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Escola de Guerra Naval sedia o Jogo de Guerra Trilateral

  • Publicado em 11/08/2025 - 15:45
  • Atualizado em 29/08/2025 - 13:24
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Enviado em: 11/08/2025


O Jogo de Guerra Trilateral reuniu integrantes das Escolas de Guerra Naval da Argentina, Brasil e Uruguai

No período de 4 a 8 de agosto, a Escola de Guerra Naval (EGN) sediou o Jogo de Guerra TRILATERAL/2025, que reuniu instrutores das Escolas de Guerra Naval da Argentina, Brasil e Uruguai. O jogo é realizado anualmente, em sistema de rodízio, e tem como objetivo promover um fórum de diálogo acadêmico para o intercâmbio de ideias e conhecimentos.

Desenvolvido em formato de seminário, o jogo simula o emprego de uma Força-Tarefa Marítima Multinacional (FTM) no Atlântico Sul, abordando temas de interesse comum entre as Marinhas participantes, com vistas à análise e solução de problemas derivados de crises internacionais. Dessa forma, contribui para incrementar a interoperabilidade, fortalecendo as bases de entendimento mútuo entre as Marinhas dos três países.

Nessa edição, o jogo analisou a relação entre uma FTM e o Coordenador da Área Marítima do Atlântico Sul (CAMAS); a confecção e aplicação das Regras de Engajamento para a situação fictícia criada; os desafios atinentes à Segurança Marítima; e a proteção de infraestruturas críticas e de Linhas de Comunicação Marítimas. Também abrangeu a utilização de veículos não tripulados por oponentes e a interação com a mídia, considerando as diversas situações geradas.

Segundo o Gerente do Jogo, Capitão de Mar e Guerra (RM1) Marcelo Ribeiro de Sousa, Encarregado do Setor de Coordenação de Jogos de Guerra da EGN, a participação de um “perito” do Comando de Operações Marítimas e Proteção da Amazônia Azul (COMPAAz), simulando o CAMAS, e o emprego de vídeos criados com apoio de inteligência artificial contribuíram para uma maior imersão dos jogadores.


O Jogo tem como objetivo promover um fórum de diálogo acadêmico para o intercâmbio de ideias e conhecimentos

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