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13/11/2019 - 15:24
Amazul participa do lançamento do Cluster Tecnológico Naval no Rio
 
     A Amazul é uma das participantes do Cluster Tecnológico Naval, lançado nesta quarta-feira (13/11), no Rio de Janeiro. O cluster tem como foco a promoção do mercado interno, a capacitação e formação, inovação e tecnologia, valorização do mercado local e o encadeamento produtivo entre pequenas, médias e grandes empresas.
     A ideia é mobilizar as sete cidades no entorno da Baía de Guanabara (Rio, Niterói, Magé, Duque de Caxias, São Gonçalo, Guapimirim e Itaboraí), com o Estado do Rio e a União, para criar mecanismos e possibilitar ações em prol do desenvolvimento da indústria marítima como um todo.
     Além da Amazul, participaram da criação do Cluster Tecnológico Naval a Emgepron - Empresa Gerencial de Projetos Navais, a Nuclep -Nuclebras Equipamentos Pesados S.A., a Condor Tecnologias Não Letais e a Abimde - Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança. O comandante da Marinha, Ilques Barbosa Junior, também esteve presente no evento.
     Segundo o diretor-presidente da Amazul, Antonio Carlos Soares Guerreiro, o Rio de Janeiro tem uma vocação natural para se tornar uma sede, uma espécie de Vale do Silício, da indústria naval brasileira. Vários fatores concorrem para o fortalecimento de uma economia do mar, principalmente no momento em que o Brasil se prepara para se tornar um dos maiores produtores de petróleo do mundo, a partir do pré-sal.
     O Rio se credencia também para se tornar um cluster por abrigar algumas das melhores universidades do país, institutos de pesquisa, o Arsenal da Marinha, outras escolas militares, além de dispor de mão de obra qualificada e uma capacidade instalada de estaleiros sem igual no País.
     Na definição do economista americano Michel Porter, cluster é uma concentração de empresas com características semelhantes, que coabitam no mesmo local e se tornam mais eficientes porque colaboram umas com as outras. O melhor exemplo é o Vale do Silício, na Califórnia (EUA), que se tornou o maior cluster tecnológico do mundo. Lá, universidades como Stanford e Berkeley, localizadas no epicentro do Vale, fornecem talentos e recursos para empreenderem e trabalharem em gigantes como Google, Facebook e Uber.
     O cluster tem como eixos prioritários o adensamento das cadeias produtivas relacionadas à construção e reparação naval militar e mercante, a geração de estímulos à economia do mar — que inclui as áreas de turismo e gastronomia, venda de cartas náuticas, levantamentos hidrográficos, dragagens, manutenção de embarcações, alienação de meios navais, docagens e perícias. Vai, ainda, subsidiar e fortalecer a plataforma de exportações da base industrial de defesa.
     O cluster vai implementar os seguintes setores, entre outros:
Serviços do Mar – todas as atividades prestadoras de serviços que não somente utilizam o mar para prestar seus serviços, como também  adquirem vantagens advindas da proximidade, tais como hotéis e restaurantes que localizados no litoral. Este setor pode ser considerado predominantemente turístico;
Manufaturas  do  Mar  –  atividades  de  construção,  manutenção ou ainda extração que empreguem algum tipo de matéria-prima beneficiada pelo mar, ou ainda que o destino final do produto seja utilizado no próprio mar, tal como navios ou materiais de pesca;  
Defesa do Mar – é composto pela atividade de Defesa, responsável  pela administração e gestão das atividades de defesa nacional, como  as das forças navais armadas, por exemplo.
 
Com informações de DefesaNet
 

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