Publicações

Nome do Livro Descrição Autor
História Naval Brasileira - Quarto Volume

186 págs. Retrata a Marinha Imperial no período de 1870 a 1889, abordando os aspectos administrativos e de pessoal, o material, os sinistros marítimos e as comissões de destaque, os serviços de hidrografia, cartografia e navegação, a vida cultural, entre outros. SDM, 2001.

Lauro Nogueira Furtado de Mendonça
Recomendações para o Futuro Comandante

SDM, 3ª edição, 2010, 174 páginas, totalmente revisado e atualizado. O autor conta, aos sucessores, o resultado de sua observação e experimentação como oficial de Marinha, abordando temas como: Assunção de Comando, Manobras em Águas Restritas, Manobras no Mar, O Tempo no Mar, Honras de Portaló e Direito Internacional no Mar.

Luiz Sérgio Silveira Costa
Diário da Campanha Naval do Paraguai - 1866

356 págs. A Guerra do Paraguai vista por um oficial de Marinha a bordo de um navio de guerra em operação de combate. Abrange o período em que o Almirante Tamandaré esteve à frente do combate, de 8 de fevereiro a 31 de dezembro de 1866.

Manuel Carneiro da Rocha
História Naval Brasileira - Segundo Volume, Tomo II

492 págs. A expedição de Silva Pais e o Rio Grande de São Pedro (Abeillard Barreto); Segurança da navegação nos séculos XVI-XVIII: navios atrilhados, frotas e comboios (Max Justo Guedes); Tentativas espanholas de domínio do Sul do Brasil (Abeillard Barreto); Opção portuguesa: restauração do Rio Grande e entrega da Colônia do Sacramento (1774/77) (Abeillard Barreto); Transmigração da família real para o Brasil (Antônio Marques Esparteiro, Pedro Calmon e Antônio Luiz Porto e Albuquerque); A conquista de Caiena (Luís Cláudio Pereira Leivas e Luís Felipe de Castilhos Goycochêa); A Marinha e a Revolução Pernambucana de 1817 (Antônio Pimentel Winz e Max Justo Guedes); Ocupação da Banda Oriental (José Antônio Soares de Souza). SDGM, 1979.

Vários Autores
O Tenentismo na Marinha

825 págs. O livro mostra que as rebeliões tenentistas não começaram com o levante do Forte de Copacabana em julho de 1922 (que deu origem ao episódio dos 18 do Forte) e sim dois meses antes, com a conspiração dos aviadores navais da Ilha das Enxadas, que planejavam bombardear o cortejo do Presidente da República. Ed. PAZ E TERRA, 2005.

Francisco Carlos Pereira Cascardo
História Naval Brasileira - Segundo Volume, Tomo I-B

180 págs. As guerras holandesas no mar: a restauração de Angola e a guerra anglo-holandesa (Max Justo Guedes). SDGM,1993.

Vários Autores
História Naval Brasileira - Primeiro Volume, Tomo I

346 págs. A Marinha e o Brasil (Pedro Calmon); A arte de navegar na época dos Grandes Descobrimentos (Luiz Mendonça de Albuquerque); A navegação a vela no litoral brasileiro (João da Gama Pimentel Barata, Carlos Francisco Moura e Max Justo Guedes); As primeiras expedições de reconhecimento da costa brasileira (Max Justo Guedes); Cristóvão Jaques e as armadas guarda-costas (Rolando A. Laguarda Trías); A expedição de Sebastião Caboto (Rolando A. LaguardaTrías). SDGM,1975.

Vários Autores
O Último Baile do Império

113 págs, ilustrado. O livro apresenta os pormenores do baile oferecido pelo Governo brasileiro à oficialidade do Encouraçado chileno Almirante Cochrane em retribuição às homenagens prestadas no ano anterior ao Navio-Escola brasileiro Almirante Barroso quando de sua passagem pelo Chile: a escolha do local, a presença da família imperial, as roupas usadas, a decoração, o jantar, a ceia, as danças e os fatos marcantes ocorridos nos seus bastidores, que serviram de argumento para os republicanos que tramavam a queda da Monarquia. SDM, 2007.

Cláudio da Costa Braga
Marquês de Tamandaré

724 págs. Documentos revelam as qualidades que fizeram do Almirante Tamandaré um legítimo intérprete da formação moral e intelectual do povo brasileiro. Ed. SDM, 1999.

José Francisco de Lima
Cinco Anos na Pasta da Marinha - 1985

303 págs. O Almirante registra sua experiência durante os cinco anos em que foi Ministro da Marinha. Independente, 1985.

Maximiano Eduardo da Silva Fonseca