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O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) empregou a aeronave UH-12, esquilo monoturbina em apoio ao Comando do 8° Distrito Naval, para as operações de transporte de pessoal e material para a Raia de Tiro Almirante Newton Braga (RTANBF).

O emprego da aeronave na região é fundamental devido à dificuldade de acesso ao local. O translado para a Ilha de Alcatrazes e para o Farol da Ponta do Boi em Ilha Bela (SP) ocorreu no período de 25 a 30 de setembro.

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) empregou a aeronave UH-12, esquilo monoturbina em apoio ao Comando do 8° Distrito Naval, para as operações de transporte de pessoal e material para a Raia de Tiro Almirante Newton Braga (RTANBF).

O emprego da aeronave na região é fundamental devido à dificuldade de acesso ao local. O translado para a Ilha de Alcatrazes e para o Farol da Ponta do Boi em Ilha Bela (SP) ocorreu no período de 25 a 30 de setembro.

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O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou o treinamento prático de sobrevivência na selva e no mar para os alunos do Curso Especial de Apoio à Aviação para Oficiais (C-ESP-ApAvO) e do Curso Especial de Psicologia de Aviação para Oficiais (C-ESP-PAVO).

O treinamento de sobrevivência no mar contemplou aulas práticas de flutuação, natação utilitária, abordagem e embarque em balsa salva vidas, salto de plataforma e simulador de escape de aeronaves (UTEPAS) e o de sobrevivência na selva contemplou aulas práticas de confecção de abrigo, preparação da área de estacionamento, preparação de armadilhas, primeiros socorros, técnicas para se obter água, alimentos e fogo.

Durante a sobrevivência, os alunos puderam colocar em prática os ensinamentos obtidos em um exercício na Lagoa de Araruama e na mata localizada na Estação Radiogoniométrica da Marinha em Campos Novos.

 

 

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou o treinamento prático de sobrevivência na selva e no mar para os alunos do Curso Especial de Apoio à Aviação para Oficiais (C-ESP-ApAvO) e do Curso Especial de Psicologia de Aviação para Oficiais (C-ESP-PAVO).

O treinamento de sobrevivência no mar contemplou aulas práticas de flutuação, natação utilitária, abordagem e embarque em balsa salva vidas, salto de plataforma e simulador de escape de aeronaves (UTEPAS) e o de sobrevivência na selva contemplou aulas práticas de confecção de abrigo, preparação da área de estacionamento, preparação de armadilhas, primeiros socorros, técnicas para se obter água, alimentos e fogo.

Durante a sobrevivência, os alunos puderam colocar em prática os ensinamentos obtidos em um exercício na Lagoa de Araruama e na mata localizada na Estação Radiogoniométrica da Marinha em Campos Novos.

 

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O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou o primeiro Curso Especial de Tripulante Aéreo de Resgate para Busca e Salvamento (C-Esp-TAR-SAR), voltado para capacitar militares a desempenharem tarefas atinentes à atividade SAR a partir de aeronaves, visando à salvaguarda da vida humana e o recolhimento de materiais de interesse da MB no mar.

O elevado grau de dificuldade para o militar ser aprovado como um Tripulante Aéreo de Resgate (TAR) pode ser observado pela elevada taxa de atrição quando, dos 51 candidatos, apenas 21 obtiveram êxito no processo seletivo, sendo que somente sete alunos conseguiram formar.

O curso é dividido em 3 fases, cuja primeira consiste na adaptação, onde os alunos são submetidos a intensa capacitação física para a atividade de Busca e Salvamento (SAR), e aos fundamentos para a realização de missões de busca e salvamento.

Na segunda fase, conhecida como fase técnica, os alunos realizam Salvamento Aéreo Aquático, operações com guincho na água; Salvamento em Altura, que contou com apoio do Grupamento de Operações Aérea do CBMERJ; Atendimento Pré-Hospitalar para Operadores SAR, ministrado pelo Centro de Medicina Operativa da Marinha; além de instruções sobre: Equipamentos de Apoio, Operações com Aeronaves, Sobrevivência, Busca Marítima e Terrestre.Esta fase contou com as visitas técnicas no SALVAMAR Brasil, no 3º/8ºGAv da FAB (Esquadrão Puma), no Instituto Médico Legal e no CIAvEX.

Na terceira fase, ou fase operacional, os alunos colocam em prática os conhecimentos adquiridos, nos exercícios de: busca em ambiente de selva, pernoite isolado, planejamento e execução de missão SAR, salvamento de múltiplas vítimas e recolhimento utilizando os métodos de extração aprendidos.

 

 

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou o primeiro Curso Especial de Tripulante Aéreo de Resgate para Busca e Salvamento (C-Esp-TAR-SAR), voltado para capacitar militares a desempenharem tarefas atinentes à atividade SAR a partir de aeronaves, visando à salvaguarda da vida humana e o recolhimento de materiais de interesse da MB no mar.

O elevado grau de dificuldade para o militar ser aprovado como um Tripulante Aéreo de Resgate (TAR) pode ser observado pela elevada taxa de atrição quando, dos 51 candidatos, apenas 21 obtiveram êxito no processo seletivo, sendo que somente sete alunos conseguiram formar.

O curso é dividido em 3 fases, cuja primeira consiste na adaptação, onde os alunos são submetidos a intensa capacitação física para a atividade de Busca e Salvamento (SAR), e aos fundamentos para a realização de missões de busca e salvamento.

Na segunda fase, conhecida como fase técnica, os alunos realizam Salvamento Aéreo Aquático, operações com guincho na água; Salvamento em Altura, que contou com apoio do Grupamento de Operações Aérea do CBMERJ; Atendimento Pré-Hospitalar para Operadores SAR, ministrado pelo Centro de Medicina Operativa da Marinha; além de instruções sobre: Equipamentos de Apoio, Operações com Aeronaves, Sobrevivência, Busca Marítima e Terrestre.Esta fase contou com as visitas técnicas no SALVAMAR Brasil, no 3º/8ºGAv da FAB (Esquadrão Puma), no Instituto Médico Legal e no CIAvEX.

Na terceira fase, ou fase operacional, os alunos colocam em prática os conhecimentos adquiridos, nos exercícios de: busca em ambiente de selva, pernoite isolado, planejamento e execução de missão SAR, salvamento de múltiplas vítimas e recolhimento utilizando os métodos de extração aprendidos.

 

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O Capitânia da Esquadra, Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) Atlântico, recebeu a segunda fase da Operação Poseidon nos seus 204 metros de convoo. O treinamento conjunto das Forças Armadas, realizado a cerca de 50 quilômetros da costa de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, envolveu aproximadamente 830 militares, no período de 28 de agosto a 04 de setembro.

A Aviação Naval, tomou parte empregando todas as unidades aéreas subordinadas ao Comando da Força Aeronaval, sendo os cinco Esquadrões de aeronaves de asa rotativa e o Esquadrão de aeronaves de asa fixa, atuando de forma conjunta com a Aviação Militar do Exército e com a Força Aérea Brasileira. A atividade reuniu as aeronaves Pegasus, da Marinha; Jaguar, do Exército; e Caracal, da Aeronáutica; todas do modelo H225M, projeto estratégico do Ministério da Defesa, além dos demais modelos de helicópteros e aviões da Marinha do Brasil. O NAM Atlântico chegou a ter no seu convoo 8 helicópteros.

A Operação Poseidon 2021 contou com um exercício inédito, quais sejam pousos e decolagens de helicópteros da FAB e do EB com o navio em movimento, diferentemente da Operação Poseidon 2020, na qual o NAM Atlântico estava fundeado na baia de Sepetiba.

Dentre as atividades realizadas pela Aviação Naval, os Esquadrões de helicópteros qualificaram seus pilotos em pouso a bordo diurno, noturno, navegação por contato, realizaram exercícios de esclarecimento, FastRope, Pick-up e o Esquadrão de aviões, EsqdVF-1, extendeu a qualificação dos pilotos no exercício de ataque à Força Naval, formatura básica e formatura tática.

A Operação Poseidon teve a bordo do NAM Atlântico, o Ministro da Defesa, General Walter Souza Braga Netto, outras autoridades da Pasta, o Comandante da Marinha e as demais autoridades da Cadeia de Comando da Aviação Naval.

O Comandante da Força Aeronaval se fez presente, acompanhado de seus Titulares das OM subordinadas, comandantes das seis unidades aéreas.

A interoperabilidade entre as três forças, especialmente nas operações aéreas no mar, demonstra o grau de relevância das missões desempenhadas pela Aviação Naval para a Marinha e para o país, além de estreitar os laços de amizade entre as forças.

 

 

O Capitânia da Esquadra, Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) Atlântico, recebeu a segunda fase da Operação Poseidon nos seus 204 metros de convoo. O treinamento conjunto das Forças Armadas, realizado a cerca de 50 quilômetros da costa de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, envolveu aproximadamente 830 militares, no período de 28 de agosto a 04 de setembro.

A Aviação Naval, tomou parte empregando todas as unidades aéreas subordinadas ao Comando da Força Aeronaval, sendo os cinco Esquadrões de aeronaves de asa rotativa e o Esquadrão de aeronaves de asa fixa, atuando de forma conjunta com a Aviação Militar do Exército e com a Força Aérea Brasileira. A atividade reuniu as aeronaves Pegasus, da Marinha; Jaguar, do Exército; e Caracal, da Aeronáutica; todas do modelo H225M, projeto estratégico do Ministério da Defesa, além dos demais modelos de helicópteros e aviões da Marinha do Brasil. O NAM Atlântico chegou a ter no seu convoo 8 helicópteros.

A Operação Poseidon 2021 contou com um exercício inédito, quais sejam pousos e decolagens de helicópteros da FAB e do EB com o navio em movimento, diferentemente da Operação Poseidon 2020, na qual o NAM Atlântico estava fundeado na baia de Sepetiba.

Dentre as atividades realizadas pela Aviação Naval, os Esquadrões de helicópteros qualificaram seus pilotos em pouso a bordo diurno, noturno, navegação por contato, realizaram exercícios de esclarecimento, FastRope, Pick-up e o Esquadrão de aviões, EsqdVF-1, extendeu a qualificação dos pilotos no exercício de ataque à Força Naval, formatura básica e formatura tática.

A Operação Poseidon teve a bordo do NAM Atlântico, o Ministro da Defesa, General Walter Souza Braga Netto, outras autoridades da Pasta, o Comandante da Marinha e as demais autoridades da Cadeia de Comando da Aviação Naval.

O Comandante da Força Aeronaval se fez presente, acompanhado de seus Titulares das OM subordinadas, comandantes das seis unidades aéreas.

A interoperabilidade entre as três forças, especialmente nas operações aéreas no mar, demonstra o grau de relevância das missões desempenhadas pela Aviação Naval para a Marinha e para o país, além de estreitar os laços de amizade entre as forças.

 

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O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) enviou a Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento (CIAsA) para realizar a Verificação de Eficiência (VE) no 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Noroeste (EsqdHU-91), com o propósito de avaliar o estado de prontidão e o grau de adestramento daquela Unidade Aérea (UAe) dentro do Ciclo Padrão de Adestramento.

O Ciclo Padrão de Adestramento compreende as Fase I e Fase II, sendo o período destinado ao adestramento da UAe, e visa o cumprimento dos eventos operativos ou de instrução de voo. A Fase I tem o objetivo de capacitar a UAe à consecução de suas tarefas operativas e a Fase II é destinada ao progressivo adestramento operativo dos pilotos e tripulantes de voo, concomitantemente com as missões operativas.

A CIAsA realizou inspeções nos setores de Operações, de Manutenção e de Segurança de Aviação e, considerando a VE satisfatória, o EsqdHU-91 está apto para atender, a qualquer momento, as necessidades de emprego do Poder Naval ou da Força de Emprego Rápido (FER).

 

 

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) enviou a Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento (CIAsA) para realizar a Verificação de Eficiência (VE) no 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Noroeste (EsqdHU-91), com o propósito de avaliar o estado de prontidão e o grau de adestramento daquela Unidade Aérea (UAe) dentro do Ciclo Padrão de Adestramento.

O Ciclo Padrão de Adestramento compreende as Fase I e Fase II, sendo o período destinado ao adestramento da UAe, e visa o cumprimento dos eventos operativos ou de instrução de voo. A Fase I tem o objetivo de capacitar a UAe à consecução de suas tarefas operativas e a Fase II é destinada ao progressivo adestramento operativo dos pilotos e tripulantes de voo, concomitantemente com as missões operativas.

A CIAsA realizou inspeções nos setores de Operações, de Manutenção e de Segurança de Aviação e, considerando a VE satisfatória, o EsqdHU-91 está apto para atender, a qualquer momento, as necessidades de emprego do Poder Naval ou da Força de Emprego Rápido (FER).

 

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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) foi empregado em missões de Inspeção Naval a partir do porto de Tubarão, em Vitória-ES, com a abrangência de praticamente todo o litoral do Estado do Espírito Santo, no período de 24 a 27 de setembro.

As ações foram coordenadas pela Capitania dos Portos do Espírito Santo e tinham como objetivo empregar a aeronave na fiscalização do tráfego aquaviário em regiões de interesse da MB. A missão alcançou o efeito desejado, principalmente, por contribuir para a manutenção da segurança da navegação e para a conscientização da sociedade civil sobre a importância da preservação de nossos mares, rios e lagos.

 

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) foi empregado em missões de Inspeção Naval a partir do porto de Tubarão, em Vitória-ES, com a abrangência de praticamente todo o litoral do Estado do Espírito Santo, no período de 24 a 27 de setembro.

As ações foram coordenadas pela Capitania dos Portos do Espírito Santo e tinham como objetivo empregar a aeronave na fiscalização do tráfego aquaviário em regiões de interesse da MB. A missão alcançou o efeito desejado, principalmente, por contribuir para a manutenção da segurança da navegação e para a conscientização da sociedade civil sobre a importância da preservação de nossos mares, rios e lagos.

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O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da Operação Ágata – Arco Sul Sudeste, realizada no estado do Paraná, na região fronteiriça com Paraguai e Argentina, no período de 13 a 22 de setembro.

A aeronave UH-15A, N-7108, foi empregada em missões de reconhecimento com a utilização de dispositivo de imageamento térmico (FLIR), transportes de tropa e administrativo, além de ter cumprido alertas de Evacuação Aeromédica (EVAM) diurna e noturna, sendo a primeira Operação com a nova capacidade de realizar voos assistidos por Óculos de Visão Noturna (OVN).

A Operação Ágata é uma importante missão interagências, que busca incrementar a sinergia e a interoperabilidade entre os diversos órgãos de segurança pública envolvidos, contribuindo para o aumento da segurança na área de fronteira por meio da efetiva presença de várias instituições do Estado.

 

 

O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da Operação Ágata – Arco Sul Sudeste, realizada no estado do Paraná, na região fronteiriça com Paraguai e Argentina, no período de 13 a 22 de setembro.

A aeronave UH-15A, N-7108, foi empregada em missões de reconhecimento com a utilização de dispositivo de imageamento térmico (FLIR), transportes de tropa e administrativo, além de ter cumprido alertas de Evacuação Aeromédica (EVAM) diurna e noturna, sendo a primeira Operação com a nova capacidade de realizar voos assistidos por Óculos de Visão Noturna (OVN).

A Operação Ágata é uma importante missão interagências, que busca incrementar a sinergia e a interoperabilidade entre os diversos órgãos de segurança pública envolvidos, contribuindo para o aumento da segurança na área de fronteira por meio da efetiva presença de várias instituições do Estado.

 

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O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou a Aula Inaugural do Curso de Aperfeiçoamento Avançado de Mantenedor de Aeronaves para Praças (C-ApA-MantAv-PR) e Curso de Aperfeiçoamento Avançado de Gerenciamento de Equipes de Controle de Tráfego Aéreo para Praças (C-ApA-GeqCV-PR), no Auditório do Comando da Força Aeronaval.

A aula inaugural, ministrada pelo 1°SG AV-MV Victor Fernandes Regis, integrante da equipe docente dos cursos, teve por objetivo apresentar os referidos cursos aos 45 alunos, além dos militares do Departamento de Praças.

 

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou a Aula Inaugural do Curso de Aperfeiçoamento Avançado de Mantenedor de Aeronaves para Praças (C-ApA-MantAv-PR) e Curso de Aperfeiçoamento Avançado de Gerenciamento de Equipes de Controle de Tráfego Aéreo para Praças (C-ApA-GeqCV-PR), no Auditório do Comando da Força Aeronaval.

A aula inaugural, ministrada pelo 1°SG AV-MV Victor Fernandes Regis, integrante da equipe docente dos cursos, teve por objetivo apresentar os referidos cursos aos 45 alunos, além dos militares do Departamento de Praças.

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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) realizou voo de Inspeção Naval em apoio à Delegacia da Capitania dos Partos em Cabo Frio – RJ. A aeronave N-7082, UH-12, Esquilo Monomotor, sobrevoou as localidades de Búzios, Arraial do Cabo, Araruama, Cabo Frio e outros pontos de interesse da Autoridade Marítima.

Na ocasião, foi vistoriada uma extensa área litorânea, a fim de contribuir para a identificação de possíveis irregularidades, tendo em vista o grande volume de embarcações que trafegam pelo litoral sul da região, contribuindo, assim, para a segurança do tráfego aquaviário na região.

 

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) realizou voo de Inspeção Naval em apoio à Delegacia da Capitania dos Partos em Cabo Frio – RJ. A aeronave N-7082, UH-12, Esquilo Monomotor, sobrevoou as localidades de Búzios, Arraial do Cabo, Araruama, Cabo Frio e outros pontos de interesse da Autoridade Marítima.

Na ocasião, foi vistoriada uma extensa área litorânea, a fim de contribuir para a identificação de possíveis irregularidades, tendo em vista o grande volume de embarcações que trafegam pelo litoral sul da região, contribuindo, assim, para a segurança do tráfego aquaviário na região.

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O Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) finalizou duas inspeções que acontecem de forma recorrente na Aviação Naval. A aeronave Seahawk, N-3033, do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino passou pelas inspeções de 365 dias e Fase Alfa, simultaneamente.
A inspeção da N-3033 realizada pela 1ª vez pelo GAerNavMan, sofreu uma intervenção de grande monta, na qual foi totalmente desmontada e inspecionada de forma preventiva.
A manutenção, que iniciou no dia 4 de agosto, foi finalizada após dois meses de dedicação de 22 militares do Projeto HS-1, possibilitando, assim, a prontificação de mais uma aeronave para Esquadra.

 

 

O Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) finalizou duas inspeções que acontecem de forma recorrente na Aviação Naval. A aeronave Seahawk, N-3033, do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino passou pelas inspeções de 365 dias e Fase Alfa, simultaneamente.
A inspeção da N-3033 realizada pela 1ª vez pelo GAerNavMan, sofreu uma intervenção de grande monta, na qual foi totalmente desmontada e inspecionada de forma preventiva.
A manutenção, que iniciou no dia 4 de agosto, foi finalizada após dois meses de dedicação de 22 militares do Projeto HS-1, possibilitando, assim, a prontificação de mais uma aeronave para Esquadra.

 

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