Combate ao mosquito “Aedes Aegypti”

No dia 29 de janeiro, o Instituto de Pesquisas da Marinha promoveu uma palestra sobre a importância de combater o mosquito Aedes Aegypti ministrada pelo 2T (RM2-MD) Medeiros, Oficial Médico da OM, a toda tripulação. A iniciativa cumpriu a Diretriz do Ministério da Defesa Nº 6 / 2016 que versa sobre a participação das Forças Armadas nas Ações de Mobilização e Combate ao mosquito.
Na ocasião, a tripulação foi conscientizada sobre a proliferação de focos do mosquito transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e zika; os riscos e as doenças que ele pode ocasionar, bem como os cuidados e precauções a serem tomadas para seu controle, tais como:
- Eliminar todos os focos de água parada, já que o mosquito precisa da água parada para colocar seus ovos, então qualquer lugar que possa acumular o mínimo de água pode virar um foco da doença.
- Verificar se as caixas d'água estão bem tampadas;
- Guardar garrafas, latas e baldes com a boca virada para baixo ou encaminhar o material para a coleta seletiva;
- Verificar bromélias e outras plantas que acumulam água;
- Preencher os pratos de vasos de flores com areia;
- Colocar uma colher (de sopa) de água sanitária a cada litro de água onde a água não pode ser totalmente removida, como ralos e vasos sanitários não usados com frequência;
- Guardar pneus em locais secos e cobertos;
- Manter as lixeiras externas bem fechadas;
- Limpar ralos, calhas e os reservatórios de água da geladeira;
- Lavar o pote de água do seu animal de estimação.
- Usar repelente - O Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) recomenda a utilização de repelentes à base de n,n-Dietil-meta-toluamida (DEET) ou icaridina, de 4 em 4 horas.

A iniciativa foi uma das medidas internas do Plano de Ação de Combate ao Mosquito "Aedes Aegypti" elaborado pela direção do Instituto em cumprimento Diretriz Ministerial nº 6/MD/2016.