Marinha do Brasil participa do 1º Workshop de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear da Força Aérea Brasileira

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     Atendendo a um convite formulado ao Comando de Operações Navais, o Comandante do Centro de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica da Marinha do Brasil (CDefNBQR-MB), Capitão de Mar e Guerra (FN) Márcio da Mota Xerém, apresentou uma palestra sobre o Sistema de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica da Marinha do Brasil (SisDefNBQR-MB), com ênfase na doutrina de emprego do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), no 1º Workshop de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN), em Brasília (DF).

     Realizado nos dias 26 e 27 de setembro e organizado pela Força Aérea Brasileira (FAB), o evento reuniu especialistas de diversas organizações militares das Forças Armadas que tratam da temática Defesa NBQR, dentre elas o Hospital de Força Área no Galeão (HFAG); o Instituto de Medicina Aeroespacial Brigadeiro Médico Roberto Teixeira (IMAE); dois Esquadrões de Aviação (3°/8° e 2°/10°); o 1° Batalhão de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (1° BtlQBRN), do Exército Brasileiro; e o CDefNBQR-MB.

     O 1º Workshop DQBRN teve por objetivos principais promover a discussão do tema, com vistas à integração das capacidades existentes na FAB, ao conhecimento das expertises presentes nas demais Forças Armadas e à análise da pertinência da ativação de uma fração de tropa de Infantaria da Aeronáutica especializada em DefNBQR para atuação no contexto da Proteção da Força.

     De acordo com o CMG (FN) Xerém, em diversos momentos os demais palestrantes salientaram o alto nível de desenvolvimento do SisDefNBQR-MB, o qual, na opinião dos participantes do 1º Workshop DQBRN, é um exemplo a ser seguido. “Haja vista a similaridade de atuação da MB e da FAB, essas Forças privilegiam a mobilidade, flexibilidade e rapidez nas ações de defesa, características básicas que também se aplicam à DefNBQR”, afirmou.

     Como última atividade do evento, foi realizado um exercício de mesa no qual três grupos formados entre os participantes debateram propostas para a capacitação, composição, equipamentos e emprego da fração de tropa de Infantaria, especializada em DefNBQR, a ser criada pela Aeronáutica.