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No dia 23 de outubro, durante a comissão “Atlas – Armas Combinadas 2025”, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1), por meio de um Destacamento Aéreo Embarcado no Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, realizou operações aéreas com o Navio-Auxiliar “Pará”. A atividade teve como objetivo contribuir para a manutenção da qualificação das Equipes de Manobra e Crash (EQMAN) dos navios subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte.

Nas proximidades da Baía de Marajó, a aeronave UH-12 realizou circuitos de Qualificação e Requalificação de Pouso a Bordo (QRPB), além de procedimentos de Pick-Up e VERTREP, proporcionando treinamento realista em diferentes cenários operativos.

A operação representou uma oportunidade relevante para o incremento da experiência da tripulação do EsqdHU-1 em operações com múltiplos meios navais, contribuindo para a manutenção da prontidão e da capacidade operativa dos navios da Marinha do Brasil na Região Norte.

 

 

No dia 23 de outubro, durante a comissão “Atlas – Armas Combinadas 2025”, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1), por meio de um Destacamento Aéreo Embarcado no Navio-Aeródromo Multipropósito (NAM) “Atlântico”, realizou operações aéreas com o Navio-Auxiliar “Pará”. A atividade teve como objetivo contribuir para a manutenção da qualificação das Equipes de Manobra e Crash (EQMAN) dos navios subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte.

Nas proximidades da Baía de Marajó, a aeronave UH-12 realizou circuitos de Qualificação e Requalificação de Pouso a Bordo (QRPB), além de procedimentos de Pick-Up e VERTREP, proporcionando treinamento realista em diferentes cenários operativos.

A operação representou uma oportunidade relevante para o incremento da experiência da tripulação do EsqdHU-1 em operações com múltiplos meios navais, contribuindo para a manutenção da prontidão e da capacidade operativa dos navios da Marinha do Brasil na Região Norte.

 

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Entre os dias 15 e 20 de outubro, o 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) recebeu os Oficiais-Alunos do Curso Especial de Apoio à Aviação para Oficiais (C-Esp-ApAvO) para uma visita institucional. A atividade, conduzida pelos Departamentos de Operações e Manutenção, teve como propósito apresentar a estrutura organizacional, as rotinas e os processos que asseguram a prontidão operativa do Esquadrão.

Durante o ciclo de instruções, os alunos conheceram o gerenciamento de inspeções das aeronaves, o controle das qualificações das tripulações, o planejamento de adestramentos e os procedimentos de supervisão de voo. Foram destacadas as etapas de validação de competências e a gestão do emprego das aeronaves em diferentes perfis de missão, com foco na disponibilidade e na operabilidade dos meios.

No Departamento de Manutenção, os Oficiais percorreram a Divisão de Material, a ferramentaria e o Paiol de Armamento, observando equipamentos e sistemas empregados pelo Esquadrão, como CADs, metralhadoras, mísseis e Óculos de Visão Noturna (OVN). A visita também apresentou o Projeto HS, do Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan), que contempla as fases de manutenção de primeiro e segundo escalão das aeronaves.

A atividade proporcionou aos Oficiais-Alunos uma visão integrada do ciclo completo de preparo e emprego dos meios aéreos — do planejamento à execução — reforçando o caráter prático da formação e a aderência aos padrões de excelência da Aviação Naval.

 

 


 

Entre os dias 15 e 20 de outubro, o 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) recebeu os Oficiais-Alunos do Curso Especial de Apoio à Aviação para Oficiais (C-Esp-ApAvO) para uma visita institucional. A atividade, conduzida pelos Departamentos de Operações e Manutenção, teve como propósito apresentar a estrutura organizacional, as rotinas e os processos que asseguram a prontidão operativa do Esquadrão.

Durante o ciclo de instruções, os alunos conheceram o gerenciamento de inspeções das aeronaves, o controle das qualificações das tripulações, o planejamento de adestramentos e os procedimentos de supervisão de voo. Foram destacadas as etapas de validação de competências e a gestão do emprego das aeronaves em diferentes perfis de missão, com foco na disponibilidade e na operabilidade dos meios.

No Departamento de Manutenção, os Oficiais percorreram a Divisão de Material, a ferramentaria e o Paiol de Armamento, observando equipamentos e sistemas empregados pelo Esquadrão, como CADs, metralhadoras, mísseis e Óculos de Visão Noturna (OVN). A visita também apresentou o Projeto HS, do Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan), que contempla as fases de manutenção de primeiro e segundo escalão das aeronaves.

A atividade proporcionou aos Oficiais-Alunos uma visão integrada do ciclo completo de preparo e emprego dos meios aéreos — do planejamento à execução — reforçando o caráter prático da formação e a aderência aos padrões de excelência da Aviação Naval.

 

 

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No período de 13 a 17 de outubro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1), por meio de um Destacamento Aéreo Naval composto por sete pilotos, realizou treinamento de emergência em simuladores de voo da aeronave AS350, Esquilo, no Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), em Taubaté-SP.

Durante as simulações, foram reproduzidas diversas panes e condições meteorológicas adversas, possibilitando aos Aviadores Navais o emprego de ferramentas de apoio ao processo decisório, como o Corporate Resource Mana-gement (CRM). A atividade teve como foco o aprimoramento dos procedimentos de emergência e o desenvolvimento da capacidade de gerenciamento de risco em situações críticas de voo.

Além de elevar o nível de preparo técnico dos pilotos, o treinamento reforçou a interoperabilidade e fortaleceu os laços institucionais com a Aviação do Exército, proporcionando ambiente favorável ao intercâmbio de experiências e ao debate construtivo sobre segurança de voo entre as duas Forças.

O Programa de Treina-mento de Emergências em Simulador, apoiado pelo CIAvEx, segue como ferramenta essencial para a segurança operacional do EsqdHU-1, cujas missões de emprego geral demandam elevado grau de prontidão e proficiência.
 

 

 

No período de 13 a 17 de outubro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1), por meio de um Destacamento Aéreo Naval composto por sete pilotos, realizou treinamento de emergência em simuladores de voo da aeronave AS350, Esquilo, no Centro de Instrução de Aviação do Exército (CIAvEx), em Taubaté-SP.

Durante as simulações, foram reproduzidas diversas panes e condições meteorológicas adversas, possibilitando aos Aviadores Navais o emprego de ferramentas de apoio ao processo decisório, como o Corporate Resource Mana-gement (CRM). A atividade teve como foco o aprimoramento dos procedimentos de emergência e o desenvolvimento da capacidade de gerenciamento de risco em situações críticas de voo.

Além de elevar o nível de preparo técnico dos pilotos, o treinamento reforçou a interoperabilidade e fortaleceu os laços institucionais com a Aviação do Exército, proporcionando ambiente favorável ao intercâmbio de experiências e ao debate construtivo sobre segurança de voo entre as duas Forças.

O Programa de Treina-mento de Emergências em Simulador, apoiado pelo CIAvEx, segue como ferramenta essencial para a segurança operacional do EsqdHU-1, cujas missões de emprego geral demandam elevado grau de prontidão e proficiência.
 

 

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No dia 12 de outubro, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) participou da 80ª edição da tradicional Regata Escola Naval, empregando uma aeronave IH-6B (Bell Jet Ranger III) em exposição estática ao público.

Realizada anualmente no segundo domingo de outubro — data consagrada como o Dia do Velejador — a Regata Escola Naval é considerada a maior competição náutica da América Latina. Criada em 1934, a regata reúne embarcações civis e militares de diversas classes, promovendo a integração entre a Marinha do Brasil e a sociedade, além de difundir a cultura marítima e os valores navais.

Durante a exposição, militares do EsqdHI-1 apresentaram ao público as principais características e capacidades da aeronave, utilizada na formação dos futuros Aviadores Navais. A atividade proporcionou um contato mais próximo entre os visitantes e a Aviação Naval, além de oferecer aos Aspirantes da Escola Naval a oportunidade de vivenciar de forma direta aspectos da aviação embarcada.

 

 

No dia 12 de outubro, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) participou da 80ª edição da tradicional Regata Escola Naval, empregando uma aeronave IH-6B (Bell Jet Ranger III) em exposição estática ao público.

Realizada anualmente no segundo domingo de outubro — data consagrada como o Dia do Velejador — a Regata Escola Naval é considerada a maior competição náutica da América Latina. Criada em 1934, a regata reúne embarcações civis e militares de diversas classes, promovendo a integração entre a Marinha do Brasil e a sociedade, além de difundir a cultura marítima e os valores navais.

Durante a exposição, militares do EsqdHI-1 apresentaram ao público as principais características e capacidades da aeronave, utilizada na formação dos futuros Aviadores Navais. A atividade proporcionou um contato mais próximo entre os visitantes e a Aviação Naval, além de oferecer aos Aspirantes da Escola Naval a oportunidade de vivenciar de forma direta aspectos da aviação embarcada.

 

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No dia 10 de outubro, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) recebeu a segunda aeronave H125, designada IH-18 na Marinha do Brasil, proveniente do Projeto TH-X. O procedimento de recebimento foi conduzido de forma minuciosa, incluindo verificação presencial nas instalações da empresa Helibras, em Itajubá (MG), e teve duração aproximada de 20 dias úteis.

Durante esse período, uma equipe técnica composta por mecânicos e pilotos do EsqdHI-1, além de representantes do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), realizou uma série de inspeções e ensaios, assegurando que a aeronave atendesse a todos os padrões de qualidade e aos requisitos contratuais estabelecidos.

Além de modernizar o processo de instrução aérea, o Projeto TH-X promove a padronização entre as Forças Armadas, facilitando o treinamento conjunto e otimizando a logística de manutenção. Os H125 estão equipados com sistemas aviônicos de última geração, incluindo painéis digitais, compatibilidade com óculos de visão noturna (OVN), guincho de resgate e capacidade ampliada de carga — características que os tornam plenamente adequados às exigências dos modernos cenários operacionais.

 

 

No dia 10 de outubro, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) recebeu a segunda aeronave H125, designada IH-18 na Marinha do Brasil, proveniente do Projeto TH-X. O procedimento de recebimento foi conduzido de forma minuciosa, incluindo verificação presencial nas instalações da empresa Helibras, em Itajubá (MG), e teve duração aproximada de 20 dias úteis.

Durante esse período, uma equipe técnica composta por mecânicos e pilotos do EsqdHI-1, além de representantes do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), realizou uma série de inspeções e ensaios, assegurando que a aeronave atendesse a todos os padrões de qualidade e aos requisitos contratuais estabelecidos.

Além de modernizar o processo de instrução aérea, o Projeto TH-X promove a padronização entre as Forças Armadas, facilitando o treinamento conjunto e otimizando a logística de manutenção. Os H125 estão equipados com sistemas aviônicos de última geração, incluindo painéis digitais, compatibilidade com óculos de visão noturna (OVN), guincho de resgate e capacidade ampliada de carga — características que os tornam plenamente adequados às exigências dos modernos cenários operacionais.

 

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No dia 8 de outubro, o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) celebrou 27 anos de criação, reafirmando sua relevância para a Aviação Naval e para a Defesa Aeroespacial do País. Desde 1998, o EsqdVF-1 cumpre a missão de interceptação e ataque a alvos aéreos e de superfície, representando o braço armado da Marinha do Brasil no espaço aéreo.

A incorporação das aeronaves AF-1 Skyhawk à Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia marcou um salto operacional e doutrinário, ampliando a capacidade expedicionária da Esquadra. Os caças passaram por processo de modernização conduzido pela Embraer, resultando em melhorias significativas nos sistemas aviônicos, de navegação, comunicações e combate.

Ao longo de sua trajetória, o EsqdVF-1 participou de importantes exercícios operativos e missões conjuntas, destacando-se pelo profissionalismo de seus pilotos e pelo elevado nível técnico de suas equipes de manutenção. Sob o comando do Capitão de Fragata Antonio José da Costa Soares, o Esquadrão mantém foco no aperfeiçoamento contínuo e na prontidão operativa.

A cerimônia alusiva ao aniversário contou com a entrega dos títulos de “Falcão Honorário” e “Falcão Guardião Honorário” e a presença de autoridades militares e civis. Em 27 anos de existência, o EsqdVF-1 permanece como símbolo da excelência da Aviação Naval e do compromisso com a defesa da soberania nacional.

 


 

No dia 8 de outubro, o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) celebrou 27 anos de criação, reafirmando sua relevância para a Aviação Naval e para a Defesa Aeroespacial do País. Desde 1998, o EsqdVF-1 cumpre a missão de interceptação e ataque a alvos aéreos e de superfície, representando o braço armado da Marinha do Brasil no espaço aéreo.

A incorporação das aeronaves AF-1 Skyhawk à Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia marcou um salto operacional e doutrinário, ampliando a capacidade expedicionária da Esquadra. Os caças passaram por processo de modernização conduzido pela Embraer, resultando em melhorias significativas nos sistemas aviônicos, de navegação, comunicações e combate.

Ao longo de sua trajetória, o EsqdVF-1 participou de importantes exercícios operativos e missões conjuntas, destacando-se pelo profissionalismo de seus pilotos e pelo elevado nível técnico de suas equipes de manutenção. Sob o comando do Capitão de Fragata Antonio José da Costa Soares, o Esquadrão mantém foco no aperfeiçoamento contínuo e na prontidão operativa.

A cerimônia alusiva ao aniversário contou com a entrega dos títulos de “Falcão Honorário” e “Falcão Guardião Honorário” e a presença de autoridades militares e civis. Em 27 anos de existência, o EsqdVF-1 permanece como símbolo da excelência da Aviação Naval e do compromisso com a defesa da soberania nacional.

 

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No dia 7 de outubro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) participou da Parada de Segurança de Aviação de 2025, realizada a bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) “Bahia”. A atividade teve como propósito fortalecer a mentalidade de segurança de aviação e reforçar a cultura de prevenção de incidentes e acidentes aeronáuticos entre os militares envolvidos em operações aéreas embarcadas.

 

O ciclo de palestras contou com a participação do Capitão de Corveta Jean Barbosa de Amorim, Encarre-gado da Divisão de Prevenção e Investigação do Departamento de Segurança do EsqdHU-1, e da Capitão de Corveta (T) Caroline Bezerra Santos, psicóloga de aviação do Esquadrão.

 

Durante as apresentações, foram abordados temas relacionados aos fatores humanos que influenciam o desempenho das equipes em atividades aéreas, com foco no compartilhamento de experiências, lições aprendidas e práticas voltadas à segurança operacional.

 

Ao término do evento, o Comandante do NDM “Bahia”, Capitão de Mar e Guerra Sandro Soares Laudiauzer, agradeceu a participação dos palestrantes e destacou a importância da integração entre os diversos setores envolvidos nas operações aéreas embarcadas, reafirmando o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a segurança de aviação.

 

 


 

No dia 7 de outubro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) participou da Parada de Segurança de Aviação de 2025, realizada a bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) “Bahia”. A atividade teve como propósito fortalecer a mentalidade de segurança de aviação e reforçar a cultura de prevenção de incidentes e acidentes aeronáuticos entre os militares envolvidos em operações aéreas embarcadas.

 

O ciclo de palestras contou com a participação do Capitão de Corveta Jean Barbosa de Amorim, Encarre-gado da Divisão de Prevenção e Investigação do Departamento de Segurança do EsqdHU-1, e da Capitão de Corveta (T) Caroline Bezerra Santos, psicóloga de aviação do Esquadrão.

 

Durante as apresentações, foram abordados temas relacionados aos fatores humanos que influenciam o desempenho das equipes em atividades aéreas, com foco no compartilhamento de experiências, lições aprendidas e práticas voltadas à segurança operacional.

 

Ao término do evento, o Comandante do NDM “Bahia”, Capitão de Mar e Guerra Sandro Soares Laudiauzer, agradeceu a participação dos palestrantes e destacou a importância da integração entre os diversos setores envolvidos nas operações aéreas embarcadas, reafirmando o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a segurança de aviação.

 

 

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Entre os dias 15 e 16 de outubro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) integrou a comissão UNITAS LXVI, o exercício marítimo multinacional mais antigo em atividade contínua, conduzido este ano nos Estados Unidos da América. A operação reuniu mais de 20 marinhas amigas, com foco no adestramento combinado e no incremento da interoperabilidade entre Forças Navais. 

Durante a comissão, uma aeronave AH-11B, Super Lynx, esteve embarcada na Fragata “Independência”, sendo empregada em Operações de Esclarecimento e em exercício de Crossdeck, realizando pousos no S.P.S. “Canarias” (Marinha da Espanha) e no A.R.A. “La Argentina” (Armada da Argentina). A aeronave também foi utilizada na infiltração de Mergulhadores de Combate pelo método Fast Rope, a partir do BAE “Imbabura” (Armada do Equador).

A participação do EsqdHA-1 possibilitou o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre as tripulações brasileiras e as das demais marinhas participantes, contribuindo para o aprimoramento das doutrinas de emprego em operações aéreas navais e para o fortalecimento dos laços de cooperação entre as nações envolvidas.

A atuação do EsqdHA-1 na UNITAS LXVI reafirma a prontidão e a capacidade operativa das aeronaves AH-11B, Super Lynx, evidenciando sua versatilidade no cumprimento de diferentes perfis de missão e na projeção do Poder Naval da Marinha do Brasil em cenários internacionais.

 

 

 

Entre os dias 15 e 16 de outubro, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) integrou a comissão UNITAS LXVI, o exercício marítimo multinacional mais antigo em atividade contínua, conduzido este ano nos Estados Unidos da América. A operação reuniu mais de 20 marinhas amigas, com foco no adestramento combinado e no incremento da interoperabilidade entre Forças Navais. 

Durante a comissão, uma aeronave AH-11B, Super Lynx, esteve embarcada na Fragata “Independência”, sendo empregada em Operações de Esclarecimento e em exercício de Crossdeck, realizando pousos no S.P.S. “Canarias” (Marinha da Espanha) e no A.R.A. “La Argentina” (Armada da Argentina). A aeronave também foi utilizada na infiltração de Mergulhadores de Combate pelo método Fast Rope, a partir do BAE “Imbabura” (Armada do Equador).

A participação do EsqdHA-1 possibilitou o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre as tripulações brasileiras e as das demais marinhas participantes, contribuindo para o aprimoramento das doutrinas de emprego em operações aéreas navais e para o fortalecimento dos laços de cooperação entre as nações envolvidas.

A atuação do EsqdHA-1 na UNITAS LXVI reafirma a prontidão e a capacidade operativa das aeronaves AH-11B, Super Lynx, evidenciando sua versatilidade no cumprimento de diferentes perfis de missão e na projeção do Poder Naval da Marinha do Brasil em cenários internacionais.

 

 

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O Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) realizou a “Parada Planejada de Segurança de Aviação (PPSA) – 2025”, evento que teve como destaque, no período da manhã, a palestra “Estudo de Casos de Acidentes Aeronáuticos”, proferida pelo CMG (RM1) Evandro José Souza Rangel, encarregado da Divisão de Investigação do Grupo-Executivo do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (GE-SIPAAerM), no dia 09 de outubro

Na ocasião, os Aviadores Navais, Mecânicos de Manutenção de Aeronaves (MMA), Psicólogos de Aviação (PsiAv) e Médicos de Aviação (MedAv) tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos acerca dos principais fatores contribuintes das ocorrências analisadas, bem como das observações apresentadas pelo palestrante, voltadas a incrementar a eficiência das atividades de Prevenção e Investigação de Segurança de Aviação no âmbito deste Comando de Força.

No período da tarde, os Esquadrões e demais Organizações Militares diretamente envolvidas nas atividades aéreas realizaram ações internas, em consonância com as diretrizes de Segurança de Aviação.

A PPSA integra o conjunto de ações voltadas à gestão de Segurança de Aviação do ComForAerNav, sendo realizada anualmente, em conformidade com a política de segurança operacional estabelecida pelo Comandante da Força Aeronaval. O evento tem por objetivo fortalecer a cultura de segurança operacional no ComForAerNav e em suas OM subordinadas, por meio de atividades educativas e promocionais conduzidas de acordo com orientações e programações específicas.

 


 

O Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) realizou a “Parada Planejada de Segurança de Aviação (PPSA) – 2025”, evento que teve como destaque, no período da manhã, a palestra “Estudo de Casos de Acidentes Aeronáuticos”, proferida pelo CMG (RM1) Evandro José Souza Rangel, encarregado da Divisão de Investigação do Grupo-Executivo do Serviço de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Marinha (GE-SIPAAerM), no dia 09 de outubro

Na ocasião, os Aviadores Navais, Mecânicos de Manutenção de Aeronaves (MMA), Psicólogos de Aviação (PsiAv) e Médicos de Aviação (MedAv) tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos acerca dos principais fatores contribuintes das ocorrências analisadas, bem como das observações apresentadas pelo palestrante, voltadas a incrementar a eficiência das atividades de Prevenção e Investigação de Segurança de Aviação no âmbito deste Comando de Força.

No período da tarde, os Esquadrões e demais Organizações Militares diretamente envolvidas nas atividades aéreas realizaram ações internas, em consonância com as diretrizes de Segurança de Aviação.

A PPSA integra o conjunto de ações voltadas à gestão de Segurança de Aviação do ComForAerNav, sendo realizada anualmente, em conformidade com a política de segurança operacional estabelecida pelo Comandante da Força Aeronaval. O evento tem por objetivo fortalecer a cultura de segurança operacional no ComForAerNav e em suas OM subordinadas, por meio de atividades educativas e promocionais conduzidas de acordo com orientações e programações específicas.

 

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   Há 12 anos, a criação do Grupo de Busca e Salvamento (GSAR) representou um marco na consolidação da capacidade de resposta a emergências no mar da Marinha do Brasil (MB). Instituído pelo Comando da Força Aeronaval, por meio da Portaria nº 59, de 16 de outubro de 2013, o GSAR surgiu como fruto dos aprendizados obtidos a partir do trágico acidente do voo Air France 447, ocorrido em 1º de junho de 2009, que resultou na perda de 228 vidas.

    Atualmente, o GSAR é composto por 18 Tripulantes Aéreos de Resgate (TAR), entre Oficiais e Praças, pertencentes ao Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN). O Grupo mantém militares qualificados para atuar em missões de busca e salvamento no mar, tanto como membros de Destacamentos Aéreos Embarcados (DAE) nos navios da MB, quanto como tripulantes das aeronaves da Aviação Naval.

    Em sua estrutura organizacional, o GSAR é dividido em três subgrupos de TAR, que atuam em sistema de rodízio, assegurando o cumprimento das demandas operativas, administrativas e de manutenção das qualificações individuais. Desde sua criação, o Grupo participa ativamente de operações da Esquadra e de missões humanitárias em apoio à defesa civil.

    Entre as principais atuações destacam-se a participação nas operações de resgate em Brumadinho (2019), nas enchentes e deslizamentos em Petrópolis (2022), na Operação “Abrigo pelo Mar”, em apoio às vítimas das fortes chuvas no Litoral Norte de São Paulo (2023), e, mais recentemente, na Missão “Taquari II”, em apoio humanitário à população do Rio Grande do Sul, quando os militares do Grupo contribuíram para o resgate de 34 pessoas.

    A trajetória do GSAR reflete o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a preservação de vidas e com o aprimoramento contínuo de suas capacidades operativas. Mantendo o desenvolvimento de técnicas, equipamentos e treinamento, o Grupo reafirma sua importância estratégica e o espírito que inspira sua missão, traduzido no lema internacional de busca e salvamento: “Para que outros possam viver!”

 

 

 

 

   Há 12 anos, a criação do Grupo de Busca e Salvamento (GSAR) representou um marco na consolidação da capacidade de resposta a emergências no mar da Marinha do Brasil (MB). Instituído pelo Comando da Força Aeronaval, por meio da Portaria nº 59, de 16 de outubro de 2013, o GSAR surgiu como fruto dos aprendizados obtidos a partir do trágico acidente do voo Air France 447, ocorrido em 1º de junho de 2009, que resultou na perda de 228 vidas.

    Atualmente, o GSAR é composto por 18 Tripulantes Aéreos de Resgate (TAR), entre Oficiais e Praças, pertencentes ao Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN). O Grupo mantém militares qualificados para atuar em missões de busca e salvamento no mar, tanto como membros de Destacamentos Aéreos Embarcados (DAE) nos navios da MB, quanto como tripulantes das aeronaves da Aviação Naval.

    Em sua estrutura organizacional, o GSAR é dividido em três subgrupos de TAR, que atuam em sistema de rodízio, assegurando o cumprimento das demandas operativas, administrativas e de manutenção das qualificações individuais. Desde sua criação, o Grupo participa ativamente de operações da Esquadra e de missões humanitárias em apoio à defesa civil.

    Entre as principais atuações destacam-se a participação nas operações de resgate em Brumadinho (2019), nas enchentes e deslizamentos em Petrópolis (2022), na Operação “Abrigo pelo Mar”, em apoio às vítimas das fortes chuvas no Litoral Norte de São Paulo (2023), e, mais recentemente, na Missão “Taquari II”, em apoio humanitário à população do Rio Grande do Sul, quando os militares do Grupo contribuíram para o resgate de 34 pessoas.

    A trajetória do GSAR reflete o compromisso permanente da Marinha do Brasil com a preservação de vidas e com o aprimoramento contínuo de suas capacidades operativas. Mantendo o desenvolvimento de técnicas, equipamentos e treinamento, o Grupo reafirma sua importância estratégica e o espírito que inspira sua missão, traduzido no lema internacional de busca e salvamento: “Para que outros possam viver!”

 

 

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