Turismo na Antártica

Nos últimos anos, tem-se verificado um aumento expressivo da atividade turística e de outras atividades não governamentais no Continente Antártico. Essas atividades ensejam grande preocupação entre os Estados Membros do Tratado da Antártica, não apenas pelo risco potencial de danos ao meio ambiente, como, também, pelos aspectos inerentes à precária segurança da navegação e às condições ambientais adversas prevalecentes, habitualmente desfavoráveis às atividades de busca e salvamento (SAR, na sigla em inglês).

Com o objetivo de regulamentar as atividades turísticas e outras atividades não governamentais realizadas na Antártica, em cumprimento ao disposto no Tratado da Antártica, no seu Protocolo sobre Proteção ao Meio Ambiente (Protocolo de Madri) e nos demais documentos destes decorrentes, o Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) relacionou as normas e procedimentos que devem ser observados por todas as expedições brasileiras com destino à Antártica, por parte de seus navios, e de todas as expedições à Antártica organizadas em seu território ou procedentes do mesmo.

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