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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizou, no dia 2 de abril, uma Evacuação Aeromédica (EVAM) a bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) "Bahia", durante sua travessia de regresso da Operação “Jeanne D'Arc - 2025”. A ação envolveu a aeronave AH-11BB Super Lynx e teve como objetivo o transporte urgente de um militar que apresentava sintomas de apendicite.

Na ocasião, a aeronave decolou às 19:15h do navio e realizou pouso no pátio militar do Aeroporto Gilberto Freyre (SBRF) às 1930h. O enfermo foi prontamente recebido por uma ambulância do Hospital Naval de Recife (HNRE) e encaminhado ao Hospital Esperança, em Olinda-PE. Após avaliação médica, constatou-se de um caso de gastroenterite aguda.

A decisão pelo lançamento da aeronave foi tomada após um criterioso gerenciamento de risco, conduzido pelo Comandante do navio com assessoria do Chefe do Destacamento Aéreo Embarcado (CheDAE), visando garantir o pronto atendimento ao militar enfermo e evitar o agravamento de seu quadro clínico.
A operação reforça a capacidade do EsqdHA-1 em atuar prontamente em situações de emergência médica, garantindo a segurança e o bem-estar das tripulações embarcadas nos meios da Esquadra.

 

 

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizou, no dia 2 de abril, uma Evacuação Aeromédica (EVAM) a bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) "Bahia", durante sua travessia de regresso da Operação “Jeanne D'Arc - 2025”. A ação envolveu a aeronave AH-11BB Super Lynx e teve como objetivo o transporte urgente de um militar que apresentava sintomas de apendicite.

Na ocasião, a aeronave decolou às 19:15h do navio e realizou pouso no pátio militar do Aeroporto Gilberto Freyre (SBRF) às 1930h. O enfermo foi prontamente recebido por uma ambulância do Hospital Naval de Recife (HNRE) e encaminhado ao Hospital Esperança, em Olinda-PE. Após avaliação médica, constatou-se de um caso de gastroenterite aguda.

A decisão pelo lançamento da aeronave foi tomada após um criterioso gerenciamento de risco, conduzido pelo Comandante do navio com assessoria do Chefe do Destacamento Aéreo Embarcado (CheDAE), visando garantir o pronto atendimento ao militar enfermo e evitar o agravamento de seu quadro clínico.
A operação reforça a capacidade do EsqdHA-1 em atuar prontamente em situações de emergência médica, garantindo a segurança e o bem-estar das tripulações embarcadas nos meios da Esquadra.

 

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No período de 16 de março a 6 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da Operação “Jeanne D’Arc 2025” , um exercício planejado pela Marinha do Brasil em conjunto com a Marinha Nacional da França, sendo realizado no litoral da cidade de Fortaleza no Ceará. 

Dentre os diversos exercícios feitos, destacam-se a realização de uma Operação Anfíbia, exercício que simula um desembarque militar realizado a partir do mar, utilizando embarcações de assalto e veículos anfíbios e Operação de Evacuação de Não-Combatentes, destinada a resgatar civis ou membros das Forças Armadas que não estejam envolvidos em um conflito, garantindo sua segurança em cenários de crise. 

Nessa comissão foi empregada uma aeronave do modelo AH-15B, a qual realizou transporte administrativo, desfile aéreo e apoio aéreo, demonstrando sua capacidade multifuncional em evacuações aeromédicas, busca e salvamento e suporte às tropas em terra. 

A possibilidade de atuar numa comissão operativa com militares de outro país permitiu reforçar a interoperabilidade entre as forças e fortalecer as relações estratégicas entre os dois países, além de demonstrar a versatilidade e profissionalismo dos integrantes do Esquadrão HU-2. 

No período de 16 de março a 6 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da Operação “Jeanne D’Arc 2025” , um exercício planejado pela Marinha do Brasil em conjunto com a Marinha Nacional da França, sendo realizado no litoral da cidade de Fortaleza no Ceará. 

Dentre os diversos exercícios feitos, destacam-se a realização de uma Operação Anfíbia, exercício que simula um desembarque militar realizado a partir do mar, utilizando embarcações de assalto e veículos anfíbios e Operação de Evacuação de Não-Combatentes, destinada a resgatar civis ou membros das Forças Armadas que não estejam envolvidos em um conflito, garantindo sua segurança em cenários de crise. 

Nessa comissão foi empregada uma aeronave do modelo AH-15B, a qual realizou transporte administrativo, desfile aéreo e apoio aéreo, demonstrando sua capacidade multifuncional em evacuações aeromédicas, busca e salvamento e suporte às tropas em terra. 

A possibilidade de atuar numa comissão operativa com militares de outro país permitiu reforçar a interoperabilidade entre as forças e fortalecer as relações estratégicas entre os dois países, além de demonstrar a versatilidade e profissionalismo dos integrantes do Esquadrão HU-2. 

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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizou, no dia 2 de abril, uma Evacuação Aeromédica (EVAM) a bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) "Bahia", durante sua travessia de regresso da Operação “Jeanne D'Arc - 2025”. A ação envolveu a aeronave AH-11BB Super Lynx e teve como objetivo o transporte urgente de um militar que apresentava sintomas de apendicite.

Na ocasião, a aeronave decolou às 19:15h do navio e realizou pouso no pátio militar do Aeroporto Gilberto Freyre (SBRF) às 1930h. O enfermo foi prontamente recebido por uma ambulância do Hospital Naval de Recife (HNRE) e encaminhado ao Hospital Esperança, em Olinda-PE. Após avaliação médica, constatou-se de um caso de gastroenterite aguda.

A decisão pelo lançamento da aeronave foi tomada após um criterioso gerenciamento de risco devido ao voo noturno, conduzido pelo Comandante do navio com assessoria do Chefe do Destacamento Aéreo Embarcado (CheDAE), visando garantir o pronto atendimento ao militar enfermo e evitar o agravamento de seu quadro clínico.

A operação reforça a capacidade do EsqdHA-1 em atuar prontamente em situações de emergência médica, garantindo a segurança e o bem-estar das tripulações embarcadas nos meios da Esquadra.

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (EsqdHA-1) realizou, no dia 2 de abril, uma Evacuação Aeromédica (EVAM) a bordo do Navio Doca Multipropósito (NDM) "Bahia", durante sua travessia de regresso da Operação “Jeanne D'Arc - 2025”. A ação envolveu a aeronave AH-11BB Super Lynx e teve como objetivo o transporte urgente de um militar que apresentava sintomas de apendicite.

Na ocasião, a aeronave decolou às 19:15h do navio e realizou pouso no pátio militar do Aeroporto Gilberto Freyre (SBRF) às 1930h. O enfermo foi prontamente recebido por uma ambulância do Hospital Naval de Recife (HNRE) e encaminhado ao Hospital Esperança, em Olinda-PE. Após avaliação médica, constatou-se de um caso de gastroenterite aguda.

A decisão pelo lançamento da aeronave foi tomada após um criterioso gerenciamento de risco devido ao voo noturno, conduzido pelo Comandante do navio com assessoria do Chefe do Destacamento Aéreo Embarcado (CheDAE), visando garantir o pronto atendimento ao militar enfermo e evitar o agravamento de seu quadro clínico.

A operação reforça a capacidade do EsqdHA-1 em atuar prontamente em situações de emergência médica, garantindo a segurança e o bem-estar das tripulações embarcadas nos meios da Esquadra.

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No período de 16 de março a 6 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da Operação “Jeanne D’Arc 2025” , um exercício planejado pela Marinha do Brasil em conjunto com a Marinha Nacional da França, sendo realizado no litoral da cidade de Fortaleza no Ceará. 

Dentre os diversos exercícios feitos, destacam-se a realização de uma Operação Anfíbia, exercício que simula um desembarque militar realizado a partir do mar, utilizando embarcações de assalto e veículos anfíbios e Operação de Evacuação de Não-Combatentes, destinada a resgatar civis ou membros das Forças Armadas que não estejam envolvidos em um conflito, garantindo sua segurança em cenários de crise. 

Nessa comissão foi empregada uma aeronave do modelo AH-15B, a qual realizou transporte administrativo, desfile aéreo e apoio aéreo, demonstrando sua capacidade multifuncional em evacuações aeromédicas, busca e salvamento e suporte às tropas em terra. 

A possibilidade de atuar numa comissão operativa com militares de outro país permitiu reforçar a interoperabilidade entre as forças e fortalecer as relações estratégicas entre os dois países, além de demonstrar a versatilidade e profissionalismo dos integrantes do Esquadrão HU-2. 

 

 

No período de 16 de março a 6 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou da Operação “Jeanne D’Arc 2025” , um exercício planejado pela Marinha do Brasil em conjunto com a Marinha Nacional da França, sendo realizado no litoral da cidade de Fortaleza no Ceará. 

Dentre os diversos exercícios feitos, destacam-se a realização de uma Operação Anfíbia, exercício que simula um desembarque militar realizado a partir do mar, utilizando embarcações de assalto e veículos anfíbios e Operação de Evacuação de Não-Combatentes, destinada a resgatar civis ou membros das Forças Armadas que não estejam envolvidos em um conflito, garantindo sua segurança em cenários de crise. 

Nessa comissão foi empregada uma aeronave do modelo AH-15B, a qual realizou transporte administrativo, desfile aéreo e apoio aéreo, demonstrando sua capacidade multifuncional em evacuações aeromédicas, busca e salvamento e suporte às tropas em terra. 

A possibilidade de atuar numa comissão operativa com militares de outro país permitiu reforçar a interoperabilidade entre as forças e fortalecer as relações estratégicas entre os dois países, além de demonstrar a versatilidade e profissionalismo dos integrantes do Esquadrão HU-2. 

 

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O 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) promoveu sua 1ª Olimpíada de Matemática, no dia 5 de abril, reunindo jovens do 6° ao 8° ano escolar do ensino fundamental em uma manhã de aprendizado, desafio intelectual e interação com o universo da Aviação Naval.
O evento contou com uma prova composta por 10 questões de lógica e raciocínio matemático, com diferentes graus de dificuldade, desenvolvida para estimular o pensamento crítico e a criatividade dos participantes.

Além de representar uma saudável competição, o evento foi uma iniciativa inédita no EsqdVF-1, reforçando o compromisso da Unidade não apenas com as atividades operacionais e administrativas, mas também com a formação intelectual e cidadã das futuras gerações.

O destaque da Olimpíada foi a dedicação dos competidores e o engajamento de familiares e militares do Esquadrão, que acompanharam com entusiasmo os jovens. A ação também se mostrou como uma ferramenta de integração entre o público jovem e a cultura da Aviação de Asa Fixa da Marinha do Brasil, contribuindo para despertar o interesse pela carreira militar e pelas áreas do conhecimento científico. Consagraram-se vencedores: 1º lugar: Natan Lucena da Hora; 2º lugar: Maria Raquel Pereira Stwilliams; 3º lugar: Eloise Lira Vieira Pereira Santos. 

 

 

O 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) promoveu sua 1ª Olimpíada de Matemática, no dia 5 de abril, reunindo jovens do 6° ao 8° ano escolar do ensino fundamental em uma manhã de aprendizado, desafio intelectual e interação com o universo da Aviação Naval.
O evento contou com uma prova composta por 10 questões de lógica e raciocínio matemático, com diferentes graus de dificuldade, desenvolvida para estimular o pensamento crítico e a criatividade dos participantes.

Além de representar uma saudável competição, o evento foi uma iniciativa inédita no EsqdVF-1, reforçando o compromisso da Unidade não apenas com as atividades operacionais e administrativas, mas também com a formação intelectual e cidadã das futuras gerações.

O destaque da Olimpíada foi a dedicação dos competidores e o engajamento de familiares e militares do Esquadrão, que acompanharam com entusiasmo os jovens. A ação também se mostrou como uma ferramenta de integração entre o público jovem e a cultura da Aviação de Asa Fixa da Marinha do Brasil, contribuindo para despertar o interesse pela carreira militar e pelas áreas do conhecimento científico. Consagraram-se vencedores: 1º lugar: Natan Lucena da Hora; 2º lugar: Maria Raquel Pereira Stwilliams; 3º lugar: Eloise Lira Vieira Pereira Santos. 

 

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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) participou da “Operação PROTRINDADE II - 2025” entre os dias 17 de março e 1º abril, sendo representado pela aeronave modelo UH-12 Esquilo Monoturbina, a partir de um Destacamento Aéreo Embarcado a bordo do Navio Hidroceanográfico Faroleiro “Almirante Graça Aranha”, pertencente ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos, subordinado à Diretoria de Hidrografia e Navegação. 

Durante a operação, foram realizados voos de transporte de pessoal e material para a Ilha da Trindade e Ilhas de Martim Vaz em apoio ao Programa de Pesquisas Científicas na Ilha da Trindade (PROTRINDADE), coordenado pela Secretaria da Comissão Interministerial para Recursos do Mar.

Tendo em vista as adversidades encontradas nesses tipos de missão, como os locais de difícil acesso, as operações aéreas no navio de menor convoo da Marinha do Brasil, e dos diversos modos de empregar a aeronave em uma mesma operação, o EsqdHU-1 pôde mostrar sua versatilidade, fato que reafirma a natureza de “faz tudo” do “Esquadrão”. 

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1) participou da “Operação PROTRINDADE II - 2025” entre os dias 17 de março e 1º abril, sendo representado pela aeronave modelo UH-12 Esquilo Monoturbina, a partir de um Destacamento Aéreo Embarcado a bordo do Navio Hidroceanográfico Faroleiro “Almirante Graça Aranha”, pertencente ao Grupamento de Navios Hidroceanográficos, subordinado à Diretoria de Hidrografia e Navegação. 

Durante a operação, foram realizados voos de transporte de pessoal e material para a Ilha da Trindade e Ilhas de Martim Vaz em apoio ao Programa de Pesquisas Científicas na Ilha da Trindade (PROTRINDADE), coordenado pela Secretaria da Comissão Interministerial para Recursos do Mar.

Tendo em vista as adversidades encontradas nesses tipos de missão, como os locais de difícil acesso, as operações aéreas no navio de menor convoo da Marinha do Brasil, e dos diversos modos de empregar a aeronave em uma mesma operação, o EsqdHU-1 pôde mostrar sua versatilidade, fato que reafirma a natureza de “faz tudo” do “Esquadrão”. 

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A Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA) realizou melhorias no ambiente de espera do Grupo de Avaliação e Acompanhamento de Pacientes Especiais (GAAPE), tornando-o mais acolhedor e lúdico para os pequenos pacientes e seus familiares. A iniciativa, de duas militares do setor, incluiu a revitalização do espaço com uma nova pintura, inspirada na obra O "Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry, que transmite mensagens de sensibilidade, empatia e acolhimento.

A proposta surgiu a partir da experiência bem-sucedida de um projeto anterior no laboratório de análises clínicas, que buscou humanizar o atendimento e proporcionar maior conforto aos usuários. Com o apoio da direção da PNSPA, o novo espaço foi transformado em um ambiente mais colorido e encantador, reforçando o compromisso da Policlínica com o bem-estar dos pacientes.

Durante a inauguração da revitalização, a Diretora da PNSPA, Capitão de Fragata (Md) Ana Luisa de Arêa Leão Alves, ressaltou a importância de iniciativas como das militares SO-PC Érica e a 1° SG-EF Liliana que vão além das funções técnicas, promovendo um atendimento mais humanizado e próximo das necessidades dos usuários do Sistema de Saúde da Marinha.

 

 

A Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA) realizou melhorias no ambiente de espera do Grupo de Avaliação e Acompanhamento de Pacientes Especiais (GAAPE), tornando-o mais acolhedor e lúdico para os pequenos pacientes e seus familiares. A iniciativa, de duas militares do setor, incluiu a revitalização do espaço com uma nova pintura, inspirada na obra O "Pequeno Príncipe", de Antoine de Saint-Exupéry, que transmite mensagens de sensibilidade, empatia e acolhimento.

A proposta surgiu a partir da experiência bem-sucedida de um projeto anterior no laboratório de análises clínicas, que buscou humanizar o atendimento e proporcionar maior conforto aos usuários. Com o apoio da direção da PNSPA, o novo espaço foi transformado em um ambiente mais colorido e encantador, reforçando o compromisso da Policlínica com o bem-estar dos pacientes.

Durante a inauguração da revitalização, a Diretora da PNSPA, Capitão de Fragata (Md) Ana Luisa de Arêa Leão Alves, ressaltou a importância de iniciativas como das militares SO-PC Érica e a 1° SG-EF Liliana que vão além das funções técnicas, promovendo um atendimento mais humanizado e próximo das necessidades dos usuários do Sistema de Saúde da Marinha.

 

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Durante o mês de abril, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) deu início ao processo de recebimento da primeira aeronave H125 “Esquilo B3e” que, na Marinha do Brasil (MB), receberá a designação IH-18, nas instalações da Helibrás em Itajuba (MG). A incorporação do novo modelo faz parte do Projeto TH-X, que visa à modernização da frota destinada à instrução de voo na Aviação Naval.

O processo de recebimento é um procedimento técnico e criterioso, que garante que o novo meio atenda plenamente aos requisitos de contrato e às necessidades operacionais da Aviação Naval. Atualmente, uma equipe composta por pilotos e mecânicos do EsqdHI-1, em conjunto com especialistas do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), conduz uma inspeção que abrange desde a verificação física da aeronave até a checagem de documentação, testes de sistemas e voos técnicos do IH-18.
O Projeto TH-X tem como objetivo substituir os atuais helicópteros IH-6B “Jet Ranger III”, empregados na formação de aviadores navais, por aeronaves mais modernas, seguras e com maior capacidade de instrução. O H125 “Esquilo B3e” foi selecionado por sua robustez, versatilidade e tecnologia embarcada, características que permitirão elevar o padrão de ensino no Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO), além de ampliar as possibilidades de emprego da aeronave em outras missões operacionais.

A chegada da IH-18 inaugura um novo capítulo na formação dos futuros aviadores da Marinha, ao mesmo tempo em que fortalece as capacidades de emprego geral da Aviação Naval, alinhando-se ao compromisso permanente com a modernização e excelência operacional dos meios aeronavais.

 

 

Durante o mês de abril, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (EsqdHI-1) deu início ao processo de recebimento da primeira aeronave H125 “Esquilo B3e” que, na Marinha do Brasil (MB), receberá a designação IH-18, nas instalações da Helibrás em Itajuba (MG). A incorporação do novo modelo faz parte do Projeto TH-X, que visa à modernização da frota destinada à instrução de voo na Aviação Naval.

O processo de recebimento é um procedimento técnico e criterioso, que garante que o novo meio atenda plenamente aos requisitos de contrato e às necessidades operacionais da Aviação Naval. Atualmente, uma equipe composta por pilotos e mecânicos do EsqdHI-1, em conjunto com especialistas do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), conduz uma inspeção que abrange desde a verificação física da aeronave até a checagem de documentação, testes de sistemas e voos técnicos do IH-18.
O Projeto TH-X tem como objetivo substituir os atuais helicópteros IH-6B “Jet Ranger III”, empregados na formação de aviadores navais, por aeronaves mais modernas, seguras e com maior capacidade de instrução. O H125 “Esquilo B3e” foi selecionado por sua robustez, versatilidade e tecnologia embarcada, características que permitirão elevar o padrão de ensino no Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAvO), além de ampliar as possibilidades de emprego da aeronave em outras missões operacionais.

A chegada da IH-18 inaugura um novo capítulo na formação dos futuros aviadores da Marinha, ao mesmo tempo em que fortalece as capacidades de emprego geral da Aviação Naval, alinhando-se ao compromisso permanente com a modernização e excelência operacional dos meios aeronavais.

 

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Entre os dias 27 de março e 5 de abril, a Aviação Naval marcou presença na 15ª edição da LAAD Defence & Security, realizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Durante a feira, além da participação no estande de 200 m² da Marinha do Brasil, localizado na área interna do evento, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou a exposição estática de uma aeronave AH-15B Super Cougar, destacando as capacidades.

A aeronave AH-15B, operada pelo EsqdHU-2, é reconhecida por sua elevada capacidade multimissão, com possibilidade de atuação em ambientes de alta complexidade. Dotada de modernos sensores e armamentos, desempenha missões de esclarecimento, ataque, apoio aéreo e evacuação aeromédica, entre outras.

Reconhecida como uma das maiores feiras de defesa e segurança da América Latina, a LAAD representou uma oportunidade valiosa para demonstrar ao público as capacidades operacionais e tecnológicas da Aviação Naval. A exibição da aeonave permitiu uma visão detalhada de suas especificações, aplicações e importância para o cumprimento das missões da Marinha, evidenciando o compromisso contínuo da Força com a inovação, a modernização e a excelência operacional de suas unidades aéreas.


Entre os dias 27 de março e 5 de abril, a Aviação Naval marcou presença na 15ª edição da LAAD Defence & Security, realizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Durante a feira, além da participação no estande de 200 m² da Marinha do Brasil, localizado na área interna do evento, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) realizou a exposição estática de uma aeronave AH-15B Super Cougar, destacando as capacidades.

A aeronave AH-15B, operada pelo EsqdHU-2, é reconhecida por sua elevada capacidade multimissão, com possibilidade de atuação em ambientes de alta complexidade. Dotada de modernos sensores e armamentos, desempenha missões de esclarecimento, ataque, apoio aéreo e evacuação aeromédica, entre outras.

Reconhecida como uma das maiores feiras de defesa e segurança da América Latina, a LAAD representou uma oportunidade valiosa para demonstrar ao público as capacidades operacionais e tecnológicas da Aviação Naval. A exibição da aeonave permitiu uma visão detalhada de suas especificações, aplicações e importância para o cumprimento das missões da Marinha, evidenciando o compromisso contínuo da Força com a inovação, a modernização e a excelência operacional de suas unidades aéreas.

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No período de 25 de março a 3 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou, a bordo do Navio Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia, da Operação POIT 2025, que tem o objetivo suprir com alimentos e materiais de diversos tipos o Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT), localizado a cerca de 800 MN da costa. 

Devido à inexistência de um cais para atracação nessa Ilha, o uso de uma aeronave de grande porte com elevada capacidade de transporte de material e pessoal é fundamental para realizar a missão. Durante 3 dias de trabalho intenso, a aeronave UH-15 Super Cougar realizou mais de 60 transportes por carga externa e interna.

A missão foi concluída sendo transportado por volta de 50 toneladas de material para ilha e retirado mais de 10 toneladas de sucata e lixo, sendo evidenciado o elevado empenho de suas tripulações e uma precisa coordenação do binômio aeronave-navio.


No período de 25 de março a 3 de abril, o 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-2) participou, a bordo do Navio Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia, da Operação POIT 2025, que tem o objetivo suprir com alimentos e materiais de diversos tipos o Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT), localizado a cerca de 800 MN da costa. 

Devido à inexistência de um cais para atracação nessa Ilha, o uso de uma aeronave de grande porte com elevada capacidade de transporte de material e pessoal é fundamental para realizar a missão. Durante 3 dias de trabalho intenso, a aeronave UH-15 Super Cougar realizou mais de 60 transportes por carga externa e interna.

A missão foi concluída sendo transportado por volta de 50 toneladas de material para ilha e retirado mais de 10 toneladas de sucata e lixo, sendo evidenciado o elevado empenho de suas tripulações e uma precisa coordenação do binômio aeronave-navio.

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