Heráldica

 

 

DESCRIÇÃO

 

Num escudo boleado, encimado pela coroa naval e envolto por elipse feita de cabo de ouro terminado em nó direito, campo preto, mantelado de veiros, com farol de ouro, lampejante de prata, aberto e iluminado do campo; no chefe fendido de vermelho e verde, uma coroa de marquês.

 

EXPLICAÇÃO

 

O campo preto, evocativo da escuridão da noite, o farol lampejante, luz dos navegadores desde a antiguidade, simboliza a sinalização náutica; o mantel de veiros, pelas características de azul e prata que lhe são inerentes, representa a Marinha nas suas cores tradicionais. No chefe fendido de vermelho e verde, a coroa de marquês, evocando o ínclito Almirante Tamandaré, alude ao Estado sulino e à cidade onde nasceu, Rio Grande, sede do Serviço, que também é memorada pelos esmaltes e metal do chefe, constantes da bandeira criada, em 1836, para a efêmera república Riograndense.