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  • Publicado em 01/08/2023 - 10:01
  • Atualizado em 01/08/2023 - 10:47
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No período de 01 a 15 de julho, a Capitania dos Portos do Rio Grande do Sul participou da Operação Ágata Sul 2023 com objetivo de atuar, em coordenação com os Órgãos de Segurança Pública e de fiscalização das esferas federal, estadual e municipal e outros órgãos civis, no combate ao crime organizado em ações militares, preventivas e repressivas, contra ilícitos transfronteiriços e ambientais.
A CPRS empregou seus meios e pessoal nas áreas de Uruguaiana, Porto Xavier, Jaguarão, Santa Vitória do Palmar e Santa Isabel do Sul. Além disso, foram empregados, na região de Rio Grande, duas LAEP-10, duas LAEP-07 e uma ECSR-M, acompanhados de um Destacamento dos Fuzileiros Navais, para a realização de ações de inspeção naval e patrulhamento.
Realizada desde 2011, a ação tem o objetivo de fortalecer a segurança dos quase 17 mil quilômetros de fronteiras do Brasil. Participaram desse esforço a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), IBAMA, FUNAI, Receita Federal e órgãos de segurança dos estados das regiões de fronteira. Ao longo da operação, militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea Brasileira realizam missões táticas destinadas a coibir delitos como narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, imigração e garimpo ilegais.
Na Lagoa dos Patos, há ocorrência de crimes ambientais, a exemplo da pesca predatória ilegal que, por sua vez, reflete uma grande quantidade de ilegalidades relacionadas. Exemplos disso são o trabalho análogo à escravidão, condições insalubres das embarcações, péssima higiene dos locais de armazenamento do pescado, sonegação fiscal e infrações associadas à Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário. Adicionalmente, não é raro encontrar embarcações de pesca que atuam clandestinamente nas águas jurisdicionais do Comando do 5º Distrito Naval.

 

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