Navio “Almirante Maximiano” intercepta e recolhe boia à deriva da COPPE/UFRJ

Aconteceu na DHN: 

No dia 2 de maio, o Grupamento de Navios Hidroceanográficos (GNHo) acionou o Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano” - que regressava de Itajaí - SC, realizando a Comissão ADESTRIP – para efetuar a busca e o recolhimento de uma boia meteoceanográfica nacional “BMOBR” do Laboratório de Instrumentação Oceanográfica (LIOc) da COPPE/UFRJ. A referida boia havia garrado no dia 29 de abril e estava à deriva no rumo sul.

Após obter as últimas posições da boia, registradas pelo seu sistema de rastreio, o NPo “Almirante Maximiano” traçou o rumo de interceptação, tendo localizado a mesma às 05h00 do dia 3 de maio, cerca de 120 milhas náuticas ao sul de São Sebastião - SP.

Ao nascer do sol, às 06h30, o bote foi arriado, transportando mergulhadores e um Suboficial Meteorologista que possui experiência com boias do Programa Nacional de Boias (PNBOIA), de modo a inspecionar a boia, não tendo sido verificadas avarias que comprometessem a sua flutuabilidade. Foi verificado, ainda, que existia uma rede de pesca enroscada no dispositivo de fundeio da boia.

O Navio, então, efetuou a aproximação por barlavento da boia e iniciou a amarração de cintas que permitissem o seu recolhimento. Foi necessário desmontar alguns sensores localizados no topo da boia, a fim de evitar avarias durante a manobra com o guindaste de meio-navio.

 

Foto 03 - Recolhimento boia BMOBR da COPPE - 03MAI2018.jpg   Foto 04 - Recolhimento boia BMOBR da COPPE - 03MAI2018.jpg

Faina marinheira de recolhimento da boia

 

Em cerca de duas horas de faina marinheira, a boia foi içada, juntamente com a amarra a ela conectada, colocada e peiada no convés 02, para transporte ao Rio de Janeiro.

O GNHo informou o recolhimento da boia ao LIOc, o qual agradeceu o apoio e parabenizou a Tripulação do “TIO MAX” pela rapidez no atendimento da demanda.

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