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Figura 18. Interpolação do esforço de pesca (horas) para a frota brasileira 3. Considerações finais
(agrupados os anos de 2013 a 2021) que opera com rede de arrasto na ZEE brasileira
Inventários da frota pesqueira e o mo- embarcações no presente estudo, assim
55 0’0 W 50 0’0 W 45 0’0 W 40 0’0 W 35 0’0 W 30 0’0 W
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nitoramento das áreas de atuação, assim como a distribuição e quantitativos de bar-
como os recursos capturados e sua pro- cos para as diferentes artes de pesca e sua
dução, são de extrema importância para distribuição espacial, representam um mar-
o ordenamento e planejamento espacial co no conhecimento da dinâmica dessas
0 0’0’’ 0 0’0’’ das atividades pesqueiras no Brasil. Essas frotas e, principalmente, referente às áreas
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informações possibilitarão adotar medidas atuais de operação. Análises da distribui-
que visem à implementação de um siste- ção da frota ao longo dos anos e meses
ma de pesca sustentável e racional, nas serão realizadas no futuro próximo, contri-
5 0’0’’S 5 0’0’’S águas da Zona Econômica Brasileira. Ape- buindo ainda mais para gerar informações
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sar da lacuna e carência de informações, abrangentes da exploração pesqueira nas
referentes aos recursos capturados e suas águas brasileiras.
produções, desconhecidos desde o ano de Ressalta-se ainda a necessidade para a
10 0’0’’S 10 0’0’’S 2011 com o encerramento da estatística expansão e desenvolvimento de um siste-
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pesqueira nas águas marinhas brasileiras, ma de rastreamento de embarcações para
a parceria entre a Global Fishing Watch e a frota artesanal brasileira, cujas informa-
a Secretaria de Aquicultura e Pesca do Mi- ções serão cruciais, juntamente com a re-
nistério da Agricultura, Pecuária e Cadeia tomada das estatísticas pesqueiras na ZEE
15 0’0’’S 15 0’0’’S
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de Abastecimento é uma grande oportu- brasileira, na construção de um inventário
nidade para o setor pesqueiro brasileiro abrangente dos recursos e biomassas explo-
promover a modernização da gestão da rados, da distribuição espacial e dinâmica
pesca na Zona Econômica Brasileira. temporal das frotas pesqueiras. Todas essas
20 0’0’’N 20 0’0’’N Constitui-se ainda em um marco na informações tornarão a atividade pesquei-
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análise da distribuição espacial das frotas e ra mais transparente e poderão garantir a
pode contribuir decisivamente com os sub- continuidade da cadeia produtiva marinha
sídios para o planejamento espacial e or- brasileira, contribuindo para manutenção
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25 0’0’’S 25 0’0’’S denamento dessas pescarias. Informações e geração de proteína de alta qualidade,
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como o número total de embarcações que conjugando tanto a sustentabilidade dos
atuam na frota pesqueira industrial e se- recursos pesqueiros quanto a garantia de
mi-industrial brasileira, estimadas em 597 alimento para as gerações futuras.
30 0’0’’N 30 0’0’’N
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Referências
BJORDAL, A. Uso de medidas técnicas en trador pesquero: medidas de ordenación
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35 0’0’’S 35 0’0’’S la pesca responsable: regulación de artes y su aplicación. v. 424, 2005. Food & Agri-
de pesca. In: COCHRANE, K. L. (ed.). Guía culture Organization (FAO).
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55 0’0 W 50 0’0 W 45 0’0 W 40 0’0 W 35 0’0 W 30 0’0 W del administrador pesquero: medidas COCHRANE, K.L, GARCIA, S.M. 2009. A
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de ordenación y su aplicación, Vol. 424, Fishery Managers’ Guidebook. Second Edi-
0 225 450 900 1.350 1.800 2.250 tion. Rome. Wiley-Blackwell. 518p.
Kilometers 2005, Chap. 2. Food & Agriculture Orga-
nization (FAO). DIEGUES, A. C. S. A. A pesca construindo
Fonte: Elaboração dos autores, utilizando dados da Global Fishing Watch (https://globalfishingwatch.org/)
COCHRANE, K. L. (ed.). Guía del adminis- sociedades: leituras em antropologia
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