Marítima

DIVISÃO MARÍTIMA

A Divisão Marítima planeja, programa, presta assistência técnica, fiscaliza, coordena e orienta serviços de docagem, tratamento e pintura de chapas, jateamento, hidrojateamento e jumborização, fornecimento de energia estabilizada, água e executa serviços de carpintaria, atracamento de navios.

 

Docagem - Execução de docagem e desdocagem auxiliando em manobras de peso, manuseando espias e cabos para posicionamento de navios para docagens, posicionando peças de madeiras (berços) sobre picadeiros, alinhamento e nivelação de berços sobre picadeiros, posicionando, alinhando e nivelando picadeiros, posicionando escoras entre navios e paredes do dique, auxiliando a desmontagem de picadeiros após o navio docado. Emprego de peças de madeira com sarrafos e soleiras, cortando pranchões por meio de serras manuais, utilizando ferramentas de carpintaria naval, para posicionamento de blocos de madeira e picadeiros. Manobra de espias em cabrestantes, cunhos e cabeços, operação de cabrestantes, auxílio de entrada e saída de navios no dique e carreiras, alinhando navios utilizando espias e bóias de arinque, posicionando porta batel, aduchando e estivando espias.

Tratamento e Pintura de conveses e chapas - Serviço de tratamento e pintura de chapas e conveses. Realização de tratamento e preparação para pintura de itens aeronáuticos. Decapagem e pintura de componentes e estruturas navais.

Tratamento mecânico padrões ST-2 e ST-3. Limpeza Manual - Padrão St 2: raspagem, lixamento e/ou escovamento manual para remoção de carepa de laminação solta, oxidação, respingos de solda e outras impurezas. Limpeza com ar comprido ou escova limpa, deixando a superfície com leve brilho metálico.

Limpeza Manual - Padrão St 3. Raspagem, lixamento ou escovamento manual ou mecânico. A limpeza com os mesmos procedimentos que o padrão St 2, porém, de uma forma mais rigorosa. Após a limpeza e escovamento, a superfície apresenta intenso brilho metálico.

Jumborização de navios - Sistema desenvolvido na Europa em meados da década de 1970 que permite o aumento da capacidade de carga de um navio, mediante a realização de um corte transversal vertical em seu casco e interseção de um novo conjunto de porões, depois fundidos ao casco original. O navio sai do estaleiro em média três a quatro meses depois do início dos trabalhos, com o comprimento aumentado.

Jateamento Abrasivo Úmido: jateamento abrasivo seco e com água. Este método foi adotado para solucionar o problema da poeira seca que causava sobre os equipamentos localizados próximos à área de jateamento. Mesmo o jateamento úmido sendo inferior ao seco, a limpeza é sem dúvida superior ao tratamento mecânico que não remove os contaminantes existentes. Uma pequena desvantagem do jateamento úmido é o flash rusting, uma corrosão superficial que ocorre na superfície, mas mesmo assim, existem primers que toleram este inconveniente, consulte o nosso departamento técnico para maiores esclarecimentos.