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Ciência e tecnologia

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   Marinha reforçará parcerias com governo, empresas e academia

    A Marinha do Brasil está criando novas estratégias para desenvolver seus projetos, com base na hélice tríplice, modelo que promove a sinergia entre governo, empresa e academia. Para isso, a Força vai reforçar suas parcerias, o que proporcionará não apenas a racionalização de custos, mas, principalmente, o desenvolvimento de tecnologia e inovação.
    A afirmação foi feita na segunda-feira (30/10/17) pelo comandante das Marinha, almirante de esquadra Leal Ferreira, na abertura do IV Simpósio de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha, realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Leal Ferreira disse que as parcerias foram fundamentais para que a Força concluísse com êxito o domínio do ciclo do combustível e serão imprescindíveis ao projetos do Programa Nuclear da Marinha (PNM) e Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub).
     O almirante destacou que a Marinha também contribui com o Programa Nuclear Brasileiro, com o fornecimento de ultracentrífugas para equipar as usinas nucleares e o empreendimento do Reator Multipropósito Brasileiro, que a Amazul começou a desenvolver junto com a Comissão Nacional de Energia Nuclear.
    Eduardo Marson Ferreira, presidente da Fundação Ezute, com quem a Amazul mantém parceria, acredita que a sinergia entre empresa, governo e academia vai ajudar a superar os obstáculos que impedem o Brasil de investir mais em ciência, tecnologia e inovação, estratégia fundamental para que o país ganhe mais competitividade diante do mundo.
    Ferreira disse que cada pá da tríplice hélice tem desafios a enfrentar para contribuir de forma mais eficaz para a ciência, tecnologia e inovação. A academia, por exemplo, tem elevada autonomia do subsistema de pesquisa, ao passo que o governo não tem uma agenda de longo prazo e caracteriza-se pela burocracia e regulamentação excessiva. As empresas, por sua vez, têm baixa propensão à inovação, objetivam o lucro e focam a prioridade para a oferta de produtos já existentes no mercado.
    O presidente da Ezute acrescentou uma quarta pá, a sociedade, ao modelo da hélice. Segundo ele, além das empresas, do governo e da academia, a sociedade hoje é importante, seja para o modelo de financiamento (via crowdfunding e venture capital), seja por meio de parcerias público-privadas (PPP) e de novos modelos de negócio. Desta forma, diz Ferreira, abrem-se novas perspectivas para o desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no mundo e no Brasil

 

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