
Participantes da oficina do Projeto Escuta Protegida (Imagem: 2T RM2-T Jucielem Azulino)
Militares da Marinha do Brasil participaram, no dia 15 de junho, de uma oficina presencial voltada ao enfrentamento das violências contra crianças e adolescentes. O evento ocorreu no Lar Fabiano de Cristo, em Belém, com o objetivo de debater a descentralização e a implementação da Lei da Escuta Protegida (Lei nº 13.431/2017).
Coordenado pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), o projeto busca garantir os direitos de vítimas ou testemunhas de violência por meio de uma escuta qualificada e sem revitimização. A programação contou com palestra de psicóloga da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) sobre a linha de cuidado e o fluxo de atendimento da rede pública.
Parceiro direto da iniciativa na capital paraense, o Hospital Naval de Belém integra as ações com foco na capacitação de seu efetivo de saúde. O treinamento visa aprimorar os procedimentos internos da organização militar, assegurando que os atendimentos prestados no hospital sejam cada vez mais humanizados e qualificados.
O encontro técnico também reuniu representantes das Voluntárias Cisne Branco — Seccional Belém — e do Abrigo do Marinheiro para analisar os dados de pesquisas locais. A articulação intersetorial busca traçar novas estratégias conjuntas, fortalecendo de forma prática a rede local de proteção infantojuvenil.