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O Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) atingiu um importante marco para a Aviação Naval, tendo todos os modelos de aeronaves da Marinha do Brasil (MB) cumprindo simultaneamente manutenção em seus hangares.

Próximo de alcançar sua capacidade máxima, o Grupo atua em 13 aeronaves, sendo 4 do modelo UH-12, 2 UH-15, 2 IH-6B, 1 AH-11B, 1 SH-16 e 3 AF-1B/C, cada qual em seu estágio específico de inspeção/manutenção.

Enquanto algumas aeronaves estão completamente desmontadas, no “esqueleto” de suas células, outras estão em fase final de testes para disponibilização para a linha de voo, como o caso da N-5053 que, após longo período de manutenção geral, encontra-se em condições análogas a uma aeronave recém-fabricada.

Vale ressaltar que a tripulação do GaerNavMan dedica-se diuturnamente no desenvolvimento de soluções de engenharia, otimização de recursos humanos e materiais a partir do uso comum entre projetos.

Assim, o Grupo de Manutenção contribui sobremaneira para o aumento da disponibilidade dos meios aeronavais, de forma eficiente, promovendo economias relevantes para a MB.

 

 

O Grupo Aéreo Naval de Manutenção (GAerNavMan) atingiu um importante marco para a Aviação Naval, tendo todos os modelos de aeronaves da Marinha do Brasil (MB) cumprindo simultaneamente manutenção em seus hangares.

Próximo de alcançar sua capacidade máxima, o Grupo atua em 13 aeronaves, sendo 4 do modelo UH-12, 2 UH-15, 2 IH-6B, 1 AH-11B, 1 SH-16 e 3 AF-1B/C, cada qual em seu estágio específico de inspeção/manutenção.

Enquanto algumas aeronaves estão completamente desmontadas, no “esqueleto” de suas células, outras estão em fase final de testes para disponibilização para a linha de voo, como o caso da N-5053 que, após longo período de manutenção geral, encontra-se em condições análogas a uma aeronave recém-fabricada.

Vale ressaltar que a tripulação do GaerNavMan dedica-se diuturnamente no desenvolvimento de soluções de engenharia, otimização de recursos humanos e materiais a partir do uso comum entre projetos.

Assim, o Grupo de Manutenção contribui sobremaneira para o aumento da disponibilidade dos meios aeronavais, de forma eficiente, promovendo economias relevantes para a MB.

 

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No dia 05 de abril, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizou o primeiro voo assistido por Óculos de Visão Noturna (OVN) nas recém-modernizadas aeronaves AH-11B.

O voo marcou o início da 1ª Fase do Programa de Qualificação dos pilotos do EsqdHA-1 nesse tipo de voo, cujo objetivo final é o emprego embarcado das aeronaves “Wild Lynx” a partir das Fragatas Classe “Tamandaré”.

O voo foi realizado no aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller (SBES), com circuitos de tráfego locais e manobras de solo para ambientação dos tripulantes. Na ocasião, um piloto instrutor do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) iniciou o estágio de qualificação do primeiro piloto do EsqdHA-1. Ao término desta primeira fase, esse piloto será o responsável por difundir o conhecimento aos demais pilotos do Esquadrão HA-1.

Nesta nova empreitada, o EsqdHA-1 conta com o conhecimento e a consciência situacional nesse tipo de voo, já incorporados pelos EsqdHS-1 e 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2). Além disso, as novas aeronaves AH-11B, possuem cockpit, painéis de instrumentos e luzes externas completamente compatibilizadas para uso do OVN.

A incorporação desta nova capacidade, associada à doutrina de emprego embarcado, principalmente a partir de pequenas plataformas, já intrínsecos à missão dos Linces, traz um grande incremento às tarefas de esclarecimento e ataque e permite que os voos sejam realizados com um nível de segurança ainda mais elevado.

 

 

No dia 05 de abril, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizou o primeiro voo assistido por Óculos de Visão Noturna (OVN) nas recém-modernizadas aeronaves AH-11B.

O voo marcou o início da 1ª Fase do Programa de Qualificação dos pilotos do EsqdHA-1 nesse tipo de voo, cujo objetivo final é o emprego embarcado das aeronaves “Wild Lynx” a partir das Fragatas Classe “Tamandaré”.

O voo foi realizado no aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller (SBES), com circuitos de tráfego locais e manobras de solo para ambientação dos tripulantes. Na ocasião, um piloto instrutor do 1° Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) iniciou o estágio de qualificação do primeiro piloto do EsqdHA-1. Ao término desta primeira fase, esse piloto será o responsável por difundir o conhecimento aos demais pilotos do Esquadrão HA-1.

Nesta nova empreitada, o EsqdHA-1 conta com o conhecimento e a consciência situacional nesse tipo de voo, já incorporados pelos EsqdHS-1 e 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2). Além disso, as novas aeronaves AH-11B, possuem cockpit, painéis de instrumentos e luzes externas completamente compatibilizadas para uso do OVN.

A incorporação desta nova capacidade, associada à doutrina de emprego embarcado, principalmente a partir de pequenas plataformas, já intrínsecos à missão dos Linces, traz um grande incremento às tarefas de esclarecimento e ataque e permite que os voos sejam realizados com um nível de segurança ainda mais elevado.

 

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No dia 11 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou a Evacuação Aeromédica (EVAM) de dois indígenas que haviam sido feridos em conflitos entre tribos da Terra Indígena Yanomami.
Em função da urgência do caso, a aeronave N-7106, adjudicada ao Comando Operacional Conjunto Amazônico (CmdoOpCjAmz), no contexto da Operação Escudo Yanomami, foi configurada para EVAM e após um planejamento detalhado, a aeronave decolou para o cumprimento da missão. O transporte foi realizado entre a Maloca Paapiu e o 4° Pelotão Especial de Fronteira (4ºPEF), em Surucucu-RR.



No dia 11 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou a Evacuação Aeromédica (EVAM) de dois indígenas que haviam sido feridos em conflitos entre tribos da Terra Indígena Yanomami.
Em função da urgência do caso, a aeronave N-7106, adjudicada ao Comando Operacional Conjunto Amazônico (CmdoOpCjAmz), no contexto da Operação Escudo Yanomami, foi configurada para EVAM e após um planejamento detalhado, a aeronave decolou para o cumprimento da missão. O transporte foi realizado entre a Maloca Paapiu e o 4° Pelotão Especial de Fronteira (4ºPEF), em Surucucu-RR.

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De 27 a 31 de março, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou a Avaliação Operacional (AVOP) da aeronave AH-15B, um importante processo para garantir a segurança e a efetividade no emprego operativo do meio aeronaval.

Na ocasião, diversos partícipes atuaram de forma sinérgica para a consecução das tarefas voltadas aos testes exploratórios empreendidos a cada voo. A empresa Helibras desempenhou um papel fundamental, fornecendo suporte técnico durante todo o processo de avaliação; o Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV) realizou testes e avaliações técnicas; a Fragata Liberal executou emissões com diversos tipos de radares e sistemas para que fosse possível verificar o desempenho dos sensores da aeronave; e o Comando em Chefe da Esquadra (ComemCh) efetuou a coordenação dos exercícios atinentes a cada fase.

Durante os exercícios, foram realizados os seguintes testes: emprego do equipamento Forward Looking Infrared (FLIR) na identificação de pessoal em conveses externos no período noturno; precisão do FLIR na designação de alvos para o míssil Exocet AM39 B2M2; desempenho do Electronic Warfare System (EWS) na identificação de sinais e na precisão em marcação no espectro eletromagnético; precisão do radar Telephonics AN/APS-143 na designação de alvos para o míssil Exocet; e desempenho do Sistema de Gerenciamento de Dados Táticos de Missão (N-TDMS).

A AVOP ocorreu com o intuito de medir a eficácia da aeronave, visando à otimização de seu emprego, apoio logístico e configuração, além de fundamentar decisões relativas ao adestramento e  aperfeiçoamento de doutrinas.

 

De 27 a 31 de março, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou a Avaliação Operacional (AVOP) da aeronave AH-15B, um importante processo para garantir a segurança e a efetividade no emprego operativo do meio aeronaval.

Na ocasião, diversos partícipes atuaram de forma sinérgica para a consecução das tarefas voltadas aos testes exploratórios empreendidos a cada voo. A empresa Helibras desempenhou um papel fundamental, fornecendo suporte técnico durante todo o processo de avaliação; o Centro de Análises de Sistemas Navais (CASNAV) realizou testes e avaliações técnicas; a Fragata Liberal executou emissões com diversos tipos de radares e sistemas para que fosse possível verificar o desempenho dos sensores da aeronave; e o Comando em Chefe da Esquadra (ComemCh) efetuou a coordenação dos exercícios atinentes a cada fase.

Durante os exercícios, foram realizados os seguintes testes: emprego do equipamento Forward Looking Infrared (FLIR) na identificação de pessoal em conveses externos no período noturno; precisão do FLIR na designação de alvos para o míssil Exocet AM39 B2M2; desempenho do Electronic Warfare System (EWS) na identificação de sinais e na precisão em marcação no espectro eletromagnético; precisão do radar Telephonics AN/APS-143 na designação de alvos para o míssil Exocet; e desempenho do Sistema de Gerenciamento de Dados Táticos de Missão (N-TDMS).

A AVOP ocorreu com o intuito de medir a eficácia da aeronave, visando à otimização de seu emprego, apoio logístico e configuração, além de fundamentar decisões relativas ao adestramento e  aperfeiçoamento de doutrinas.

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Contra-Almirante (FN) ALEXANDRE VASCONCELOS TONINI

 

 

 


Contra-Almirante (FN) ALEXANDRE VASCONCELOS TONINI

 

 

 

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O Núcleo de Assistência Social (NAS) do Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) promoveu, no dia 30 de março, a palestra "Educação no Trânsito e Direção Defensiva", com o propósito de reforçar a prevenção de acidentes com motocicletas.
A atividade teve como público-alvo os motociclistas lotados no Complexo Aeronaval e Organizações Militares (OM) apoiadas e fez parte das ações de Conscientização da Importância da Direção Defensiva e um trânsito mais seguro.
A palestra foi proferida pelo 1º SG-FN-IF Ronaldo do Carmo Ribeiro e pelo 3ºSG-FN-MO Marcos José Madruga, lotados no Pelotão de Motociclistas da Companhia de Polícia do Batalhão Naval (BtlNav), e contou com a participação de 182 militares e servidores civis.
Os participantes demonstraram satisfação na condução da temática pelos palestrantes e ressaltaram que a abordagem do assunto contribui para a redução dos acidentes, que por vezes, poderiam ser fatais.

 

O Núcleo de Assistência Social (NAS) do Comando da Força Aeronaval (ComForAerNav) promoveu, no dia 30 de março, a palestra "Educação no Trânsito e Direção Defensiva", com o propósito de reforçar a prevenção de acidentes com motocicletas.
A atividade teve como público-alvo os motociclistas lotados no Complexo Aeronaval e Organizações Militares (OM) apoiadas e fez parte das ações de Conscientização da Importância da Direção Defensiva e um trânsito mais seguro.
A palestra foi proferida pelo 1º SG-FN-IF Ronaldo do Carmo Ribeiro e pelo 3ºSG-FN-MO Marcos José Madruga, lotados no Pelotão de Motociclistas da Companhia de Polícia do Batalhão Naval (BtlNav), e contou com a participação de 182 militares e servidores civis.
Os participantes demonstraram satisfação na condução da temática pelos palestrantes e ressaltaram que a abordagem do assunto contribui para a redução dos acidentes, que por vezes, poderiam ser fatais.

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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) realizou a Cerimônia de Passagem de Comando, no dia 30 de março.

O Capitão de Fragata Rodrigo Fernandes Monteiro, que comandou o Esquadrão por um ano e oito meses, passou o comando ao Capitão de Fragata (FN) Thiago Lopes da Silva, em uma cerimônia emocionante que contou com a presença de autoridades militares e civis, familiares e amigos.

Durante a cerimônia, o Capitão de Fragata Rodrigo Fernandes destacou a importância do trabalho realizado pelo 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral no apoio às operações navais da Marinha do Brasil, principalmente em missões de apoio humanitário, abastecimento de farol e patrulhamento marítimo.

O Capitão de Fragata (FN) Thiago, em seu discurso de posse, agradeceu a confiança depositada para assumir o comando do Esquadrão e destacou sua disposição em manter a excelência do trabalho já realizado pelo Capitão de Fragata Rodrigo Fernandes, bem como buscar novas oportunidades de aprimoramento pessoal e material desta Unidade Aérea.

A passagem de comando é um momento marcante para qualquer organização militar, pois representa a continuidade da missão e a renovação da liderança.

 

 

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) realizou a Cerimônia de Passagem de Comando, no dia 30 de março.

O Capitão de Fragata Rodrigo Fernandes Monteiro, que comandou o Esquadrão por um ano e oito meses, passou o comando ao Capitão de Fragata (FN) Thiago Lopes da Silva, em uma cerimônia emocionante que contou com a presença de autoridades militares e civis, familiares e amigos.

Durante a cerimônia, o Capitão de Fragata Rodrigo Fernandes destacou a importância do trabalho realizado pelo 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral no apoio às operações navais da Marinha do Brasil, principalmente em missões de apoio humanitário, abastecimento de farol e patrulhamento marítimo.

O Capitão de Fragata (FN) Thiago, em seu discurso de posse, agradeceu a confiança depositada para assumir o comando do Esquadrão e destacou sua disposição em manter a excelência do trabalho já realizado pelo Capitão de Fragata Rodrigo Fernandes, bem como buscar novas oportunidades de aprimoramento pessoal e material desta Unidade Aérea.

A passagem de comando é um momento marcante para qualquer organização militar, pois representa a continuidade da missão e a renovação da liderança.

 

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O Comandante da Força Aeronaval (ComForAerNav), Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, proferiu uma palestra, no dia 15 de março, durante as Comemorações do Centenário da Aviação Naval da Armada do Chile.

A apresentação, que compôs o Seminário “Funções polivalentes das Aeronaves Navais”, fez parte das comemorações alusivas ao Centenário da Aviação Naval Chilena, que reuniu Aviadores Navais do Chile e de alguns países da América Latina, durante o período de 15 a 18 de março.

O objetivo do seminário foi discutir, analisar, fazer um retrospecto histórico de como ocorreu a evolução da Aviação Naval no último século, além de analisar lições aprendidas, identificar pontos fortes e fracos e, principalmente, discutir oportunidades de melhoria nos processos associados ao uso de aeronaves militares.

Durante sua apresentação, o Contra-Almirante Fonseca Junior mencionou ser “é uma honra para a Marinha do Brasil participar das comemorações do Centenário da Aviação, momento muito importante para a Marinha do Chile e para todos que utilizam a asa no peito e no coração.”

Destacou também, a importância das Marinhas de ambos países, estreitarem relações em prol de uma maior troca de conhecimento técnicos e operativos.

 

 

O Comandante da Força Aeronaval (ComForAerNav), Contra-Almirante Augusto José da Silva Fonseca Junior, proferiu uma palestra, no dia 15 de março, durante as Comemorações do Centenário da Aviação Naval da Armada do Chile.

A apresentação, que compôs o Seminário “Funções polivalentes das Aeronaves Navais”, fez parte das comemorações alusivas ao Centenário da Aviação Naval Chilena, que reuniu Aviadores Navais do Chile e de alguns países da América Latina, durante o período de 15 a 18 de março.

O objetivo do seminário foi discutir, analisar, fazer um retrospecto histórico de como ocorreu a evolução da Aviação Naval no último século, além de analisar lições aprendidas, identificar pontos fortes e fracos e, principalmente, discutir oportunidades de melhoria nos processos associados ao uso de aeronaves militares.

Durante sua apresentação, o Contra-Almirante Fonseca Junior mencionou ser “é uma honra para a Marinha do Brasil participar das comemorações do Centenário da Aviação, momento muito importante para a Marinha do Chile e para todos que utilizam a asa no peito e no coração.”

Destacou também, a importância das Marinhas de ambos países, estreitarem relações em prol de uma maior troca de conhecimento técnicos e operativos.

 

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Nos dias 20 e 23 de março, o 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) realizou, de forma inédita, adestramento em terra de carga externa VERTREP (Vertical Replenishment) com a participação do Batalhão de Artilharia de Fuzileiros Navais (BtlArtFuzNav).

A ação conjunta consistiu em realizar o transporte de um obuseiro l-118 “LIGHT GUN” e seus operadores entre dois pontos na pista principal do Aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller (SBES). Tal feito contribuiu para o adestramento de ambas as Organizações Militares, perfazendo a qualificação/requalificação de quatro pilotos e mais quatro operadores de sensores deste Esquadrão além de permitir aos militares do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) daquele Batalhão um maior conhecimento sobre as peculiaridades e possibilidades de emprego do SH-16.

Por fim, o adestramento mostrou-se uma excelente oportunidade de interação entre as Organizações Militares envolvidas, demonstrando a capacidade multi-emprego do SH-16 em uma de suas várias tarefas subsidiárias e evidenciando a prontidão e o aprestamento da tripulação do EsqdHS-1 e dos militares do BtlArtFuzNav.

 

Nos dias 20 e 23 de março, o 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) realizou, de forma inédita, adestramento em terra de carga externa VERTREP (Vertical Replenishment) com a participação do Batalhão de Artilharia de Fuzileiros Navais (BtlArtFuzNav).

A ação conjunta consistiu em realizar o transporte de um obuseiro l-118 “LIGHT GUN” e seus operadores entre dois pontos na pista principal do Aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller (SBES). Tal feito contribuiu para o adestramento de ambas as Organizações Militares, perfazendo a qualificação/requalificação de quatro pilotos e mais quatro operadores de sensores deste Esquadrão além de permitir aos militares do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) daquele Batalhão um maior conhecimento sobre as peculiaridades e possibilidades de emprego do SH-16.

Por fim, o adestramento mostrou-se uma excelente oportunidade de interação entre as Organizações Militares envolvidas, demonstrando a capacidade multi-emprego do SH-16 em uma de suas várias tarefas subsidiárias e evidenciando a prontidão e o aprestamento da tripulação do EsqdHS-1 e dos militares do BtlArtFuzNav.

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Após aproximadamente 450 horas voadas assistidas por Óculos de Visão Noturna (OVN), desde maio de 2019, quando se iniciou o processo de qualificação dos pilotos em voos com OVN, o 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) qualificou, no dia 29 de março, o primeiro Piloto Qualificado no Modelo (PQM) como Piloto OVN Básico.

O programa de qualificação é constituído por voos na aeronave e no simulador tático da aeronave SH-16 Seahawk, o que faz acentuar a segurança e a execução dos corretos procedimentos de voo. O Esquadrão pretende alavancar mais pilotos para obter a qualificação de voo assistido por OVN, a fim de aumentar a segurança dos voos noturnos, principalmente sobre água e, assim, impulsionar todo o adestramento

                               

 

Após aproximadamente 450 horas voadas assistidas por Óculos de Visão Noturna (OVN), desde maio de 2019, quando se iniciou o processo de qualificação dos pilotos em voos com OVN, o 1º Esquadrão de Helicópteros Antissubmarino (EsqdHS-1) qualificou, no dia 29 de março, o primeiro Piloto Qualificado no Modelo (PQM) como Piloto OVN Básico.

O programa de qualificação é constituído por voos na aeronave e no simulador tático da aeronave SH-16 Seahawk, o que faz acentuar a segurança e a execução dos corretos procedimentos de voo. O Esquadrão pretende alavancar mais pilotos para obter a qualificação de voo assistido por OVN, a fim de aumentar a segurança dos voos noturnos, principalmente sobre água e, assim, impulsionar todo o adestramento

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