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O Comando da Força Aeronaval recebeu a visita de 29 Aspirantes da Escola Naval com o propósito de conhecerem as atividades relacionadas à Aviação Naval.

O intuito da visita é apresentar aos alunos as rotinas do aviador naval, com o propósito de assessorar a escolha dos futuros oficiais que optarem seguir carreira nos Corpos da Armada e de Fuzileiro Naval que, por meio de processo seletivo interno, poderão se tornar pilotos.

Durante os dias 27 e 28 de abril, os Aspirantes foram recebidos pelo Comandante da Força, Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, que proferiu uma apresentação contando um pouco sobre sua carreira, apresentou as Organizações Militares que compõem o Complexo Aeronaval e expressou algumas palavras de incentivo aos jovens ouvintes.

Os Aspirantes puderam conhecer a estrutura dos Esquadrões e elucidar dúvidas sobre a carreira do aviador naval e absorver um pouco da cultura aeronaval. Nesse ínterim, tiveram a oportunidade de realizar voos na condição de passageiros.

 

 

 

O Comando da Força Aeronaval recebeu a visita de 29 Aspirantes da Escola Naval com o propósito de conhecerem as atividades relacionadas à Aviação Naval.

O intuito da visita é apresentar aos alunos as rotinas do aviador naval, com o propósito de assessorar a escolha dos futuros oficiais que optarem seguir carreira nos Corpos da Armada e de Fuzileiro Naval que, por meio de processo seletivo interno, poderão se tornar pilotos.

Durante os dias 27 e 28 de abril, os Aspirantes foram recebidos pelo Comandante da Força, Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, que proferiu uma apresentação contando um pouco sobre sua carreira, apresentou as Organizações Militares que compõem o Complexo Aeronaval e expressou algumas palavras de incentivo aos jovens ouvintes.

Os Aspirantes puderam conhecer a estrutura dos Esquadrões e elucidar dúvidas sobre a carreira do aviador naval e absorver um pouco da cultura aeronaval. Nesse ínterim, tiveram a oportunidade de realizar voos na condição de passageiros.

 

 

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O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte resgatou seis tripulantes da embarcação B/M “Bom Jesus”, desaparecida desde o dia 27 de março, com emprego de uma aeronave Super Cougar, no dia 13 de abril.

A embarcação saiu de Santarém, no dia 24 de março, com destino ao município de Chaves (PA). Segundo relatos dos tripulantes, houve um incêndio no interior do meio, que acarretou em naufrágio do barco próximo à ilha das Flechas, perto da Foz do Rio Amazonas.

Pescadores que estavam na região costeira da ilha encontraram um bilhete escrito pelos tripulantes, indicando o local do naufrágio. Após passarem 17 dias na ilha, usando alimentos que estavam no barco e além de água da chuva, eles foram encontrados ao norte do estado do Pará, a cerca de 150 quilômetros da capital.

Segundo relato de um dos tripulantes da embarcação, a ideia inusitada foi com base em conhecimento adquirido em curso ministrado pela própria Marinha: “Aprendi essa tática em um curso que fiz na Marinha, onde foi dito que em casos como esses podia se escrever um bilhete, colocá-lo em uma garrafa e amarrá-lo em uma boia, colocando no mar”.

As constantes ações de prevenção, conscientização e outras iniciativas em prol da segurança da navegação, realizadas pelas Capitanias dos Portos em todo o território brasileiro, possibilitam que conhecimentos como o aplicado pelo tripulante, sejam o diferencial em situações de perigo.

Cabe destacar ainda, a ação realizada pelos Tripulantes Aéreo de Resgate (TAR) que são balizadas
nos valores militares e nos riscos que as atividades operacionais exigem destes
profissionais, c
ujo objetivo principal é a valorização da vida humana. Ressaltando-se o lema
internacional do SAR (Busca e Salvamento): "Para que outros possam viver."

Na aeronave, eles foram atendidos por militares médicos e enfermeiro, que prestaram os primeiros socorros, ao chegarem a cidade de Belém (PA), foram encaminhados para uma Unidade de Pronto Atendimento da região.

 

 

 

 

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte resgatou seis tripulantes da embarcação B/M “Bom Jesus”, desaparecida desde o dia 27 de março, com emprego de uma aeronave Super Cougar, no dia 13 de abril.

A embarcação saiu de Santarém, no dia 24 de março, com destino ao município de Chaves (PA). Segundo relatos dos tripulantes, houve um incêndio no interior do meio, que acarretou em naufrágio do barco próximo à ilha das Flechas, perto da Foz do Rio Amazonas.

Pescadores que estavam na região costeira da ilha encontraram um bilhete escrito pelos tripulantes, indicando o local do naufrágio. Após passarem 17 dias na ilha, usando alimentos que estavam no barco e além de água da chuva, eles foram encontrados ao norte do estado do Pará, a cerca de 150 quilômetros da capital.

Segundo relato de um dos tripulantes da embarcação, a ideia inusitada foi com base em conhecimento adquirido em curso ministrado pela própria Marinha: “Aprendi essa tática em um curso que fiz na Marinha, onde foi dito que em casos como esses podia se escrever um bilhete, colocá-lo em uma garrafa e amarrá-lo em uma boia, colocando no mar”.

As constantes ações de prevenção, conscientização e outras iniciativas em prol da segurança da navegação, realizadas pelas Capitanias dos Portos em todo o território brasileiro, possibilitam que conhecimentos como o aplicado pelo tripulante, sejam o diferencial em situações de perigo.

Cabe destacar ainda, a ação realizada pelos Tripulantes Aéreo de Resgate (TAR) que são balizadas
nos valores militares e nos riscos que as atividades operacionais exigem destes
profissionais, c
ujo objetivo principal é a valorização da vida humana. Ressaltando-se o lema
internacional do SAR (Busca e Salvamento): "Para que outros possam viver."

Na aeronave, eles foram atendidos por militares médicos e enfermeiro, que prestaram os primeiros socorros, ao chegarem a cidade de Belém (PA), foram encaminhados para uma Unidade de Pronto Atendimento da região.

 

 

 

 

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O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), após dois anos, retomou as atividades do Programa Força no Esporte (PROFESP), no dia 19 de abril.

O PROFESP é destinado ao atendimento de crianças, adolescentes e jovens de ambos os sexos, em situação de vulnerabilidade social. E tem por finalidade promover a valorização da pessoa, reduzir riscos sociais e fortalecer a cidadania, a inclusão e a integração social dos beneficiados, por meio de acesso à prática de atividades esportivas e físicas saudáveis e de atividades socialmente inclusivas, realizadas no contraturno escolar, dentro das organizações militares.

As atividades, inicialmente, contemplam 50 alunos da Escola Municipal Professora Miriam Alves Guimarães, com idade entre 12 e 16 anos. A retomada contou com a presença do Comandante do CIAAN, Capitão de Mar e Guerra Eduardo Luís Guimarães de Moura.

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), após dois anos, retomou as atividades do Programa Força no Esporte (PROFESP), no dia 19 de abril.

O PROFESP é destinado ao atendimento de crianças, adolescentes e jovens de ambos os sexos, em situação de vulnerabilidade social. E tem por finalidade promover a valorização da pessoa, reduzir riscos sociais e fortalecer a cidadania, a inclusão e a integração social dos beneficiados, por meio de acesso à prática de atividades esportivas e físicas saudáveis e de atividades socialmente inclusivas, realizadas no contraturno escolar, dentro das organizações militares.

As atividades, inicialmente, contemplam 50 alunos da Escola Municipal Professora Miriam Alves Guimarães, com idade entre 12 e 16 anos. A retomada contou com a presença do Comandante do CIAAN, Capitão de Mar e Guerra Eduardo Luís Guimarães de Moura.

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O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Noroeste apoiou as Forças de Segurança no combate às atividades de organizações criminosas e intensificou a presença do Estado na linha fronteiriça durante a Operação Ágata Amazônia 2022, deflagrada pelo Ministério da Defesa, no período de 15 de março a 06 de abril.

As aeronaves, modelo UH-12 “Esquilo” N-7055 e N-7089, foram empregadas nas ações de Patrulhamento, transporte de pessoal e material, estando preparadas para eventual necessidade de emprego em caso de evacuação aeromédica (EVAM).

A operação realizada no município de Japurá (AM), fronteira com a Colômbia (COL) contou também com apoio da Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Órgãos de Segurança Pública Estaduais e Municipais da localidade.

As aeronaves do Esquadrão “Tucano” fizeram um trabalho minucioso de reconhecimento aéreo, aumentando o raio de ação das tropas que se deslocavam por meio de embarcações, localizando áreas utilizadas para extração ilegal de ouro. Alguns trechos, que eram áreas de difícil acesso para os Navios-Patrulha Fluviais que também foram empregados na missão, puderam ser verificados devido ao apoio aéreo prestado.

A Operação Ágata ocorre em toda área da Amazônia Ocidental visando combater crimes transfronteiriços e ambientais na modalidade de usurpação, produção de bens ou exploração de matéria-prima pertencentes à união.

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Noroeste apoiou as Forças de Segurança no combate às atividades de organizações criminosas e intensificou a presença do Estado na linha fronteiriça durante a Operação Ágata Amazônia 2022, deflagrada pelo Ministério da Defesa, no período de 15 de março a 06 de abril.

As aeronaves, modelo UH-12 “Esquilo” N-7055 e N-7089, foram empregadas nas ações de Patrulhamento, transporte de pessoal e material, estando preparadas para eventual necessidade de emprego em caso de evacuação aeromédica (EVAM).

A operação realizada no município de Japurá (AM), fronteira com a Colômbia (COL) contou também com apoio da Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Órgãos de Segurança Pública Estaduais e Municipais da localidade.

As aeronaves do Esquadrão “Tucano” fizeram um trabalho minucioso de reconhecimento aéreo, aumentando o raio de ação das tropas que se deslocavam por meio de embarcações, localizando áreas utilizadas para extração ilegal de ouro. Alguns trechos, que eram áreas de difícil acesso para os Navios-Patrulha Fluviais que também foram empregados na missão, puderam ser verificados devido ao apoio aéreo prestado.

A Operação Ágata ocorre em toda área da Amazônia Ocidental visando combater crimes transfronteiriços e ambientais na modalidade de usurpação, produção de bens ou exploração de matéria-prima pertencentes à união.

 

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Dois Oficiais Alunos (OA) do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) concluíram o Curso de Piloto de Aeronaves (CPA) no Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx). Os militares receberam os respectivos certificados de conclusão de curso e os distintivos de Aviador do Exército Brasileiro (EB) na cerimônia realizada no dia 06 de abril.

O CPA ministrado pelo CIAvEX é realizado em Taubaté-SP e é equiparado ao Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO), conduzido pelo CIAAN. Cabe ressaltar que o Segundo-Tenente Alan Pereira obteve destaque no referido curso por ter obtido a maior média entre todos os dezesseis OA concludentes.

Após regressarem a São Pedro da Aldeia, os formandos serão designados para os Esquadrões de Helicópteros da Marinha do Brasil para compor suas tripulações, dando prosseguimento à carreira de Aviador Naval e serão responsáveis em disseminar os conhecimentos adquiridos junto à Aviação do EB.

 

Dois Oficiais Alunos (OA) do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) concluíram o Curso de Piloto de Aeronaves (CPA) no Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx). Os militares receberam os respectivos certificados de conclusão de curso e os distintivos de Aviador do Exército Brasileiro (EB) na cerimônia realizada no dia 06 de abril.

O CPA ministrado pelo CIAvEX é realizado em Taubaté-SP e é equiparado ao Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO), conduzido pelo CIAAN. Cabe ressaltar que o Segundo-Tenente Alan Pereira obteve destaque no referido curso por ter obtido a maior média entre todos os dezesseis OA concludentes.

Após regressarem a São Pedro da Aldeia, os formandos serão designados para os Esquadrões de Helicópteros da Marinha do Brasil para compor suas tripulações, dando prosseguimento à carreira de Aviador Naval e serão responsáveis em disseminar os conhecimentos adquiridos junto à Aviação do EB.

 

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O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) realizou dois apoios a adestramentos realizados junto a equipes do Corpo de Fuzileiros Navais, no período de 26 a 29 de março e 02 de abril de 2022, respectivamente.

A aeronave UH-12 N-7082, participou do Adestramento de Equipes da Força de Fuzileiros da Esquadra (ADEST-EQ-FFE 2022) na Ilha da Marambaia entre os dias 26 a 29 de março. O “Águia 82” fez parte da cadeia de evacuação durante o adestramento de tiro, permanecendo em condição de prontidão entre o Nascer e o Pôr do Sol, a fim de realizar a evacuação aeromédica (EVAM) para o Hospital Naval Marcílio Dias, em caso de acidentes.

Já no dia 02 de Abril, a aeronave UH-12 N-7085 realizou o Adestramento de Equipes Antiaérea com o Batalhão de Combate Aéreo do Corpo de Fuzileiros Navais. Durante o exercício, a aeronave realizou treinamento de Vetoração pela Companhia de Controle Aerotático e adestramento de Apoio de Fogo Aéreo contra alvos simulados no solo, conduzidos pelo Guia Aéreo Avançado (GAA).

A participação foi de grande relevância para o Esquadrão, tendo em vista que demonstra a pluralidade do emprego das aeronaves UH-12, incrementando as capacidades da Força Aeronaval no âmbito da Esquadra.

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) realizou dois apoios a adestramentos realizados junto a equipes do Corpo de Fuzileiros Navais, no período de 26 a 29 de março e 02 de abril de 2022, respectivamente.

A aeronave UH-12 N-7082, participou do Adestramento de Equipes da Força de Fuzileiros da Esquadra (ADEST-EQ-FFE 2022) na Ilha da Marambaia entre os dias 26 a 29 de março. O “Águia 82” fez parte da cadeia de evacuação durante o adestramento de tiro, permanecendo em condição de prontidão entre o Nascer e o Pôr do Sol, a fim de realizar a evacuação aeromédica (EVAM) para o Hospital Naval Marcílio Dias, em caso de acidentes.

Já no dia 02 de Abril, a aeronave UH-12 N-7085 realizou o Adestramento de Equipes Antiaérea com o Batalhão de Combate Aéreo do Corpo de Fuzileiros Navais. Durante o exercício, a aeronave realizou treinamento de Vetoração pela Companhia de Controle Aerotático e adestramento de Apoio de Fogo Aéreo contra alvos simulados no solo, conduzidos pelo Guia Aéreo Avançado (GAA).

A participação foi de grande relevância para o Esquadrão, tendo em vista que demonstra a pluralidade do emprego das aeronaves UH-12, incrementando as capacidades da Força Aeronaval no âmbito da Esquadra.

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O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou evacuação aeromédica em alto-mar a uma distância aproximada de 135 milhas náuticas (270 km) da costa do município de Vitória (ES), no dia 04 de abril. O tripulante de nacionalidade Ucraniana sofria com fortes dores abdominais e febre, com suspeita de apendicite.

Em uma ação planejada durante 3 dias, a equipe do EsqdHU-2, composta por nove militares, resgatou o passageiro do Navio Mercante Cresty, de bandeira do Chipre, que saiu da Argentina em direção à Nigéria, e trafegava a mais de 800 milhas náuticas (1.600 km) da costa brasileira, em uma operação que durou, aproximadamente, 3 horas de voo. O tripulante evacuado foi levado ao Hospital Santa Rita, no município de Vitória (ES), para os devidos cuidados hospitalares.

O sucesso e complexidade da Operação de Busca e Salvamento no Mar (SAR), executada pelos militares de São Pedro da Aldeia e com o apoio do Salvamar Leste (COM2DN), do Salvamar Sueste (COM1DN) e da Capitania dos Porto do Espírito Santo (CPES), demonstra o esforço da Marinha do Brasil em garantir a salvaguarda da vida humana no mar e de cuidar da nossa gente.

 

 

O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou evacuação aeromédica em alto-mar a uma distância aproximada de 135 milhas náuticas (270 km) da costa do município de Vitória (ES), no dia 04 de abril. O tripulante de nacionalidade Ucraniana sofria com fortes dores abdominais e febre, com suspeita de apendicite.

Em uma ação planejada durante 3 dias, a equipe do EsqdHU-2, composta por nove militares, resgatou o passageiro do Navio Mercante Cresty, de bandeira do Chipre, que saiu da Argentina em direção à Nigéria, e trafegava a mais de 800 milhas náuticas (1.600 km) da costa brasileira, em uma operação que durou, aproximadamente, 3 horas de voo. O tripulante evacuado foi levado ao Hospital Santa Rita, no município de Vitória (ES), para os devidos cuidados hospitalares.

O sucesso e complexidade da Operação de Busca e Salvamento no Mar (SAR), executada pelos militares de São Pedro da Aldeia e com o apoio do Salvamar Leste (COM2DN), do Salvamar Sueste (COM1DN) e da Capitania dos Porto do Espírito Santo (CPES), demonstra o esforço da Marinha do Brasil em garantir a salvaguarda da vida humana no mar e de cuidar da nossa gente.

 

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O Comando da Força Aeronaval realizou a Cerimônia de Transmissão do cargo de Comandante da Força Aeronaval no dia 07 de abril. Após cerca de um ano, o Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho passou o cargo para o Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior.

A solenidade foi presidida pelo Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Arthur Fernando Bettega Corrêa, e contou com a participação de alguns Ex-ComForAerNav, do Diretor Geral do Pessoal da Marinha, Almirante de Esquadra Claudio Henrique Mello de Almeida, do Prefeito da cidade de São Pedro da Aldeia, Sr Fábio do Pastel, além dos “Velhas Águias” e de outras autoridades civis e militares.

Ao assumir o Comando, o Almirante Fonseca Junior destacou: “Teria sido impossível para aquela criança, que, à época, corria deslumbrado atrás dos helicópteros que cruzavam os céus de nossas vilas navais, imaginar que um dia estaria onde estou exatamente agora, laureado por uma honraria dessa magnitude, ao assumir o Comando da Força Aeronaval.”; e, direcionando seu discurso à tripulação reforçou: “Desta forma, concito neste momento, o apoio incondicional e o total comprometimento com o serviço de todos os senhores para sobrepujar os enormes desafios que ainda hão de surgir, comprometendo-me, juntamente com vocês, a dar o melhor de mim nesta nova jornada.”

 

 

 

 

O Comando da Força Aeronaval realizou a Cerimônia de Transmissão do cargo de Comandante da Força Aeronaval no dia 07 de abril. Após cerca de um ano, o Contra-Almirante José Vicente de Alvarenga Filho passou o cargo para o Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior.

A solenidade foi presidida pelo Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Arthur Fernando Bettega Corrêa, e contou com a participação de alguns Ex-ComForAerNav, do Diretor Geral do Pessoal da Marinha, Almirante de Esquadra Claudio Henrique Mello de Almeida, do Prefeito da cidade de São Pedro da Aldeia, Sr Fábio do Pastel, além dos “Velhas Águias” e de outras autoridades civis e militares.

Ao assumir o Comando, o Almirante Fonseca Junior destacou: “Teria sido impossível para aquela criança, que, à época, corria deslumbrado atrás dos helicópteros que cruzavam os céus de nossas vilas navais, imaginar que um dia estaria onde estou exatamente agora, laureado por uma honraria dessa magnitude, ao assumir o Comando da Força Aeronaval.”; e, direcionando seu discurso à tripulação reforçou: “Desta forma, concito neste momento, o apoio incondicional e o total comprometimento com o serviço de todos os senhores para sobrepujar os enormes desafios que ainda hão de surgir, comprometendo-me, juntamente com vocês, a dar o melhor de mim nesta nova jornada.”

 

 

 

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A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA) e o Grupo Aeronaval de Manutenção (GAerNavMan), com intuito de contribuir para a manutenção do treinamento de Prática Terrestre de Pouso em Navio (PTPN), executaram a reparação e substituição do sistema ótico fixo por um sistema móvel, capaz de ser empregado na pista de pouso e decolagem do aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller.

O antigo Sistema Óptico de Emergência (SOE) ficava instalado, de forma fixa, no Navio-Aeródromo (NAe) São Paulo e servia para auxiliar o pouso das aeronaves de asa fixa que operavam naquele Navio. O projeto, bastante desafiador devido ao longo tempo sem operação e de suas condições degradadas, teve a necessidade de execução de um minucioso trabalho de reparação dos sistemas elétrico, óptico e estrutural.

Além da necessidade de confeccionar um novo sistema elétrico para aumentar a segurança do operador, novas estruturas metálicas para suportar o conjunto de luminárias tiveram que ser desenvolvidas, bem como o sistema de tração, que será conectado por engate rápido nas viaturas que operam na pista da BaeNSPA.

 

 

A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA) e o Grupo Aeronaval de Manutenção (GAerNavMan), com intuito de contribuir para a manutenção do treinamento de Prática Terrestre de Pouso em Navio (PTPN), executaram a reparação e substituição do sistema ótico fixo por um sistema móvel, capaz de ser empregado na pista de pouso e decolagem do aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller.

O antigo Sistema Óptico de Emergência (SOE) ficava instalado, de forma fixa, no Navio-Aeródromo (NAe) São Paulo e servia para auxiliar o pouso das aeronaves de asa fixa que operavam naquele Navio. O projeto, bastante desafiador devido ao longo tempo sem operação e de suas condições degradadas, teve a necessidade de execução de um minucioso trabalho de reparação dos sistemas elétrico, óptico e estrutural.

Além da necessidade de confeccionar um novo sistema elétrico para aumentar a segurança do operador, novas estruturas metálicas para suportar o conjunto de luminárias tiveram que ser desenvolvidas, bem como o sistema de tração, que será conectado por engate rápido nas viaturas que operam na pista da BaeNSPA.

 

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A equipe da Divisão Técnica da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, em conjunto com as equipes do Museu da Aviação Naval e do Batalhão de Engenharia do Corpo de Fuzileiros Navais, concluiu a recuperação e a montagem do Sistema Ótico de Pouso na área externa do Museu Aeronaval, no dia 25 de março de 2022.

 

O Sistema Ótico de Pouso é um sistema utilizado a bordo dos Porta-aviões para orientar a trajetória de aproximação para pouso das aeronaves de interceptação e ataque. Foi desenvolvido após a Segunda Guerra Mundial e consiste em uma fileira horizontal de luzes verdes, usadas como referência, e uma coluna de luzes verticais, as quais sinalizam se a aeronave está muito alta, muito baixa, ou na altitude correta, enquanto o piloto se aproxima do convés do porta-aviões. Além dessas, existem outras luzes que são utilizadas para indicar manobras ao piloto, tais como o cancelamento do pouso e a arremetida.

 

O transporte do Sistema Ótico de Pouso contou com o apoio do Batalhão de Engenharia do Corpo de Fuzileiros Navais, que apoiou com um caminhão tipo Munck, com capacidade de 10 toneladas.

A equipe da Divisão Técnica da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, em conjunto com as equipes do Museu da Aviação Naval e do Batalhão de Engenharia do Corpo de Fuzileiros Navais, concluiu a recuperação e a montagem do Sistema Ótico de Pouso na área externa do Museu Aeronaval, no dia 25 de março de 2022.

 

O Sistema Ótico de Pouso é um sistema utilizado a bordo dos Porta-aviões para orientar a trajetória de aproximação para pouso das aeronaves de interceptação e ataque. Foi desenvolvido após a Segunda Guerra Mundial e consiste em uma fileira horizontal de luzes verdes, usadas como referência, e uma coluna de luzes verticais, as quais sinalizam se a aeronave está muito alta, muito baixa, ou na altitude correta, enquanto o piloto se aproxima do convés do porta-aviões. Além dessas, existem outras luzes que são utilizadas para indicar manobras ao piloto, tais como o cancelamento do pouso e a arremetida.

 

O transporte do Sistema Ótico de Pouso contou com o apoio do Batalhão de Engenharia do Corpo de Fuzileiros Navais, que apoiou com um caminhão tipo Munck, com capacidade de 10 toneladas.

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