ESQUADRAOs povos sãos e fortes, as nações másculas e livres amam nas suas Esquadras a imagem de sua própria existência."Rui Barbosa". Esquadra é o conjunto de Forças (parcelas, de navios e meios aéreos, destinados ao serviço naval, pertencente ao Estado e incorporados à Marinha do Brasil) e navios soltos, posto sob comando único, para fins administrativos. Administrativamente, a Esquadra é subdividida em Forças, as quais são organizadas de acordo com o tipo de unidades que operam, a Esquadra tem a ela subordinadas: a Força de Superfície (ComForSup), a Força de Submarinos (ComForS) e a Força Aeronaval (ComForAerNav). Para apoio ao Comando em Chefe da Esquadra (ComemCh) na organização das diversas operações, existem ainda duas unidades a ele subordinadas: o Comando da Primeira Divisão da Esquadra (ComDiv-1) e o Comando da Segunda Divisão da Esquadra (ComDiv-2). Além das Forças Navais, a Esquadra possui, sob sua subordinação, a Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ), situada na Ilha de Mocanguê, na Baía da Guanabara, onde fica sediada a maior parte de seus meios, o Centro de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP), destinado a garantir o pleno funcionamento dos sistemas de combate instalados nos navios, o Centro de Manutenção de Embarcações Miúdas (CMEM), que tem como propósito contribuir para o aprimoramento da manutenção das embarcações miúdas, o Centro de Intendência da Marinha em Niterói (CeIMNi), com o propósito de centralizar as Gestorias de Execução Financeira, Pagamento de Pessoal, Conta de Pagamentos Imediatos e Obtenção das Organizações Militares localizadas em Mocanguê; e a Unidade Médica da Esquadra (UMEsq), que tem por finalidade contribuir para o atendimento médico e odontológico dos militares que servem no Complexo Naval do Mocanguê. |
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Navio-Aeródromo MultipropósitoO Navio é projetado para as tarefas de Controle de áreas marítimas, projeção de poder sobre terra, pelo mar e ar. Por dispor de considerável capacidade de suporte hospitalar, visando a apoiar uma Força Naval em operações de guerra naval, é apropriado, também, para missões de caráter humanitário, auxílio a vítimas de desastres naturais, de evacuação de pessoal e em operações de manutenção de paz, além de poder ser empregado em missões estratégicas logísticas, transportando militares, munições e equipamentos.
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![]() A140 - "Atlântico"
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![]() U27 - "Navio Escola Brasil" |
O Navio Escola Brasil (U-27), foi o terceiro navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao nosso país. Foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), Ilha das Cobras, Rio de Janeiro. Em dezembro de 1975, a Marinha iniciou o projeto de substituição do Navio Escola Custódio de Mello (U-26). Seu projeto foi desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval (DEN), tomando como referência o casco das Fragatas Classe “Niterói” (Vosper MK. 10). Em junho de 1978, a DEN concluiu o estudo de viabilidade do projeto, sendo iniciados os trabalhos de construção do meio em março de 1981. Em 18 de setembro de 1981, teve seu batimento de quilha, em cerimônia presidida pelo Ministro da Marinha, Alte Esq Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, que contou com a presença do Ministro dos Transportes Dr. Eliseu Rezende e do Chefe do EMFA, Gen Ex Alacyr Frederico Werner, além de outras autoridades, sendo lançado ao mar em 23 de setembro de 1983. Após a realização das provas de mar e a avaliação dos sistemas de armas e navegação, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada, em 21 de agosto de 1986, em cerimônia realizada no Dique "Almirante Regis", que foi presidida pelo então Chefe do Estado-Maior da Armada, Alte Esq Luiz Leal Ferreira, com a presença do Ministro da Marinha, Alte Esq Henrique Sabóia, tendo assumido seu comando o Capitão de Mar e Guerra Alberto Annaruma Júnior. | |
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O Navio Veleiro Cisne Branco (U 20), é o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. Foi construído pelo estaleiro Damen Oranjewerf, em Amsterdam, Holanda. Foi entregue em 4 de fevereiro de 2000. Por ocasião da largada da Regata Internacional Comemorativa aos 500 Anos do Descobrimento do Brasil, em Lisboa, Portugal, foi submetido à Mostra de Armamento e incorporado à Armada, em 9 de março de 2000, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada Almirante-de-Esquadra Arlindo Vianna Filho, passando a subordinação do Comando de Operações Navais, em cumprimento a OD n.º 003/00 do CEMA e a Portaria n.º 73 de 28/02/00 do Comandante da Marinha. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão de Mar e Guerra José Sadi Cantuária. | |
![]() F45 - "União"
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Fragatas Classe NiteróiAs Fragatas Classe Niterói constituem uma das mais importantes classes de navios-escolta da Marinha do Brasil. Projetadas para atuar em operações de Guerra de Superfície, Guerra Antissubmarino e Defesa Antiaérea, destacam-se pela versatilidade, autonomia e capacidade de emprego em missões de proteção das águas jurisdicionais brasileiras, escolta de meios navais, operações combinadas e exercícios internacionais. Construídas a partir da década de 1970, passaram por processos de modernização que permitiram a atualização de seus sistemas de combate, sensores e equipamentos, mantendo sua relevância para Poder Naval brasileiro. Meios existentes: Classe Niterói
Classe Greenhalgh
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Fragatas Classe Tamandaré
As Fragatas Classe Tamandaré representam a nova geração de navios-escolta da Marinha do Brasil e constituem um marco no processo de modernização do Poder Naval brasileiro. Projetadas para atuar em missões de Guerra de Superfície, Guerra Antissubmarino, Defesa Antiaérea e Operações de Interdição Marítima, as fragatas são dotadas de modernos sistemas de combate, sensores, armamentos e recursos de guerra eletrônica, ampliando significativamente a capacidade operacional da Esquadra.
Além de fortalecer a capacidade de defesa marítima do País, o Programa Fragatas Classe Tamandaré contribui para o desenvolvimento da Base Industrial de Defesa e para a transferência de tecnologia, consolidando a capacidade nacional de projetar, construir, integrar e manter meios navais de elevada complexidade tecnológica.
Fragata Classe Tamandaré atualmente incorporada à Esquadra:
Fragatas Classe Tamandaré previstas para incorporação:
Com a incorporação gradual dessas unidades, a Marinha do Brasil ampliará sua capacidade de atuação na proteção da Amazônia Azul, na defesa dos interesses marítimos nacionais e no cumprimento das tarefas de presença, dissuasão e projeção de poder no mar.
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Fragata Tamandaré (F200) |
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CorvetaA palavra é derivada do latim "corbita" (pequeno corvo), através do francês "corvette", referindo originalmente uma embarcação de guerra de dimensões inferiores às da fragata, surgida nos finais do século XVIII. Meios existentes: Classe Inhaúma
Classe Barroso
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V34 - "Barroso"
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![]() S30 - "Tupi" |
SubmarinosOs submarinos são navios de guerra capazes de alterar seu grau de flutuabilidade, podendo assim efetuar patrulhas e ataques submersos na água. Meios existentes: Classe Tupi
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![]() S34 - "Tikuna" |
Classe Tikuna
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![]() S40 - "Riachuelo" |
Classe Riachuelo
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![]() S41 - "Humaitá" |
S41 - "Humaitá"
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K120 - "Guillobel"
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Navio de Socorro SubmarinoO NSS “Guillobel” (K-120) foi construído, a pedido da empresa ADAMS Offshore, no estaleiro Balenciaga, em Zumai, Espanha, no ano de 2009, para emprego como Navio de apoio offshore. Recebeu o nome de “Adams Challenge” e, durante seu histórico de serviço, permaneceu prestando apoio a operações de mergulho saturado de intervenção nos Golfos do México e da Guiné e, mais recentemente, no Oriente Médio. Segundo Navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome, é o nosso quarto Navio de Socorro de Submarino, seguindo-se à Corveta “Imperial Marinheiro” e aos Navios de Socorro Submarino “Gastão Moutinho” e “Felinto Perry”. Ao ter cunhado o nome “Guillobel” em seu espelho de popa, é prestada homenagem ao insigne submarinista, Almirante de Esquadra Renato de Almeida Guillobel. Nascido no Rio de Janeiro, ingressou na Escola Naval em 1908 e foi declarado Guarda-Marinha em 1910. Durante a Primeira Grande Guerra, incorporou o esforço da Divisão Naval em Operações de Guerra, embarcado no Cruzador “Rio Grande do Sul”. Ingressou na Força de Submarinos em 1921 e, no Comando do Contratorpedeiro “Marcílio Dias”, lutou na Segunda Guerra Mundial, incorporado à Força Naval do Nordeste. O Almirante Guillobel, tendo sido nomeado ainda no posto de Contra-Almirante, exerceu o cargo de Ministro da Marinha de 1951 a 1954. |
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![]() U30 - "Almirante Hess" |
Aviso de Apoio Costeiro
O Aviso de Apoio Costeiro Almirante Hess - U 30 é o primeiro navio a ostentar esse nome em homenagem ao Contra-Almirante (EN) Emílio Júlio Hess na Marinha do Brasil. O Alte. Hess foi construído pelo estaleiro INACE - Industria Naval do Ceará S/A, em Fortaleza. O casco 185, foi lançado ao mar em 1982 e incorporado em 2 de dezembro de 1983. O Alte. Hess é uma embarcação especializada na recuperação de torpedos de exercício, e logo depois de sua entrada em serviço passou a fazer parte do Comando do Trem da Esquadra. |
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Navio de Desembarque de Carros de CombateNavios de assalto anfíbio são navios de combate empregados no desembarque e apoio a forças terrestres por meio de assalto anfíbio ao território inimigo, como os (NDCC) navios de desembarque de carros de combate. Meios existentes:
Navio Doca MultipropósitoO Navio Doca Multipropósito Bahia (NDM Bahia) é um navio de assalto anfíbio da classe Foudre de fabricação francesa. O navio, construído para a marinha francesa pela Naval Group e nomeado Siroco, ficou a serviço da Marinha Nacional da França de 1998 até 2015, quando foi adquirido pela Marinha do Brasil.
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G25 - "Almirante Sabóia" G40 - "Bahia"
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Navio TanqueNavio Tanque, é o posto de combustível da Esquadra no Mar, com ele os navios podem reabastecer em plena missão, sem a necessidade de atracar aumentando assim o raio de ação da Esquadra. Meio existente: · G23 - "Almirante Gastão Motta" |
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![]() EDCG - "Marambaia" (L20) |
Embarcação de Desembarque de Carga Geral A Embarcação de Desembarque de Carga Geral (EDCG) é destinada ao transporte e desembarque de tropas, viaturas, equipamentos e suprimentos durante as operações anfíbias. Dotada de casco reforçado e rampa de desembarque, pode operar diretamente em praias e áreas desprovidas de instalações portuárias, desempenhando papel fundamental no Movimento Navio para Terra (MNT). Além do emprego anfíbio, contribui para missões de apoio logístico, transporte de carga e assistência humanitária.
EDCG em serviço na Marinha do Brasil:
A Embarcação de Desembarque de Carga Geral (EDCG) “Marambaia” teve seu batimento de quilha em 3 de novembro de 1988 no estaleiro SFCN em Villeneuve-la-Garenne e foi inicialmente chamada de CDIC 9062 e foi admitida ao serviço ativo em 17 de fevereiro de 1989. Somente em 21 de julho de 1997 o navio recebeu o nome de batismo de “Chaland de Débarquement d'Infanterie et de Chars Hallebarde”. |
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![]() EDCG - "Guarapari" (L10) |
A EDCGGuarapari foi concebida pelo Convênio 510/01/75, entre a Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), baseado no Modelo LCU-1600, de projeto da U.S. Navy. Seu Batimento de Quilha ocorreu em 14 de março de 1975 e foi lançada ao mar em 14 de julho de 1977. |
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