O nome define a utilização desse barco encontrado em todos os rios da bacia amazônica onde há comércio. Destina-se aos regatões (do verbo regatear), troca ou venda de mercadorias as populações ribeirinhas.
Propulsão: inicialmente a vela e remo e atualmente a motor.
Peça doada a Marinha em 1908 pela Comissão do Estado do Amazonas por ocasião da Exposição do Centenário de Abertura dos Portos, no Distrito Federal.
Embarcação de casco fundo com porão; cabine com duas portas no convés; tolda da meia-nau para a proa; dois mastros sem velas; leme de cana; quilha e cavername.





