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No dia 10 de fevereiro, durante a Operação Antártica 2022-2023 (OPERANTAR XLI), operando a aproximadamente 15 milhas náuticas ao norte da Ilha de Marambio, onde está instalada uma base permanente de pesquisas da Argentina, foi realizado o primeiro pouso em iceberg com os novos modelos de aeronaves H-135T3 CPDS. Este modelo, designado na Marinha do Brasil como UH-17, embarcado no Navio de Apoio Oceanográfico Almirante Ary Rongel (NApOc Ary Rongel), empreendeu o voo de reconhecimento após o recolhimento do acampamento científico naquela ilha da Península Antártica.

O voo do Águia, como são conhecidas as aeronaves do 1° Esquadrão De Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1), foi efetivado visando adestrar a tripulação do helicóptero para apoiar eventuais atividades científicas de monitoramento de icebergs. Os novos UH-17 foram incorporados em 2020 e até o momento não haviam realizado nenhum pouso em uma estrutura congelada e flutuante, o que exige uma série de cuidados e procedimentos de segurança específicos.

Por ocasião do pouso a bordo da aeronave N-7092 estavam presentes a tripulação da aeronave, um montanhista e um componente da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM).

 

 

No dia 10 de fevereiro, durante a Operação Antártica 2022-2023 (OPERANTAR XLI), operando a aproximadamente 15 milhas náuticas ao norte da Ilha de Marambio, onde está instalada uma base permanente de pesquisas da Argentina, foi realizado o primeiro pouso em iceberg com os novos modelos de aeronaves H-135T3 CPDS. Este modelo, designado na Marinha do Brasil como UH-17, embarcado no Navio de Apoio Oceanográfico Almirante Ary Rongel (NApOc Ary Rongel), empreendeu o voo de reconhecimento após o recolhimento do acampamento científico naquela ilha da Península Antártica.

O voo do Águia, como são conhecidas as aeronaves do 1° Esquadrão De Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1), foi efetivado visando adestrar a tripulação do helicóptero para apoiar eventuais atividades científicas de monitoramento de icebergs. Os novos UH-17 foram incorporados em 2020 e até o momento não haviam realizado nenhum pouso em uma estrutura congelada e flutuante, o que exige uma série de cuidados e procedimentos de segurança específicos.

Por ocasião do pouso a bordo da aeronave N-7092 estavam presentes a tripulação da aeronave, um montanhista e um componente da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM).

 

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O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou, no dia 09 de fevereiro, as boas-vindas à nova turma do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAVO) Turma 1/2023, formada por doze Oficiais Alunos.

O tradicional evento contou com a presença de todos os Oficiais das treze Organizações Militares do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia e foi realizado no salão principal da Associação Recreativa, Esportiva e Social (ARES) Casa da Praia (CPC) com objetivo de demonstrar aos novos Oficias Alunos a integração e o companheirismo vivenciado entre os militares da Macega. Na ocasião ainda, os futuros Aviadores Navais conheceram os lemas e brados das Organizações Militares subordinadas ao Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav).

 

 

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou, no dia 09 de fevereiro, as boas-vindas à nova turma do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAVO) Turma 1/2023, formada por doze Oficiais Alunos.

O tradicional evento contou com a presença de todos os Oficiais das treze Organizações Militares do Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia e foi realizado no salão principal da Associação Recreativa, Esportiva e Social (ARES) Casa da Praia (CPC) com objetivo de demonstrar aos novos Oficias Alunos a integração e o companheirismo vivenciado entre os militares da Macega. Na ocasião ainda, os futuros Aviadores Navais conheceram os lemas e brados das Organizações Militares subordinadas ao Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav).

 

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O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou, no dia 09 de fevereiro, a tradicional Aula Inaugural do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAVO) Turma 1/2023, marcando o início das atividades curriculares para os doze Oficiais Alunos matriculados.

Na ocasião, o Diretor de Aeronáutica da Marinha, Contra-Almirante Emerson Gaio Roberto, proferiu uma palestra sobre a Aviação Naval, contando a sua história e perspectivas, além dos detalhes da carreira do Aviador Naval.

A palestra contou com a presença do Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, dos Titulares das Organizações Militares subordinadas, além de Oficiais Aviadores Navais, Médicos, Psicólogos de Aviação e Oficiais de outros quadros que servem no Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia.

 

 

O Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN) realizou, no dia 09 de fevereiro, a tradicional Aula Inaugural do Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAVO) Turma 1/2023, marcando o início das atividades curriculares para os doze Oficiais Alunos matriculados.

Na ocasião, o Diretor de Aeronáutica da Marinha, Contra-Almirante Emerson Gaio Roberto, proferiu uma palestra sobre a Aviação Naval, contando a sua história e perspectivas, além dos detalhes da carreira do Aviador Naval.

A palestra contou com a presença do Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, dos Titulares das Organizações Militares subordinadas, além de Oficiais Aviadores Navais, Médicos, Psicólogos de Aviação e Oficiais de outros quadros que servem no Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia.

 

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A partir da iniciativa de interoperabilidade com a Força Aérea Brasileira (FAB), a Marinha do Brasil, por intermédio da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), realizou, durante seis semanas, treinamento em simulador de tráfego aéreo nas instalações do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), em São José dos Campos (SP), em cumprimento ao Programa de Atividades e Emprego dos Laboratórios de Simulação (PAELS).

Os principais objetivos do treinamento, realizado por controladores de voo do APP-Aldeia (Controle por Aproximação) da BAeNSPA, foram Identificar situações como emergência aeronáutica, degradação do sistema de controle de tráfego aéreo, falha de comunicações, interferência ilícita (sequestro de aeronave em voo), operação com aeronave presidencial, prioridade para transporte de enfermos e órgãos vitais, abertura de setor por alta demanda de fluxo de voos, alijamento de combustível, ameaça de bomba, controle em língua inglesa, combustível mínimo em voo, dentre outros.

Ao término das simulações, foi possível verificar aumento nítido do preparo dos Controladores de Tráfego Aéreo (ATCO) em situações atípicas, incrementando, assim, a segurança da Aviação a partir do gerenciamento do espaço aéreo no que diz respeito à percepção e correção de conflitos ATC (Controle de Tráfego Aéreo).

 

 

A partir da iniciativa de interoperabilidade com a Força Aérea Brasileira (FAB), a Marinha do Brasil, por intermédio da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), realizou, durante seis semanas, treinamento em simulador de tráfego aéreo nas instalações do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), em São José dos Campos (SP), em cumprimento ao Programa de Atividades e Emprego dos Laboratórios de Simulação (PAELS).

Os principais objetivos do treinamento, realizado por controladores de voo do APP-Aldeia (Controle por Aproximação) da BAeNSPA, foram Identificar situações como emergência aeronáutica, degradação do sistema de controle de tráfego aéreo, falha de comunicações, interferência ilícita (sequestro de aeronave em voo), operação com aeronave presidencial, prioridade para transporte de enfermos e órgãos vitais, abertura de setor por alta demanda de fluxo de voos, alijamento de combustível, ameaça de bomba, controle em língua inglesa, combustível mínimo em voo, dentre outros.

Ao término das simulações, foi possível verificar aumento nítido do preparo dos Controladores de Tráfego Aéreo (ATCO) em situações atípicas, incrementando, assim, a segurança da Aviação a partir do gerenciamento do espaço aéreo no que diz respeito à percepção e correção de conflitos ATC (Controle de Tráfego Aéreo).

 

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O Complexo Aeronaval recebeu a visita, no dia 06 de fevereiro, do Adido Naval dos Estados Unidos da América (EUA) no Brasil, Capitão de Mar e Guerra Barnet Harris e sua comitiva.

O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior recebeu o Adido Naval dos EUA que visitou o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1), o Simulador de Voo Tático Operacional do SH-16, “Seahawk”, localizado no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), além do 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) e do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1).

Na ocasião, ambos os representantes tiveram a oportunidade de estreitar laços e discutir assuntos relacionados à Aviação Naval de ambos os países. A visita também serviu para que a representação americana pudesse conhecer um pouco mais sobre as características e os costumes que contribuem para a formação da cultura organizacional da nossa Instituição.

 

 

O Complexo Aeronaval recebeu a visita, no dia 06 de fevereiro, do Adido Naval dos Estados Unidos da América (EUA) no Brasil, Capitão de Mar e Guerra Barnet Harris e sua comitiva.

O Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior recebeu o Adido Naval dos EUA que visitou o 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1), o Simulador de Voo Tático Operacional do SH-16, “Seahawk”, localizado no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira (CIAAN), além do 1º Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) e do 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1).

Na ocasião, ambos os representantes tiveram a oportunidade de estreitar laços e discutir assuntos relacionados à Aviação Naval de ambos os países. A visita também serviu para que a representação americana pudesse conhecer um pouco mais sobre as características e os costumes que contribuem para a formação da cultura organizacional da nossa Instituição.

 

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O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41), Organização Militar subordinada ao Comando do 4° Distrito Naval, recebeu no dia 2 de fevereiro, a visita de nove Praças Técnicos em Enfermagem que estão realizando qualificação em Evacuação Aeromédica (EVAM).

Na ocasião, os militares tiveram a oportunidade de conhecer as instalações do Esquadrão, as características das aeronaves em operação, os procedimentos de segurança, bem como tiveram uma apresentação sobre os materiais utilizados pelo Grupo de Tripulantes Aéreos de resgate (GSAR) e as atividades desenvolvidas por esse pessoal.

 

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41), Organização Militar subordinada ao Comando do 4° Distrito Naval, recebeu no dia 2 de fevereiro, a visita de nove Praças Técnicos em Enfermagem que estão realizando qualificação em Evacuação Aeromédica (EVAM).

Na ocasião, os militares tiveram a oportunidade de conhecer as instalações do Esquadrão, as características das aeronaves em operação, os procedimentos de segurança, bem como tiveram uma apresentação sobre os materiais utilizados pelo Grupo de Tripulantes Aéreos de resgate (GSAR) e as atividades desenvolvidas por esse pessoal.

 

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O 2o Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral participou da Operação Aspirantex/2023, na área marítima compreendida entre os estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, com uma aeronave UH-15A e uma aeronave AH-15B, embarcadas no Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico”, entre os dias 16 de janeiro e 01 de fevereiro.

Durante a Comissão, foram realizados voos de adestramento voltados à Qualificação e Requalificação de Pouso a Bordo (QRPB) diurno, QRPB noturno assistido por Óculos de Visão Noturna (OVN), exercício de infiltração de elementos de operações especiais por “Fast Rope” junto aos militares do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC), além da execução de forma pioneira de operações de esclarecimento diurno e noturno com a aeronave N-4102, versão operacional dos meios aeronavais incorporadas à MB no contexto do Projeto H-XBR.

Adicionalmente, esta importante comissão contou com a participação direta dos Aspirantes da Escola Naval (EN) nas diversas atividades operativas e de rotina dos navios e dos Destacamentos Aéreos Embarcados, contribuindo para a escolha de opção de Corpo dos futuros Oficiais de nossa Marinha.

 

 

O 2o Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral participou da Operação Aspirantex/2023, na área marítima compreendida entre os estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, com uma aeronave UH-15A e uma aeronave AH-15B, embarcadas no Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico”, entre os dias 16 de janeiro e 01 de fevereiro.

Durante a Comissão, foram realizados voos de adestramento voltados à Qualificação e Requalificação de Pouso a Bordo (QRPB) diurno, QRPB noturno assistido por Óculos de Visão Noturna (OVN), exercício de infiltração de elementos de operações especiais por “Fast Rope” junto aos militares do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC), além da execução de forma pioneira de operações de esclarecimento diurno e noturno com a aeronave N-4102, versão operacional dos meios aeronavais incorporadas à MB no contexto do Projeto H-XBR.

Adicionalmente, esta importante comissão contou com a participação direta dos Aspirantes da Escola Naval (EN) nas diversas atividades operativas e de rotina dos navios e dos Destacamentos Aéreos Embarcados, contribuindo para a escolha de opção de Corpo dos futuros Oficiais de nossa Marinha.

 

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A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA) ingressou, desde o dia 1º de fevereiro, no Mercado Livre de Energia, ambiente no qual grandes consumidores escolhem seu fornecedor de energia. No Ambiente de Contratação Livre (ACL), a BAeNSPA desvincula-se do Ambiente de Contratação Regulado, modelo em que a energia elétrica consumida é adquirida diretamente da concessionária local, e passa a ser livre para adquirir energia elétrica de qualquer fornecedor do País.

O processo de migração da BAeNSPA, iniciado em março de 2022, foi dividido em cinco etapas: Estudo de viabilidade econômico-financeiro, aquisição de energia mediante processo de licitação, renúncia do contrato com a concessionária local, adequação do Sistema de Medição para Faturamento (SMF) e adesão a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Dentre as vantagens oferecidas neste modelo, estão a não aplicação de custo adicional com bandeiras tarifárias, maior previsibilidade na conta de energia, sustentabilidade e redução de custos com energia elétrica. Além disso, no ACL, a energia adquirida é do tipo incentivada, proveniente de geradores de fontes renováveis, como solar, eólica, biomassa e de pequenas centrais hidroelétricas.

Com os valores ofertados pela primeira colocada, a estimativa é uma redução de cerca de 20% em gastos com energia elétrica durante o período do contrato, se comparado com os valores praticados no mercado cativo, atendido pelas concessionárias.

 

 

 

A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA) ingressou, desde o dia 1º de fevereiro, no Mercado Livre de Energia, ambiente no qual grandes consumidores escolhem seu fornecedor de energia. No Ambiente de Contratação Livre (ACL), a BAeNSPA desvincula-se do Ambiente de Contratação Regulado, modelo em que a energia elétrica consumida é adquirida diretamente da concessionária local, e passa a ser livre para adquirir energia elétrica de qualquer fornecedor do País.

O processo de migração da BAeNSPA, iniciado em março de 2022, foi dividido em cinco etapas: Estudo de viabilidade econômico-financeiro, aquisição de energia mediante processo de licitação, renúncia do contrato com a concessionária local, adequação do Sistema de Medição para Faturamento (SMF) e adesão a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Dentre as vantagens oferecidas neste modelo, estão a não aplicação de custo adicional com bandeiras tarifárias, maior previsibilidade na conta de energia, sustentabilidade e redução de custos com energia elétrica. Além disso, no ACL, a energia adquirida é do tipo incentivada, proveniente de geradores de fontes renováveis, como solar, eólica, biomassa e de pequenas centrais hidroelétricas.

Com os valores ofertados pela primeira colocada, a estimativa é uma redução de cerca de 20% em gastos com energia elétrica durante o período do contrato, se comparado com os valores praticados no mercado cativo, atendido pelas concessionárias.

 

 

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O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) participou da Comissão Aspirantex/2023, por meio de duas aeronaves UH-12, ambas embarcadas no Navio Doca Multipropósito Bahia (G40), no período compreendido entre os dias 16 de janeiro e 1º de fevereiro. Nesta fase, as aeronaves N-7085 e N-7088 realizaram a Qualificação e Requalificação em Pouso a Bordo (QRPB) dos Oficiais Aviadores Navais do Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) e ainda realizaram transportes administrativos em proveito do Grupo Tarefa.

Na segunda fase, a aeronave UH-12 / N-7088 passou a operar a partir da Fragata Defensora (F41). Neste período, foram realizados exercícios de crash no covoo em prol do adestramento da tripulação do Navio, QRPB no Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico (A140) e Cobertura Aérea a evento de Fast Hope com elementos de Operações Especiais embarcados na aeronave.

Durante a Operação, destaca-se o ineditismo na Marinha do Brasil (MB) do Recolhimento de Carga no Mar lançada por aeronave C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB). A carga foi recolhida pela aeronave N-7088 (UH-12), com apoio de dois Tripulantes Aéreos de Resgate (TAR) e da lancha da F41, e transportada por meio de carga externa (VERTREP) até a Fragata Independência (F44).

Nesta comissão, o EsqdHU-1 pôde mostrar aos Aspirantes embarcados um pouco do entusiasmo e profissionalismo da Aviação Naval. Ao longo da rotina, foi possível tirar dúvidas sobre a carreira do Aviador Naval e mostrá-los um pouco mais sobre as características das aeronaves do Esquadrão e suas principais tarefas.

 

 

O 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) participou da Comissão Aspirantex/2023, por meio de duas aeronaves UH-12, ambas embarcadas no Navio Doca Multipropósito Bahia (G40), no período compreendido entre os dias 16 de janeiro e 1º de fevereiro. Nesta fase, as aeronaves N-7085 e N-7088 realizaram a Qualificação e Requalificação em Pouso a Bordo (QRPB) dos Oficiais Aviadores Navais do Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) e ainda realizaram transportes administrativos em proveito do Grupo Tarefa.

Na segunda fase, a aeronave UH-12 / N-7088 passou a operar a partir da Fragata Defensora (F41). Neste período, foram realizados exercícios de crash no covoo em prol do adestramento da tripulação do Navio, QRPB no Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico (A140) e Cobertura Aérea a evento de Fast Hope com elementos de Operações Especiais embarcados na aeronave.

Durante a Operação, destaca-se o ineditismo na Marinha do Brasil (MB) do Recolhimento de Carga no Mar lançada por aeronave C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB). A carga foi recolhida pela aeronave N-7088 (UH-12), com apoio de dois Tripulantes Aéreos de Resgate (TAR) e da lancha da F41, e transportada por meio de carga externa (VERTREP) até a Fragata Independência (F44).

Nesta comissão, o EsqdHU-1 pôde mostrar aos Aspirantes embarcados um pouco do entusiasmo e profissionalismo da Aviação Naval. Ao longo da rotina, foi possível tirar dúvidas sobre a carreira do Aviador Naval e mostrá-los um pouco mais sobre as características das aeronaves do Esquadrão e suas principais tarefas.

 

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O 1° Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) participou, pela primeira vez, a bordo do Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico”, da Aspirantex/2023.

Os militares do Esquadrão apresentaram aos Aspirantes da Escola Naval (EN) o Sistema ScanEagle, e abordaram aspectos relevantes sobre o novo sistema adquirido pela Marinha do Brasil, como o seu emprego em Inteligência, Vigilância e Reconhecimento e as principais vantagens de um Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas, como sua grande autonomia, economia e alcance.

Os Aspirantes puderam conhecer o equipamento lançador e também a aeronave RQ-1 “ScanEagle”.

 

 

O 1° Esquadrão de Aeronaves Remotamente Pilotadas (EsqdQE-1) participou, pela primeira vez, a bordo do Navio-Aeródromo Multipropósito “Atlântico”, da Aspirantex/2023.

Os militares do Esquadrão apresentaram aos Aspirantes da Escola Naval (EN) o Sistema ScanEagle, e abordaram aspectos relevantes sobre o novo sistema adquirido pela Marinha do Brasil, como o seu emprego em Inteligência, Vigilância e Reconhecimento e as principais vantagens de um Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas, como sua grande autonomia, economia e alcance.

Os Aspirantes puderam conhecer o equipamento lançador e também a aeronave RQ-1 “ScanEagle”.

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