Page 6 - farol_agosto
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Fotos: MN-RC Clementino
Capitão-Tenente (T) Fernando Araújo
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De modo a promover um ambiente pacífico e Célula de Operações Aéreas, responsável
seguro para um evento de tamanha visibilidade, por controlar o emprego de aeronaves,
as Forças Armadas atuaram durante os Jogos sob a orientação do Comando de Defesa
Olímpicos por meio do planejamento e da Aeroespacial Brasileiro e do Departamento de
execução das ações de defesa, num trabalho Controle do Espaço Aéreo da FAB.
integrado com órgãos de segurança pública
e inteligência nos níveis federal, estadual e
municipal.
Em Salvador, um efetivo superior a 1.500
militares da Marinha do Brasil (MB), Exército
(EB) e Força Aérea Brasileira (FAB) foi
empregado em diversas as ações de defesa,
coordenadas pelo Comandante do 2º Distrito
Naval, Vice-Almirante Cláudio Portugal de
Viveiros, que se reportou diretamente ao
Ministério da Defesa, sendo assessorado por
um Estado-Maior Conjunto, composto por
oficiais das três Forças, atuando no Centro
de Coordenação de Defesa de Área (CCDA)
Salvador.
O Estado-Maior Conjunto do CCDA Salvador
coordenou a atuação de uma Força Naval e
de uma Força Terrestre Componente, além
de forças especiais da MB, que compuseram
um Centro de Coordenação Tático Integrado
(CCTI). No CCDA também funcionou uma
6 O FAROL | AGOSTO DE 2016
Capitão-Tenente (T) Fernando Araújo
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De modo a promover um ambiente pacífico e Célula de Operações Aéreas, responsável
seguro para um evento de tamanha visibilidade, por controlar o emprego de aeronaves,
as Forças Armadas atuaram durante os Jogos sob a orientação do Comando de Defesa
Olímpicos por meio do planejamento e da Aeroespacial Brasileiro e do Departamento de
execução das ações de defesa, num trabalho Controle do Espaço Aéreo da FAB.
integrado com órgãos de segurança pública
e inteligência nos níveis federal, estadual e
municipal.
Em Salvador, um efetivo superior a 1.500
militares da Marinha do Brasil (MB), Exército
(EB) e Força Aérea Brasileira (FAB) foi
empregado em diversas as ações de defesa,
coordenadas pelo Comandante do 2º Distrito
Naval, Vice-Almirante Cláudio Portugal de
Viveiros, que se reportou diretamente ao
Ministério da Defesa, sendo assessorado por
um Estado-Maior Conjunto, composto por
oficiais das três Forças, atuando no Centro
de Coordenação de Defesa de Área (CCDA)
Salvador.
O Estado-Maior Conjunto do CCDA Salvador
coordenou a atuação de uma Força Naval e
de uma Força Terrestre Componente, além
de forças especiais da MB, que compuseram
um Centro de Coordenação Tático Integrado
(CCTI). No CCDA também funcionou uma
6 O FAROL | AGOSTO DE 2016

