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Cerimônia transmissão do cargo de Diretor-Geral de Navegação

  • Publicado em 25/04/2024 - 16:35
  • Atualizado em 22/06/2024 - 21:19
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Comandante da Marinha realiza investidura no cargo de Diretor-Geral de Navegação ao Almirante de Esquadra Sílvio Luís

 

O Almirante de Esquadra Sílvio Luís dos Santos assumiu, nesta terça-feira (16/04/2024), o cargo de Diretor-Geral de Navegação (DGN), sucedendo o Almirante de Esquadra Wladmilson Borges de Aguiar, que ocupara o cargo desde 16 de abril de 2021, em cerimônia presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen. O evento ocorreu nas dependências da Diretoria de Hidrografia e Navegação, contando com a presença de ex-Comandantes da Marinha, membros do Almirantado, da Sociedade Amigos da Marinha, de representantes da Comunidade Marítima, além de outras autoridades militares e civis, tanto nacionais quanto internacionais.

 


Comandante da Marinha, AE Marcos Sampaio Olsen, condecora o Almirante Sílvio Luís com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito Naval

Em seu discurso, o Almirante Sílvio Luís destacou a importância do Poder Marítimo para o Progresso Nacional, enfatizando que os espaços marítimos sempre desempenharam um papel crucial no desenvolvimento das civilizações.

“No Brasil, tais ativos do Poder Marítimo atuam em nossas Águas Jurisdicionais, que são compostas pelas águas interiores e pela já renomada Amazônia Azul. Já os componentes econômicos são mensurados pela Economia do Mar ou Economia Azul que, no ano passado, quando aferida por uma métrica ainda não consolidada, perfez um montante perto de 20% do PIB nacional, cerca de R$ 2 trilhões em riquezas à sociedade brasileira.

Ou seja, constata-se a extraordinária preponderância do Poder Marítimo para o Progresso Nacional e, ao seu turno, cabe ao seu componente militar, à Marinha do Brasil, assegurar a sua livre utilização, o seu bom funcionamento e proteger todos os seus ativos a fim de potencializá-lo e, por sua vez, também realimentar-se, tornando-se mais vigorosa. Assim, originando o almejado círculo virtuoso que, releva-se, os poucos países do globo que já o alcançaram, não à toa, são conhecidos hoje como superpotências mundiais.

E, bem aí, nesse relevante, complexo, multifacetado e interconectado contexto que se insere esta Diretoria-Geral, a qual, ao operar transversalmente em nome da Força Naval, nos diversos campos de atuação marinho e econômico, deve obstinadamente realizar ações assertivas para desenvolver nossos ativos marítimos, bem como robustecer a nossa Economia Azul" completou o novo Diretor-Geral.

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