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Palestrantes no seminário sobre o e-Navigation. Da esquerda para a direita: Almirante de Esquadra Wladmilson Borges de Aguiar; Otto Luiz Burlier; Vice-Almirante
Alexandre Cursino de Oliveira; Capitão de Mar e Guerra Carlos Rodrigo Cerveira; e o Contra-Almirante Paulo Vecchi Ruiz Cardoso da Silva
ções e dados marítimos entre todos ponsabilidade do Brasil), por meio de de Instrução Almirante Graça Aranha.
os usuários (navio/navio, navio/porto, transmissão rádio e internet no pa- O Seminário ofereceu aos diver-
porto/navio e porto/porto). drão S-100. sos atores do Poder Marítimo como
Para o Diretor-Geral de Navegação, As áreas de atuação dos serviços os alunos das Escolas de Formação
Almirante de Esquadra Wladmilson relacionados ao e-Navigation subdi- da Marinha Mercante, marítimos, au-
Borges de Aguiar, a implementação videm-se em áreas portuárias e de toridades portuárias, empresas de
do e-Navigation é de relevante impor- aproximação aos portos; áreas costei- navegação, armadores e sociedades
tância para o desenvolvimento da Eco- ras ou restritas; mar e áreas abertas; classificadoras, a oportunidade de
nomia do Mar e do Poder Marítimo. “O áreas polares; e áreas com empreendi- compreenderem o planejamento da
conceito contribui para o crescimen- mentos offshore. implementação do conceito e-Navi-
to do País e para a redução do custo Na área portuária, os usuários dos gation, e saber quais setores serão
Brasil. Além disso, em um país dotado portos e terminais serão beneficiados impactados bem como os desafios a
de ricas características marítimas e pela implantação das ferramentas do serem associados.
fluviais, como o Brasil, o e-Navigation e-Navigation no Brasil, na medida em Vale ressaltar, neste contexto,
trará um olhar para diversas oportu- que elas se integrem a ferramentas de que a Autoridade Marítima Brasileira
nidades, provenientes do uso de equi- gestão portuária e de Port Community vem desenvolvendo a implantação do
pamentos, meios de comunicação e System. Dessa forma toda a cadeia e-Navigation por meio de uma estraté-
aumento de tráfego de dados, gerando produtiva da atividade marítima por- gia dividida nos eixos norteadores
um verdadeiro portfólio de informa- tuária, incluindo as administrações de Ciência, Tecnologia e Inovação;
ções e serviços”, afirmou. portuárias, compartilhará os ganhos Tecnologia da Informação e Comuni-
Dentre os diversos objetivos da de segurança e troca de informações cações; Desenvolvimento Econômico;
estratégia, destacam-se: possuir in- disponibilizados pelas soluções. Na Segurança; Proteção; Capacitação do
fraestrutura confiável, segura, rápida, área econômica, por sua vez, abrem-se Ensino Profissional Marítimo; e Ade-
interoperável e flexível para a rede perspectivas para a comercialização quação e qualificação do Sistema de
que atenderá ao e-Navigation; servir de produtos desenvolvidos especifica- Ensino Naval.
como um “hub” de informações afetas mente para atender ao conceito e-Na- Certamente, o desenvolvimento e
à segurança marítima; produzir cartas vigation, sendo uma ótima oportunida- a implementação do conceito serão
náuticas eletrônicas no padrão S-100; de para a Base Industrial Brasileira. extremamente importantes para o apri-
prestar eficiente serviço de busca e Com o intuito de destacar a impor- moramento do transporte marítimo, ge-
salvamento, por meio da transferência tância do e-Navigation no Brasil, ocor- rando benefícios como maior eficiência
eletrônica de dados e informações; e reu, na Semana Nacional de Ciência e e segurança para o setor.
fornecer efetivo serviço de previsões Tecnologia – comemorada no mês de
meteorológicas e oceanográficas para outubro – o Seminário “e-Navigation Para saber mais sobre o conceito e-Navigation
a METAREA V (área marítima de res- Desafios e Oportunidades”, no Centro acesse: www.enavigation.com.br
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