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Conferência da AIEA

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17/09/2019 - 09:36
  

AIEA debate temas de interesse da Amazul

    A 63ª Conferência da Agência Internacional de Energia Atômica, da qual participaram o diretor-presidente da Amazul, Antônio Carlos Soares Guerreiro, e o diretor Técnico e de Operação Francisco Roberto Portella Deiana, debateu temas que fazem parte do negócio da empresa, como a utilização da energia nuclear na medicina.
    A programação da conferência incluiu o fórum científico “Iluminando a Esperança para a Vida - a Aplicação da Tecnologia Nuclear no Diagnóstico e Tratamento do Câncer”, organizado pela China, que busca aumentar a conscientização do público sobre os benefícios que os avanços da tecnologia nuclear trazem para o tratamento de diversos tipos de câncer.
    Segundo Guerreiro, esse trabalho de conscientização no Brasil é extremamente importante para viabilizar o desenvolvimento e a construção do Reator Multipropósito Brasileiro, empreendimento do qual a Amazul é coempreendedora, junto com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), e que necessita do apoio não só dos órgãos governamentais, mas da sociedade como um todo. O principal objetivo do RMB é tornar o Brasil autossuficiente em radioisótopos, atualmente importados, que são usados na fabricação de radiofármacos destinados ao diagnóstico e tratamento de várias doenças, principalmente o câncer.
O fórum, além de apresentar os benefícios da medicina nuclear, ofereceu subsídios para campanhas de conscientização sobre a necessidade de se investir na tecnologia nuclear.
    Na conferência foi debatido outro tema de grande interesse para a Amazul: “O gerenciamento de combustível irradiado do reator de energia nuclear: 30 anos de pesquisa”. Isso porque está no plano de negócios da empresa participar decisivamente do projeto do Repositório Nacional de Rejeitos Radioativos de Baixo e Médio Níveis de Radiação. O RBMN, sigla pelo qual é conhecido, tem a finalidade de armazenar rejeitos provenientes de usinas nucleares e de outras instalações que processam ou utilizam materiais radioativos. No painel sobre o tema, foram apresentadas duas séries de projetos coordenados de pesquisa da AIEA, abrangendo um período de 30 anos.  Esses projetos atuaram como um veículo para a colaboração internacional em pesquisa e desenvolvimento sobre o comportamento do combustível nuclear usado durante o armazenamento. O evento forneceu uma visão geral dos resultados dos projetos, que podem servir de subsídios para novas iniciativas, como a brasileira.
    Na abertura da conferência, o diretor-geral Interino da IAEA, Cornel Feruta, destacou a contribuição única da entidade para a paz, segurança e prosperidade internacionais. Enfatizou as atividades de verificação da AIEA para garantir que o material nuclear permaneça em usos pacíficos e que a tecnologia nuclear se volte apenas para usos pacíficos para ajudar a melhorar o bem-estar e a prosperidade das pessoas em todo o mundo.

Brasil e Argentina

     No dia 16/9, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, inaugurou, com o ministro de Relações Exteriores da Argentina, Jorge Faurie, o estande conjunto do Brasil e Argentina na conferência.
     Foi a primeira vez que Brasil e Argentina apresentaram juntos os desenvolvimentos mais recentes no setor nuclear de ambos os países. O estande conjunto abriu oportunidade aos participantes da conferência para conhecer melhor as iniciativas em curso.

 

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