SUBOFICIAL-MOR DA CAPITANIA FLUVIAL DE MINAS GERAIS

Suboficial-Mor (ES) CLÁUDIO Monteiro Pereira

 

DADOS PESSOAIS

Nascimento: 29 de maio de 1972
Naturalidade: Belém - PA
Estado Civil: Casado
Esposa: Sra. Geliane Henrique de Salvo Pereira
Filhos: Cláudio Bruno de Salvo Pereira e Caio Henrique de Salvo Pereira.

 

CURSOS

- Curso de Formação de Marinheiros;
- Curso de Especialização em Escrita (ES);
- Curso Especial de Habilitação a Sargento;
- Curso de Aperfeiçoamento em Escrita (ES);
- Curso Expedito de Inteligência para Praças;
- Curso Expedito de Segurança Orgânica para Praças;
- Curso Especial de Habilitação para Promoção a Suboficial;
- Curso Especial de Preparação para Suboficial-Mor; e
- Curso Especial de Assessoria em Estado-Maior para Suboficiais (C-ASEMSO).

 

   As experiências vivenciadas pela Marinha dos Estados Unidos da América (EUA) mostraram, no decorrer de sua história, a necessidade da criação de um elo entre o Comando e a Guarnição, de modo a aperfeiçoar a capacidade de Comando e Combate de seus navios. Esse elo foi materializado com a criação da graduação de “Chief Petty Officer (CPO)”, em 1893. A primeira vez em que o uso da expressão “Chief” foi registrado, naquela Marinha, foi em 1776, durante a Guerra de Independência dos EUA, quando Jacob Wasbie, uma praça cozinheiro do “USS Alfred”, foi promovido a “Chief Cook” para designá-lo como o principal militar de sua especialidade a bordo de um navio. O uso dessa designação, até então informal, foi sendo expandido à medida que aquela Marinha ia crescendo e adquirindo navios maiores, mais poderosos, complexos tecnologicamente e, por conseguinte, dotados de tripulações cada vez mais numerosas. Hoje, a graduação de CPO é considerada a de maior responsabilidade dentre as demais graduações.

   Em 1995, a Marinha dos EUA implantou o Programa “Master Chief Command” (MCM), com o propósito de facilitar o fluxo interno de comunicações e garantir os mais altos padrões de profissionalismo em todos os níveis da cadeia de comando. Os MCM tem a função de fortalecer a cadeia de comando, mantendo o Comandante ciente de situações que possam vir a ocorrer e que afetem a missão, a prontidão, o bem-estar e o moral da tripulação.

   Na Marinha do Brasil, a função de Suboficial-Mor (SOMor) teve sua criação pela Portaria nº 470/MB, de 22 de outubro de 2015, do Diretor Geral do Pessoal da Marinha, sendo uma iniciativa baseada no programa “Master Chief Command”, da Marinha estadunidense.

   O propósito é contar com a ajuda de militar da guarnição que exerça forte liderança sobre as Praças, que tenha um canal direto com o Comandante, via Imediato. As atribuições e prerrogativas do Suboficial-Mor são amplas e englobam, entre outras: assessorar o Comando e orientar as Praças nas questões atinentes ao bem-estar; à moral; à satisfação profissional; à disciplina; à liderança; à carreira; e ao apoio de saúde e social; atuar como elo entre o Comando e a guarnição, a fim de estimular o fluxo de comunicações e contribuir para a manutenção de altos níveis de profissionalismo e satisfação das Praças; ser o porta-voz, junto ao Comando, dos anseios, preocupações e necessidades pessoais e profissionais das Praças; compor o Conselho de Gestão na qualidade de colaborador; cultivar, disseminar e estimular as Praças no desenvolvimento dos valores e da ética militar e na observância aos deveres militares.

   O Suboficial-Mor é um assessor direto do Comando da Organização Militar (OM) e terá a prerrogativa de acompanhar o Titular de OM na recepção de autoridades, por ocasião das honras de portaló e em comitivas. Como forma de incrementar o prestígio e reconhecimento institucionais à função de SOMor, em todas as oportunidades possíveis, o SOMor terá posição destacada, de maneira a ressaltar o seu papel fundamental na liderança e na busca pela excelência, no desempenho da missão da OM e no andamento do serviço a bordo. Cita-se como exemplo dessas ocasiões: cerimônias institucionais, confraternizações internas e com familiares dos membros da tripulação e outras.

   Em virtude do SO-ES CLÁUDIO ser possuidor de conhecimentos profissionais e qualidades que o qualificavam para tal, o comando dos “Fortes nos Mares de Minas” o indicou para assumir tal função. Após ser aprovado nas diversas fases do processo seletivo, concluiu com aproveitamento o Curso Especial de Preparação a Suboficial-Mor, da Turma II/2019, o que aumentou o cabedal de seus conhecimentos.

   A escolha do SO-ES CLÁUDIO para a função de Suboficial-Mor, premia e reconhece uma carreira de mais de 29 anos de dedicação ao Serviço. Natural do Estado do Pará, ingressou na nossa Marinha, por meio da Escola de Aprendizes-Marinheiros do Ceará, em 1991. Serviu em diversas Organizações Militares da Marinha, dentre elas o setor administrativo (Diretoria do Pessoal Militar da Marinha e Diretoria de Administração da Marinha), operativo (Navio Aeródromo São Paulo e Primeiro Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque), bem como no Norte do Brasil, (Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém; e no Navio Patrulha Fluvial Amapá, em Manaus).

   Por conta dos bons serviços prestados à Marinha do Brasil por mais de dois decênios, foi agraciado com a Medalha Militar com Passador de Prata.

   Também foi agraciado, pelo Exército Brasileiro, com a Medalha do Serviço Amazônico, em virtude dos serviços relevantes prestados àquela força, em área amazônica.

   A tentativa de aproximar o nível decisório e gerencial de toda a tripulação busca a melhoria da gestão e das condições de trabalho e clima organizacional a bordo. Estas situações fizeram com que a alta administração naval viabiliza-se a função que o Suboficial-Mor (ES) CLÁUDIO assume, e que é revestida de grande responsabilidade.

 

“SUBOFICIAL-MOR: O ELO MAIS FORTE ENTRE O COMANDO E SUA GUARNIÇÃO”.