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Centro de Hidrografia e Navegação do Oeste e órgão paraguaio debatem segurança da navegação na Hidrovia Paraguai-Paraná

  • Publicado em 04/11/2025 - 17:42
  • Atualizado em 04/11/2025 - 17:43
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Foto: Administración Nacional de Navegación Y Puertos

        A Marinha do Brasil (MB), por meio do Centro de Hidrografia e Navegação do Oeste (CHN-6), participou, no dia 27 de outubro, de reunião com a Administración Nacional de Navegación Y Puertos (ANNP) — órgão responsável pela infraestrutura portuária e pela segurança da navegação no Paraguai.

        O objetivo foi debater questões afetas à sinalização náutica da Hidrovia Paraguai-Paraná (HPP), em especial dos 542 km exclusivamente paraguaios, que se estendem desde a foz do rio Apa até Assunção.

        Estiveram presentes na reunião o Presidente da ANNP, Engenheiro Julio César Vera Cáceres, o Adido Naval do Brasil no Paraguai, Capitão de Mar e Guerra (FN) Anderson Neves Navi, o Diretor do CHN-6, Capitão de Fragata Elides Freitas de Jesus Júnior, o Gerente de Navegação da ANNP, Rodolfo Gómez, e o Chefe da Dragagem da ANNP, engenheiro Benjamín Martinez.

        Durante a reunião, o Diretor do CHN-6 apresentou os 44 auxílios à navegação implantados pelo CHN-6, neste ano, ao longo das margens paraguaias, em um trecho de 150 quilômetros entre as cidades de Puerto Rosario e Assunção, durante a Comissão BALIZOPE. Destacou, ainda, a importância do trabalho conjunto entre as instituições, como o repasse ao CHN-6 dos dados de batimetria referentes a eventuais alterações no leito do rio, de modo a manter constantemente atualizadas as 34 cartas náuticas do trecho paraguaio publicadas pelo Brasil.

        A importância da manutenção periódica das balizas e faroletes também foi destacada pelo Diretor do CHN-6. “A manutenção conjunta e contínua do balizamento no trecho paraguaio manterá a eficácia da sinalização náutica e proporcionará maior segurança e tranquilidade ao tráfego de cargas realizado na HPP, reforçando o espírito de parceria entre os dois países e o compromisso com o desenvolvimento econômico regional”.

        O Gerente de Navegação da ANNP destacou “que a sinalização é fundamental, tendo em conta que, anualmente, são movimentadas entre 25 e 30 milhões de toneladas ao longo da hidrovia, que por vezes ficam encalhadas devido às secas do rio”.

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