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  • Publicado em 28/05/2026 - 08:34
  • Atualizado em 28/05/2026 - 08:37
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Corveta Mearim (V 22)

 

 

 D a t a s

 

Batimento de Quilha: 19 de novembro de 1953
Lançamento: 26 de agosto de 1954
Incorporação: 3 de agosto de 1955
Baixa: 4 de dezembro de 1998

 

 

C a r a c t e r í s t i c a s

 

Deslocamento: 911 ton (padrão), 1.025 ton (carregado).
Dimensões: 55.72 m de comprimento, 9.55 m de boca e 3.6 m de calado.
Propulsão: 2 motores diesel Sulzer 6TD36 de 6 cilindros e 1.080 bhp cada, acoplados diretamente a 2 eixos com hélices de passo fixo.
Eletricidade: 2 geradores diesel de 160 kW e 1 gerador diesel de reserva de 75 kW alternadores.
Velocidade: máxima de 16 nós; máxima constante 14 nós.
Raio de Ação: 15.000 milhas náuticas.
Armamento: 1 canhão de 3 pol. (76,2 mm/50) Mk 26, 4 metralhadoras Oerlikon Mk 10 de 20 mm/70 em reparos singelos.
Tripulação: 64 homens, sendo 6 oficiais e 58 praças.

 

H i s t ó r i c o

 

 

A Corveta Mearim - V 22, é o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio Mearim, que deságua na Baia de São Marcos, em Itaquí-MA. As Corvetas classe Imperial Marinheiro foram idealizadas e mandadas construir pelo Almirante Renato de Almeida Guillobel, em sua gestão a frente do Ministério da Marinha. Foi construída pelo estaleiro N.V. Scheepswenven v.h. H.H. Bodewes, Holanda. Teve sua quilha batida em 19 de novembro de 1953, foi lançada ao mar em 26 de agosto de 1954 e foi incorporada em 3 de agosto de 1955. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Osvaldo Pinto de Carvalho.

 

As Corvetas classe Imperial Marinheiro, foram originalmente concebidas, como navio guarda-costas, rebocador, mineiro e varredor. Já nos anos noventa, as unidades remanescentes mantinham apenas as características de unidade de patrulha (guarda-costas) e salvamento (rebocador). Seus trilhos para lançamentos de minas e paravanas de varredura não existem mais a bordo. Atualmente a maior restrição das Corvetas nas missões de patrulha é a sua baixa velocidade em relação às velocidades atuais dos navios mercantes. A Corveta tem uma velocidade máxima mantida de apenas 12 nós.

 

Contribuiu para realização de levantamentos hidrográficos da Bacia Amazônica e da Baia de São Marcos-MA, onde atuou inclusive como Navio Faroleiro e Navio Balizador.

 

Foi o primeiro navio da MB a navegar de Manaus-AM à Belém-PA sem prático a bordo, fato considerado como o início da liberdade operativa dos meios navais da MB no trecho compreendido entre as duas capitais.

 

Participou de inúmeras operações ribeirinhas, de busca e salvamento, patrulhas costeiras e ações de presença nas áreas marítimas de interesse do País, mostrando a bandeira nacional em portos estrangeiros.

 

 

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