Marinha participa de resgate em região isolada de Roraima durante a Operação “Ágata Fronteira Norte”

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Marinha participa de resgate em região isolada de Roraima durante a Operação “Ágata Fronteira Norte”

Capacidade de pronto emprego e habilidade das tropas para operar durante a noite são fundamentais para atuação na Terra Indígena Yanomami
04/07/2023
Primeiro-Tenente (RM2-T) Vanessa Mendonça Silva
Boa Vista, RR

Durante a noite de ontem (3), um Grupo de Comandos Anfíbios (GruCAnf) da Marinha do Brasil foi acionado pelo Comando Conjunto da Operação “Ágata Fronteira Norte” para prestar apoio após um confronto entre tribos indígenas na área de Parima, no norte de Roraima, que resultou em cinco feridos por arma de fogo. Além disso, uma equipe de saúde encontrava-se em perigo e isolada, necessitando de segurança para garantir a estabilidade da região, para prestar assistência médica aos feridos e para auxiliar na evacuação.

Devido à alta capacidade de fogo e habilidade para operar durante a noite, tanto em solo como por meio de deslocamento por helicóptero, o GruCAnf assegurou a proteção dos feridos e da equipe de saúde em uma situação potencialmente perigosa, mesmo em condições meteorológicas adversas.

Utilizando métodos de infiltração diversos e apoiada por uma aeronave do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral da Marinha e por uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), com capacidade para voo noturno, a equipe do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais alcançou a região afetada de forma ágil e segura. A região isolada de Parima é situada a 300 km de Boa Vista e a apenas 30 km da fronteira com a Venezuela. A operação contou, também, com uma equipe da Polícia Federal e com profissionais de saúde da FAB, preparados para lidar com diversos tipos de traumas, incluindo perfurações por arma de fogo.

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Agência Marinha de Notícias