Equipe UFRJ Nautilus, apoiada pelo IPqM, representará o Brasil na ROBOSUB® 2018

O Instituto de Pesquisas da Marinha (IpqM), Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) subordinada ao Centro Tecnológico da Marinha no Rio de Janeiro, tem apoiado com bolsas de estágio, materiais e serviços de oficina a "Equipe UFRJ Nautilus", formada por alunos de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que estudam Automação e Controle com foco no desenvolvimento de veículos autônomos submarinos.

A UFRJ Nautilus, equipe de competição de robótica submarina da UFRJ, se prepara para representar o Brasil na edição de 2018 da ROBOSUB® – maior competição internacional de Veículos Submarinos Autônomos (VSA). Evento que acontece anualmente nos Estados Unidos, na cidade de San Diego, estado da Califórnia, entre os dias 30 de julho e 5 de agosto deste ano. Sendo essa a segunda participação da equipe que é a única representante brasileira na competição.

Composta por alunos de diferentes cursos de engenharia da UFRJ, a equipe teve sua primeira experiência na ROBOSUB® em 2016. A partir da troca de conhecimento com estudantes de universidades como Cornell University e University of Florida. O grupo remodelou o projeto de seu VSA para, em 2018, conseguir um melhor desempenho com um menor custo, sendo capaz de realizar tarefas como captura e manipulação de pequenos objetos, reconhecimento de alvo e relevo por imagem, localização de fonte sonora.

Para a preparação da equipe, o IPqM disponibilizou as instalações do tanque hidroacústico do Instituto com objetivo de realizar gravações sonoras utilizando um arranjo de hidrofones. No primeiro teste, foram gerados sinais acústicos submarinos similares aos empregados na competição ROBOSUB®. A fim de contribuir com a capacitação da equipe e a disseminação da cultura em Acústica Submarina, o Instituto ofereceu também estágio para os alunos, uso de equipamentos e sensores, bem como disponibilizou oficinas mecânicas e eletrônicas para o trabalho dos integrantes da UFRJ Nautilus, visando ao desenvolvimento do VSA.

Assim, a Marinha vem dando passos concretos para aproximar a Academia de seu Setor de Ciência e Tecnologia, reforçando o conceito da tríplice hélice, conforme a sua Estratégia de Ciência e Tecnologia.