sua morte, em 1982, o guardião da Ilha e o sineiro de sua Igreja.
Atrações: a guarita, o calabouço e a capela do século XVII.
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