Heráldica

DESCRIÇÃO

Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por uma elipse feita de um cabo de ouro e terminado em nó direito, campo de faixado-ondado de prata e azul de seis peças, com uma âncora de ouro filetada de preto, tendo superposto à haste uma rosa dos ventos antiga, desenhada pelo cartógrafo Gaspar Viegas em Carta Atlântica de 1534, onde o Brasil figura com especial destaque; no chefe de púrpura um destrochero armado de ouro, segurando um rolo de pergaminho de sua cor, sainte do meio do traço cortado.

EXPLICAÇÃO

O Serviço de Documentação da Marinha (SDM), criado pelo Decreto-Lei 5558, de 8 de junho de 1943, muda de nome para Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM) em 2008, e absorve as tarefas da extinta Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural da Marinha (DPHCM).

Sobre a insígnia em vigor do SDM, foram acrescentadas a âncora e a rosa dos ventos; esta representa o instrumento náutico por excelência utilizado no Ocidente desde a idade média e alude a orientação que cabe à Diretoria dar, normativamente, ao patrimônio histórico da Marinha do Brasil, que estava originariamente em prata na insígnia da DPHCM.

O braço direito vestido de armadura segurando um rolo de pergaminho simboliza a guarda e a segurança dos valiosos documentos confiados à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.

O campo com o faixado-ondado de prata e azul, que evoca o mar por onde navegam os navios da Armada Brasileira, e a âncora de ouro filetada de preto exibem o esmalte e os metais clássicos da Marinha e recordam os seus feitos, seus heróis e
suas glórias.