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CAPÍTULO 5 - AÇÕES ESTRATÉGICAS NAVAIS
de competência da Autoridade Marítima. O 5.4 – CONSIDERAÇÕES FINAIS
desenvolvimento do comércio e das atividades
marítimas no Brasil, na última década, intensificou Conforme mencionado na introdução deste capítulo,
as atividades nas AJB, impulsionando um aumento é importante observar que as AEN, sob respon-
de tarefas realizadas pelas OM com atribuições no sabilidade dos setores específicos, deverão ser
Sistema de Segurança do Tráfego Aquaviário. À MB consideradas como Objetivos de Direção Setorial dos
estão atribuídas as tarefas de Autoridade Marítima, Planos de Direção Setorial (PDS), nos quais serão
a quem cabe, dentre outras, normatizar e fiscalizar detalhadas e desdobradas em ações decorrentes.
as leis nacionais e as convenções e resoluções
internacionais, ratificadas pelo Estado Brasileiro, Com este Plano, a MB, por intermédio de sua Gestão
aplicáveis às AJB. Por essa razão, é imprescindível Estratégica, terá o desafio de articular o longo e
formular este programa em razão da importância médio prazos com o curto prazo, aprimorando e
que as hidrovias marítimas e interiores, os portos, os aperfeiçoando as Estratégias Navais e as metas dos
navios, a geração de energia alternativa, a pesca, o Sistema de Medição de Desempenho Organizacional
turismo, a recreação náutica, a pesquisa, exploração a fim de alcançar a Visão de Futuro da MB.
e aproveitamento do petróleo, gás natural e outros
recursos minerais e a indústria naval representam As AEN aqui apresentadas resultam de um trabalho
para a Nação. colaborativo de todos os setores da MB, tendo a
Política Naval como farol e as Estratégias Navais
como propulsores, provendo orientação firme e
segura para que nossos Marinheiros, Fuzileiros e
Servidores Civis garantam o cumprimento da Missão
da MB.
Projeto do Submarino Convencional com Propulsão Nuclear Álvaro Alberto - SN10
PLANO ESTRATÉGICO DA MARINHA 85

