Capitania dos Portos do Amapá realiza cerimônia de passagem de Cargo

Capitania dos Portos do Amapá realiza cerimônia de passagem de Cargo de Capitão dos Portos

 

       No dia 14 de fevereiro, ocorreu a cerimônia militar de Passagem de cargo da Capitania dos Portos do Amapá (CPAP), em Santana-AP. Na ocasião, o Capitão de Fragata (T) Fernando Cezar da Silva passou o cargo de Capitão dos Portos para o Capitão de Fragata (T) Carlos Augusto de Souza Junior, em cerimônia presidida pelo Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Newton de Almeida Costa Neto.
      A solenidade contou com a presença de diversas autoridades civis e militares, dentre elas o governador do Amapá, Waldez Góes; o prefeito de Macapá, Clécio Luís, o general da 22ª Brigada do Exército, Adilson Giovani Quint, o presidente do Tribunal de Justiça do Amapá, o desembargador João Lages; o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, desembargador Romel Oliveira; o procurador-chefe da Procuradoria geral da União, Utan Lisboa Galdino; o Comandante da Polícia Militar do Amapá, coronel João Matias; o Coronel Comandante do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá, Wagner Coelho; o desembargador vice-presidente e corregedor-geral do TRE/AP, Gilberto Pinheiro; o presidente da Sociedade Amigos da Marinha do Amapá (Soamar), Glauco Cei; o alto escalão do comando da Marinha do Brasil no Estado; imprensa e sociedade civil organizada.
      A CPAP teve sua criação através do Decreto Nº 3.334, de 05 de julho de 1899 que tem como missão Cumprir e fazer cumprir a legislação, os atos e normas, nacionais e internacionais que regulam os tráfegos marítimos, fluvial e lacustre; fiscalizar os serviços de praticagem; realizar inspeções navais e vistorias; instaurar e conduzir Inquéritos Administrativos sobre Fatos e Acidentes da Navegação; auxiliar o Serviço de Salvamento Marítimo; concorrer para a manutenção da sinalização náutica; e coordenar, controlar e/ou ministrar cursos do Ensino Profissional Marítimo (EPM), a fim de contribuir para orientação, coordenação e controle das atividades relativas à Marinha Mercante e organizações correlatas, no que se refere à segurança da navegação, defesa nacional, salvaguarda da vida humana e prevenção da poluição hídrica.