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  • Publicado em 02/10/2025 - 13:24
  • Atualizado em 11/12/2025 - 10:55
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Programa de Artes Marciais Militares do Corpo de Fuzileiros Navais

Soco "Superman punch"

Este golpe, cujo movimento final corresponde a um direto já conhecido, inicia-se com a elevação da perna traseira, simulando um chute frontal com a finalidade de provocar o abaixamento da guarda do adversário.

Soco martelo

Com a mão fechada, deve-se executar o impacto utilizando a face dorsal do punho ou o antebraço, com trajetória vertical descendente ou em diagonal, com ênfase em atingir o rosto. Comumente empregado quando o oponente se encontra em solo.

Soco giratório

O executor efetua um giro, conforme a dinâmica do combate, e estende o braço com a face dorsal da mão ou com o antebraço; a trajetória do golpe é predominantemente horizontal, direcionado à face do adversário.

Cotovelada frontal

Elevar a guarda com o braço que executará o golpe até o cotovelo alinhar-se ao rosto do adversário; desferir a cotovelada frontal em trajetória horizontal, direcionada ao rosto.

Cotovelada de baixo para cima

Ao tracionar o adversário para frente, ou aproveitar a proximidade e abertura de guarda que exponha o seu rosto em curta distância, desferir a cotovelada com a ponta do cotovelo em movimento vertical ascendente.

Cotovelada de cima para baixo

Golpe de curta distância executado em oponente exposto à sua frente; é efetuado com o braço flexionado em 90° ou mais, em trajetória vertical descendente, visando a região da nuca ou coluna.

Cotovelada lateral

É executada em curta distância segurando o pescoço do adversário e aproximando-o ao encontro do cotovelo; com o braço em trajetória predominantemente horizontal, direciona-se a ponta do cotovelo ao rosto.

Cotovelada por trás

É executada quando o inimigo se aproxima pela retaguarda ou ao girar e avançar o cotovelo em sua direção; com o braço aberto em 90° ou mais, direciona-se a ponta do cotovelo contra a região alvo.

Combinação 1 (Cruzado - soco giratório)

Após o cruzado, mantém-se a rotação e efetua-se o soco giratório com o braço que estava à retaguarda. O cruzado visa baixar a guarda adversária e alterar sua linha de defesa.

Combinação 2 (Jab-Direto-Jab-Cotovelada frontal)

Sequência que alterna ataques rápidos para confundir a defesa adversária, variando alturas e ritmos. O primeiro jab é direcionado ao rosto para medir distância e abrir a guarda.

Chute na parte interna da perna

Semelhante ao chute semicircular, porém preferencialmente executado com a perna da frente pela curta distância e pelo tempo de resposta reduzido, direcionando o boot à virilha ou ao joelho.

Pisão lateral

É aplicado principalmente após deslocamento lateral ou quando o executante já se encontra lateralizado em relação ao adversário; eleva-se o joelho com a sola do boot apontada horizontalmente.

Chute lateral

É aplicado principalmente após deslocamento lateral ou quando o executante já se encontra lateralizado em relação ao adversário; eleva-se o joelho com a sola do boot apontada horizontalmente para a linha de ataque.

Chute para trás

É executado quando o adversário se desloca para a retaguarda; mantendo contato visual, avança-se na direção dele enquanto o calcanhar é recolhido próximo ao glúteo.

Joelhada frontal

Caracteriza-se por ser um golpe de curta distância, aplicado quando o adversário se encontra muito próximo ou quando surge uma brecha na guarda que permita a simples elevação do joelho.

Combinação 1 (Jab-Direto-Jab-Chute semicircular)

Inicia-se com socos alternados, variando alturas para sobrecarregar a defesa adversária e dificultar a leitura do ataque.

Combinação 2 (Chute interna -Jab-Direto)

Inicia-se com o chute na parte interna para deslocar e desestabilizar a base do adversário, dificultando suas defesas e reduzindo sua capacidade de reação.

Defesa de agarro no pescoço com um braço

Inicia-se fixando o controle do braço agressor, mantendo estabilização do membro. Em seguida, aplica-se pancada ascendente com o antebraço, direcionando o cotovelo de baixo para cima.

Saída do clinch

Quando o inimigo junta os braços por baixos dos do militar e fecha as mãos, obtém potencial para controlar e até derrubar o adversário. Ao perceber o início desse contato, estabelece-se base.

Saída da Guilhotina em pé (indo para as costas)

A defesa inicia-se imediatamente ao perceber o ataque, controlando o braço que envolve o pescoço e criando espaço na região da garganta impedindo o aperto ascendente do estrangulamento.

Kata gatame em pé

Ocorre após a defesa de um soco, preferencialmente retilíneo, desviando o golpe para o lado com inclinação do tronco na direção de origem do ataque.

Saída da gravata lateral com armamento

É utilizada quando o militar está portando armamento e deve evitar exposição desnecessária. Após controlar o braço livre do agressor para impedir golpes, o braço oposto agarra sua perna.

Saída de agarro por trás com armamento

A saída de agarro por trás, com os braços imobilizados, inicia-se afastando as pernas, abaixando o centro de gravidade e mantendo a cabeça na vertical para reduzir o controle do inimigo.

Desvencilhamento de agarro na pistola 1 e 2

Quando a ameaça ataca o armamento, ambas as mãos reforçam a empunhadura para impedir o saque. A perna do lado da pistola é afastada, criando distância e dificultando o alcance.